sábado, 28 de junho de 2008

JOCUM faz filme criminoso sobre os Zuruahá

Nunca imaginei que tivesse que apresentar nesse Blog o filme abaixo. Por favor, não permitam que crianças o vejam.

Apresento-o com o sentimento do dever de fazer uma DENÚNCIA para a Polícia Federal, o Ministério da Justiça, a Secretaria de Direitos Humanos, a Funai, o Supremo Tribunal Federal e todas as instâncias judiciais, jurídicas e éticas do BRASIL. E todos os brasileiros.

Exijo que sejam tomadas providências imediatas!!!!
É um filme sobre o enterramento ao vivo de uma criança Zuruahá, um povo indígena que vive nas margens do rio Purus, no estado do Amazonas. Esse povo indígena, desde seu contato em meados da década de 1970, vem sendo assediado por missões religiosas de todos os tipos, desde o CIMI até as missões evangélicas.

O filme foi feito pela organização religiosa JOCUM, que quer dizer Jovens com uma Missão. É uma missão evangélica americana com filial no Brasil.

O filme está sendo veiculado pelo youtube no site www.youtube.com/greendomo. Mais de 63.000 visitas foram feitas a esse filme, com mais de 420 comentários. Comentários de toda sorte, desde gozação até demonstrações de espanto e estarrecimento.

Vejam o filme com o coração na mão, e façam o certo. Denunciem os autores e exijam a presença do Estado brasileiro. Não pode ser por uma Funasa despreparada, nem por uma Funai sem alma.

C E N S U R A D O

Não se sabe se o fato filmado é realístico ou se é só uma encenação de mal gosto.

Mesmo que não tenha sido um fato verdadeiro, o que esperamos, a encenação é criminosa. Os autores do filmes têm que processados e os culpados punidos rigorosamente.

Sendo uma encenação, os responsáveis forçaram ou persuadiram os índios a montar toda uma farsa para o benefício de uma missão, que deseja obter simpatia e recursos para permanecer em terras indígenas. Isto é inaceitável e imperdoável

A Funai não pode ficar parada esperando que mais missões religiosas entrem na Terra Indígena Zuruahá. O CIMI também tem interesse de enviar missionário para esse povo indígena. A Funai tem que formar uma equipe digna de indigenistas para viver com esse povo e ajudá-lo a transpor as dificuldades em que vivem. Dificuldades especialmente de ordem cultural e existencial.

A Funai não pode ficar parada tentando ajeitar a vida das missões religiosas, do lado católico e do lado protestante, para entrar em terras indígenas de povos que estão em contato recente com o mundo brasileiro. Isto vai contra o espírito republicano da política indigenista brasileira, sobretudo do indigenismo rondoniano. As pressões do CIMI sobre a atual gestão da Funai são evidentes. O CIMI apoia diretamente as ações que estão sendo tomadas para diminuir a capacidade de ação do órgão indigenista. Por outro lado, a bancada evangélica no Congresso Nacional pressiona a Funai para permitir a entrada dessas missões religiosas que se pretendem salvadoras dos povos indígenas.

Não basta o que a OPAN fez com os Mynky? Não basta isto que a JOCUM está fazendo com os Zuruahá?

É preciso que o Ministério da Justiça dê um basta na presença de religiosos no mundo indígena de contato recente.

260 comentários:

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Luís disse...

Projeto Hakani: http://www.hakani.org/pt/default.asp

luis

Olimpio Neto disse...

Mércio. É simplesmente inacreditável.
Precisamos fazer alguma coisa.
Estou inconformado. É monstruoso que tenham filmado isso e estejam veiculado pela internet.

Olimpio Cruz Neto disse...

Vou passar para a imprensa.
Coloquei um post no meu blog: http://olicruz.wordpress.com

Hugo disse...

Pois é Mercio, não podemos deixar que organizações como esta fique escarnecendo da imagem dos Indígenas do Brasil, e pior é que esta organização vem sondando outras comunidades, como os indígenas do Parque Indígena do Xingu, mais específicamente a etnia Kamayurá, alertei as lideranças Indígenas do perigo que estão correndo, bem como o administrador do Parque, os orgãos responsáveis pela proteção dos direitos indígenas não podem fechar os olhos para tais fatos, essas pessoas precisam urgentemente serem proibidas de ingressarem em Terras Indígenas!o que será que está faltando para que tomem providências??será que ética, seriedade, comprometimento com a causa???.Nós sabemos o que está faltando.

Cesar disse...

Por que o filme é criminoso? Qual o crime cometido?
Explique melhor qual é a sua acusação.
Aliás, o Ministério da Justiça não pode fazer nada contra o proselitismo religioso, que não é crime no Brasil.

Mércio Gomes disse...

César: o filme é criminoso porque leva os índios a encenarem um ato criminoso que é enterrar uma crianças viva. Exibir um crime também é crime. Ainda por cima a intenção dos produtores do filme é exibi-lo para angariar simpatia e recursos pela causa da missionização. Se você se der ao trabalho de ler os comentários no Youtube verá que o espanto, o horror e o sentimento de abjeção são imensos. E não explicações para tudo isso. Mércio

Marcelo Antonio Elihimas disse...

no livro " Lágrimas de Boas Vindas", de CHARLES WAGLEY ele fala de uma questão parecida entre os tapirapé (fazem anos que li e não estou mais com o livro) acho que na década de 50.

Anônimo disse...

Caros

O vídeo em questão sobre os Suruwaha é na verdade um trailer para o filme novo 'Hakani: Buried Alive – A Survivor's Story' pelo diretor americano, David Cunningham, (http://en.wikipedia.org/wiki/David_Loren_Cunningham), lançado esse mês.
Cunningham já tem filmes de Hollywood no currículo, e, portanto, caixa além do suficiente para uma produção de nível técnico alto e uma campanha publicitária ferrenha. Não vi os filmes anteriores do dito diretor, mas parece que uma série de TV sobre 9/11 estava criticada por ter sido promovida por partidos, interesses e individuais (ultra)conservadores americanos, inclusive ninguem menos que David Horowitz (http://en.wikipedia.org/wiki/David_Horowitz), autor, por exemplo, do livro neo-mccarthyite 'The Professors: The 101 Most Dangerous Academics in America'.

Detalhe: o pai do David Cunningham é o fundador do Youth with a Mission / JOCUM, Lauren Cunningham.

O filme, ou 'docudrama,' pode ser baixado (99 Mb) do site Hakani: http://www.hakani.org/en/premiere.asp

Tendo visto, por enquanto, somente o trailer (http://br.youtube.com/watch?v=RbjRU6_Zj0U), mostrando o enterro de duas crianças suruwaha, é completamente evidente, pelo menos para quem trabalha com populações indígenas, que trata-se de uma reconstrução. Sequer tem uma referência a esse fato no site YouTube – talvez não por não ter sido colocado oficialmente (provavelmente alguem baixou o trailer e colocou por propria vontade) e a maioria dos visitantes que deixaram comentários parecem ter tomados como evento verdadeiro 'ao vivo' capturado pela camera. Sem dúvida um efeito que não incomodará ao autor/promotor do filme: impacto sensacionalista.

Dado o investimento alto sendo aplicado por alguém ou por forças por dentro da indústria cinematográfica hegemônica, é possível que a repercussão desse filme pode ser realmente grande.

É preciso sim denunciar esse completo abuso do uso de imagens e sofrimento de uma cultura milenar e minoritária. Isso não é questão de se o Estado brasileiro tolera proselitismo de modo universal ou não. Diz respeito, mais uma vez e como sempre, aos direitos diferenciados das minorias étnicas e milenares desse país que por pouco não foram completamente dizimadas. Tá de bom tamanho ou precisa mais? Até quando vamos sustentar um relativismo que deve aceitar aqueles que querem dizimar todo e qualquer traço de diversidade? isso é de fato relativismo? ou conversa fiada para não ter que agir?

Guilherme Carrano disse...

Mércio,
Essa estratégia protestante, sob apoio estratégico, justifica e sensibiliza público para intervir nos povos indígenas...
Filme semelhante a esse era utilizado pelo SIL- Summer Institute of Linguístic, sobre tribo africana, para arrebanhar protestantes para atuarem junto aos povos indígenas...

Cristina disse...

O que me choca mais é saber que esse filme é baseado em fatos reais e aqui ninguém comenta sobre isso! O próprio Mércio em nenhum momento comenta o fato de que o filme retrata acontecimentos reais! Pior do que assistir a este filme é saber que isso realmente acontece em nossas matas brasileiras e entro aqui e vejo um monte de relativista descutindo quem dirigiu o filme, se é real ou encenação etc, enquanto que o mais importante é a discussão sobre a vida tirada de crianças indígenas. Essa sim é a discussão que deve ser feita!Independente de onde venha esse filme, de quem seja o diretor, é indiscutivel a motivação do mesmo: chamar a atenção da sociedade nacional e internacional para os direitos violados de crianças indígenas!!!!!!

Anônimo disse...

Me esclareçam por favor...
1 - Se é um filme que reconstrói então pode estar retratando algo que realmente acontece e, se é assim, então temos dentro do filme uma denúncia de que o direito à vida está sendo negligenciado.
2 - Não vi no trailer nenhuma menção a catequização. Será que tem no filme?
3 - Quanto aos indígenas, pelo que tem-se visto nas recentes reportagens veiculadas pela TV, eles parecem saber bem o que querem e não parecem ser tão suscetíveis a coações.

Anônimo disse...

UFA!!!!!FINALMENTTE DEREM ATENCAO AO ASSUNTO!!! precisaram fazer um filme assim pro assunto para de ser abafado e escondido!!!
parabens pelo filme ... agora o assunto nao eh mais um segredo!!!!

Max disse...

O senhor não sabe se o infanticídio é uma realidade em muitas tribos indígenas brasileiras porque durante sua gestão na FUNAI ficava viajando pela Europa ao invés de conhecer as necessidades desses povos. Seu comentário sobre o filme demonstra como está mal informado. Aconselho que vá conversar com a Hakani que ela mesmo te conta a própria história e de sua tribo, porque se dependesse de pessoas como o senhor ela não poderia fazer isso hoje pois já estaria morta. O filme é uma forma de mostrar para os brasileiros a realidade dessas crianças, feito com consentimento e vontade dos próprios índios que atuaram, sensurar o filme para esconder essa realidade é estratégia de ditadura. Cá pra nós, já passamos desse tempo.

Anônimo disse...

Afinal, estes assassinatos de crianças indígenas acontecem mesmo ou é só sensacionalismo?

Julio Severo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Carlinhos Veiga disse...

Peço desculpas, mas não compreendo a reação da maioria dos senhores. O filme, pelo que me parece, não tem por objetivo o proselitismo religioso. Está tratando sobre o respeito pela vida humana e faz uma denúncia.

Conheço a JOCUM há anos e sei que é um trabalho sério, não só entre os indígenas, mas entre as diversas culturas em todo o mundo. O objetivo desta missão nunca foi atacar e destruir culturas através de seu discurso religioso, via imposição cultural primeiro-mundista, ou coisa parecida. É possível que outros grupos religiosos até tenham feito isso. A história nos mostra que muitos erraram nesse contato transcultural: não só os cristãos, vale a pena ressaltar! Ao contrário, sei de trabalhos significativos de missões cristãs que têm resgatado culturas irremediavelmente perdidas; gente que tem doado a sua vida nas matas para corroborar com os povos indígenas no resgate de suas culturas, línguas, expressões culturais.

Se os produtores do filme Hakani devem ser processados por denunciarem a violência, então façamos um levante mais sério e processemos também os produtores de “Tropa de Elite”, “Cidade de Deus”, “Carandiru” e inúmeros outros filmes que retratam aspectos da vida humana e nos abrem os olhos para realidades cruéis em nossas sociedades. O interessante é que enquanto esses são aclamados pela mídia nacional e concorrem a prêmios internacionais, aquele é ameaçado, como se fosse um crime que deva ser tratado com profundo rigor pelos órgãos competentes. Certamente o filme Hakani, como os demais citados, não são realísticos, mas tornam-se de profundo mau gosto quando se percebe que a vida humana, tratada com descaso, é algo de profundo mau gosto.

Sou cristão, pastor, músico, jornalista e brasileiro. Aliás, amo o meu país. Sonho e luto por um Brasil onde realidades duras e cruéis como as descritas nesses filmes sejam apenas histórias de um tempo onde a vida humana não era respeitada. Onde o ser humano não era tratado como imagem e semelhança de Deus. Tempos onde a vida nada valia.

Anônimo disse...

Ei Mercio, sinto de informar, mas acho que seu tiro ta saindo pela culatra, se cuida...

Anônimo disse...

Olá Mércio, o infanticídio é uma realidade (talvez vc não saiba disto). Pergunto o que vc tem feito para reduzir a morte de crianças indígenas em nosso país?

Ainda dá tempo de reconhecer que nada foi feito em sua "gestão" e agradecer aos produtores por estarem conseguindo transmitir ao público a realidade das crianças indígenas no Brasil.

Julio Severo disse...

Mércio, só gostaria de saber uma coisa: quando você era presidente da FUNAI, o que você fez para impedir a matança de crianças indigenas? Omissão é crime. O filme incomoda exatamente porque põe em relevo o fato assustador de que, se as matanças prosseguem, é porque há omissão da FUNAI. Pense nisso, ex-presidente da FUNAI.

Anônimo disse...

Mércio... que tal escrever um livro sobre o infanticídio das crianças idíginas no Brasil? Tenho certeza que você vai ganhar muito dinheiro, como sempre ganhou... ou você tem doado os recursos conseguidos com seus livros para ajudar nossos índios?

Eber disse...

Antes de mais nada, quero convidar a todos para visitar o link:

http://www.trabalhoindigenista.org.br/Docs/Coiab_10082006.pdf

Mércio, você é ex-presidente da FUNAI ! Os próprios índios do Xingu e da Região Amazônica e de todo restante do país exigiram sua saída... O Cacique Raoni disse pra todo mundo ouvir "Esse presidente da Funai não gosta de índio"... E agora você quer dizer que se importa ? Vamos perguntar a opnião dos índios sobre você e sobre o filme... Porque não nos preocupamos em processar um cara que gastou 252 mil reais na compra de 235 bilheres aéreos em 35 meses ? Porque não processamos o Steven Spielberg, porque fez a lista de Schindler ? E todos os atores que "encenaram" as mortes, afinal, como você diz, "encenar também é crime" ? Ou você é do time que quer fazer o mundo acreditar que o Holocausto nunca aconteceu ?

Anônimo disse...

Cristina disse...

O que me choca mais é saber que esse filme é baseado em fatos reais e aqui ninguém comenta sobre isso! O próprio Mércio em nenhum momento comenta o fato de que o filme retrata acontecimentos reais! Pior do que assistir a este filme é saber que isso realmente acontece em nossas matas brasileiras e entro aqui e vejo um monte de relativista descutindo quem dirigiu o filme, se é real ou encenação etc, enquanto que o mais importante é a discussão sobre a vida tirada de crianças indígenas. Essa sim é a discussão que deve ser feita!Independente de onde venha esse filme, de quem seja o diretor, é indiscutivel a motivação do mesmo: chamar a atenção da sociedade nacional e internacional para os direitos violados de crianças indígenas!!!!!!

CRISTINA...Muito bem colocado...concordo com tudo o que vc disse!!

Anônimo disse...

Caro Sr Mèrcio é mais do que óbvio que o senhor está sistorcendo este documnetário á seu favor...tentando chamar atenção para a sua própria pessoa que por sinal se gaba de indigenista e é contra um filme-denúncia que pretende exatamnte expor a p´ratica do crime de infanticídio.
Você está sendo absurdamente ditatorial,subestimando nossa inteligência.Sabemos que o crime acontece e que mais importante é salvasr estas crianças e não travestir interesses pessoais de politicagens baratas de interesse pela preservação da cultura indígena!
Senhor Mercio faça-me o favor como haverá cultura preservada com os indivíduos mortos?
O filme é forte porque a realidade é esta , coisa que o senhor como presidente da Funasa fez vistas grossas.
Este deve ser veiculado , cada vez mais e quem puder que faça mesmo protestos contra ou á favor , o importante é que esta realidade seja conhecida!

Isabela disse...

Ah não, pra que discutir isso.Afinal, no Brasil, índio não é gente, é propriedade do estado.Ah, quem derá o problema dos indios fossem as ongs religiosas.Com elas, as crianças das tribos enfrentariam o trauma de ter que viver a vida que lhes é de direito.Afinal, as ongs estao acabando com as cultura de infanticídio das tribos.Mas que coisa, heim! Estão acabando com a cultura indigena, não é mesmo?Ok, vamos deixar que as crianças morram soterradas.

Esse post tem maior repercussão por serem ongs religiosas do que por mostrar a prática do infanticídio num filme.
A FUNAI não salvou a Hakani.A FUNAI e os antropólogos dizem que é preciso respeitar a cultura indígena. Concordo, desde que a cultura não desrespeite a vida.
Talvez seja por isso que as meninas são mutiladas nos países mulçumanos: Cultura.

Ah, mas quase me esqueci: Indio é propriedade do estado, e não gente como a gente. Indio nã pode pegar ônibus porque não é cidadão. Indio não tem direito a aposentadoria e nem ao bolsa escola.Indio nasce e morre como indigente.Indio não é gente, pro governo não ter que dar escola, saude, transporte e lazer.

Se indios morassem em apartamentos e jogassem suas crianças das janelas, ninguém ligaria.São indigenas, não são gente e tem uma cultura que deve ser respeitada.

As Ongs tem mais é que intervir nisso tudo sim.Acabar com a cultura "Nardoni Indigena", que não jogam das janelas, mas que sufocam a vida inocente.

Indio é gente, e tem tanto direito a vida quanto qualquer outro.

Sentimentos Nús disse...

Caro Sr Mercio é mais do que óbvio que o senhor está distorcendo este documentário á seu favor...tentando chamar atenção para a sua própria pessoa que por sinal se gaba de indigenista e é um péssimo exemplo para a classe. E ainda se coloca contra um filme-denúncia que pretende exatamnte expor a prática do crime de infanticídio.
Você está sendo absurdamente ditatorial tentando impedir que as pessoas denunciem e expressem suas queixas.subestimando nossa inteligência.Sabemos que o crime acontece e que mais importante é salvar estas crianças e não travestir interesses pessoais de politicagens baratas de falso interesse pela preservação da cultura indígena!
Senhor Mercio faça-me o favor como haverá cultura preservada com os indivíduos mortos?
O filme é forte porque a realidade é esta , coisa que o senhor como presidente da Funasa fez vistas grossas.
Este deve ser veiculado , cada vez mais e quem puder que faça mesmo protestos contra ou á favor , o importante é que esta realidade seja conhecida!

Anônimo disse...

Talvez por não ter nenhuma participação ($$$) no filme, nem mesmo uma simples passagem aérea, o Mércio e seus discípulos estão tão rabiosos.

Anônimo disse...

Tá mais que na cara que essa onda de mensagens aí acima completamente fora dos padrões anteriores veio muito evidentemente encomendada pelos ensandecidos partidários da missionarização... provavelmente após o desmascaramento da palhaçada e nojeira que é querer legislar sobre o mundo quando não se dá conta nem do que acontece debaixo dos respectivos narizes... ó hipocrisia cristã... até quando teremos que aguentar isso no mundo... patético!

Sentimentos Nús disse...

Caro Sr Mercio é mais do que óbvio que o senhor está distorcendo este documentário á seu favor...tentando chamar atenção para a sua própria pessoa que por sinal se gaba de indigenista e é um péssimo exemplo para a classe. E ainda se coloca contra um filme-denúncia que pretende exatamnte expor a prática do crime de infanticídio.
Você está sendo absurdamente ditatorial tentando impedir que as pessoas denunciem e expressem suas queixas.subestimando nossa inteligência.Sabemos que o crime acontece e que mais importante é salvar estas crianças e não travestir interesses pessoais de politicagens baratas de falso interesse pela preservação da cultura indígena!
Senhor Mercio faça-me o favor como haverá cultura preservada com os indivíduos mortos?
O filme é forte porque a realidade é esta , coisa que o senhor como presidente da Funai fez vistas grossas.
Este deve ser veiculado , cada vez mais e quem puder que faça mesmo protestos e polêmicas contra ou á favor , o importante é que esta realidade seja conhecida!

Anônimo disse...

Hugo disse...

Pois é Mercio, não podemos...

Hugo, quando li seu comentário, me deu vontade de chamar o "hugo" bem ensima do meu laptop... acho que vc tem participação nos lucros dos livros do ex-presidente da FUNAI!!

Anônimo disse...

no meio de tanta indignação, será que nenhum dos senhores está preocupado com o que realmente interessa - crianças indígenas que, por motivos culturais, têm seu direito à vida violado?

parece que a morte dessas crianças (fato real, dramatizado no documentário) não causa nem um centésimo da indignação provocada pelo filme em si, pela ação dos missionários, ou seja lá o que for.

alguma coisa parece estar muito errada.

Anônimo disse...

Olimpio Neto disse...

Mércio. É simplesmente inacreditável.
Precisamos fazer alguma coisa.

OLIMPIO...NÃO SE PREOCUPE...SEU AMIGO (EX-FUNAI)JÁ ESCREVEU BASTANTE SOBRE OS ÍNDIOS... PRICIPALMENTE QUANDO "VIAJAVA" POR ESSE MUNDÃO AFORA.

Jessé r. >>>Comunicando disse...

Mércio realmente é inaceitável ver sua irresponsabilidade para com nossa raíz brasileira. É muito vergonhoso para mim, como brasileiro, ver que um órgão federal deixou de fazer sua parte. O que Jocum tem feito é exatamente ser porta-voz contra toda a injustiça que nossos irmãos indígenas estão sofrendo. Sou muito feliz em poder ver que existem instituições e organizações que entenderam que, para trazer um legado de justiça, não é necessário descontextualizar uma cultura; ao contrário do que muitos de vocês o fazem. EU APOIO TODA INICIATIVA QUE TEM COMO OBJETIVO PROMOVER JUSTIÇA; GERAR UM LEGADO DE JUSTIÇA E SER PORTA-VOZ CONTRA TODA A INJUSTIÇA QUE O POVO, SEJA NEGRO, ÍNDIO, BRANCO ETC, POSSA ESTAR SOFRENDO. O DIREITO PELA VIDA É DE TODOS, TANDO PARA ÍNDIO QUANTO PARA O NEGRO, BRANCO, PARDO OU SEJA LÁ QUEM FOR.

O DIREITO A VIDA É PARA TODOS, É DE TODOS!!!! Se for necessário intervir em uma cultura, seja indígena, búlgara ou qualquer que for, para trazer luz sobre o que é justiça e lutar pela vida, o devemos fazer, pois a nossa VIDA [que é única] é o mais importante.

Gostaria muito que vocês revessem se realmente é legal que se proíba a exibição do filme. Seria muito interessante que se houvesse um debate público sobre o tema INFANTICÍDIO...

VAMOS ERGUER NOSSA VOZ CONTRA A INJUSTIÇA E PELA VIDA HUMANA.

Eduardo Ribeiro Mundim disse...

É realmente monstruoso que a FUNAI e FUNASA permitam que ações como o infanticídio ocorram. Ela acha que os índios devem ser vacinados, mas não se importa que seus filhos morram pelas próprias mãos dos pais por razões absolutamente fúteis.
É monstruoso que a deputada encarregada de relatar a "lei muwaji" não o tenha feito, nem a colocado para debate.
É monstruoso que antropólogos sejam incoerentes no trato com os índios.
É monstruoso que uma índia seja assassinada de forma brutal em dependências do governo.

Valdemar Zelioli disse...

Até quando as autoridades brasileiras vão fazer vistas grossas para um fato tão sério como este? Lançar um comentário mentiroso dizendo que isto é só encenação e tentar fechar os olhos da população também é crime. Povo brasileiro: ISTO É VERDADE E ACONTECE NA VIDA REAL. Não se trata de encenação.São crianças e mais crianças que são assassinadas a troco de uma cultura inútil. Este ex-presidente da Funai nunca deve ter ido a uma tribo por isto não sabe destas coisas. Nós os brasileiros não podemos permitir que crianças lindas são mortas. Não quero isto para o meu país. Ë vergonha mundial.

Anônimo disse...

O pior é ver que o responsável levanta-se com uma postura sensacioalista e trata o indío como um ser vazio de consciência. Aginda assim falta com respeito em diminuir a capacidade elucidativa destas pessoas. Ninguém está lá prometendo dinheiro ou querendo terra. diferentemente de pessoas que apenas se limitam a sua acochoada cadeira, aos livros e viagens e aos interesses de grandes empresários e multinacionais ,contudo, existem pessoas que tomaram cuidado para não ficarem apenas no circulo do pseudoacademicismo, ou circulo capitalista e estão colocando a mão na massa (pragmátismo), com conhecimento, senso de humanidade, respeito e amor para garantir vida em qualquer cultura. Se todos se esforçarem para extrapolarem a linha do preconceito será mais produtivo porque se fosse uma produção sem vínculos a uma instituição religiosa todos estariam aplaudindo. Agora é fácil falar: hipocrizia cristã e tal sem está por dentro dos fatos acompanhar o trabalho. Agora sabemos que o difícil é olhar para si e refletir sobre seu próprio preconceito. Com este tipo de introspecção é que vamos achar os hipocritas.


Ismael Rattis

rubens disse...

cara voces são uns mentirosos, voces nunca conheceram a realidade do indio, seus monstros.

Rubens

Vívian Curitiba disse...

Que absurdo!O ex-presidente da FUNAI abre um post para derrubar um filme que é uma denúncia muito bem feita sobre a matança das crianças indígenas,um filme que mostra uma realidade que o povo não conhece.A JOCUM fez um ótimo trabalho divulgando isso,a realidade entre os índios que mtos preferem chamar de "cultura indígena",mas essa cultura mata.A JOCUM trabalha em nome da vida,com a mesma missão de Jesus,que é a mais nobre de todas e está mais uma fez fazendo um ótimo trabalho!

Thiago Souza disse...

Olá meu amigo

Gostaria de saber algo, vossa excelencia já fez parte da FUNAI ? e por qual ou quais motivos nao estais mais ?

entao, lutamos pelos que nao tem VOZ!!!

Ti choca um filme baseados em fatos reais? e isso significa que as vidas que morrem e já morreram nao fazem diferenca nenhuma ?

Omissao, é crime também ?

Anônimo disse...

Olimpio Cruz Neto disse...

Vou passar para a imprensa.

SEU CRUZ, Esse documetário foi oferecido de graça para a Globo (Globo Repórter) e recusado... porque será?

Eduardo disse...

Estou indignado com a indignação do Sr. Mércio e apresento uma COBRANÇA para a Polícia Federal, o Ministério da Justiça, a Secretaria de Direitos Humanos, a Funai, o Supremo Tribunal Federal e todas as instâncias judiciais, jurídicas e éticas do BRASIL, para que sejam investigadas as responsabilidades daqueles que, INSTITUÍDOS COMO AUTORIDADES BRASILEIRAS, permitiram e/ou foram omissos no assassinato de diversas crianças , a título de respeito às culturas e tradições indígenas.
NADA ESTÁ ACIMA DA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA, DA LEGISLAÇÃO VIGENTE E DO DIREITO A VIDA.
Esperamos que o Congresso Nacional não se omita ao assunto e promulgue a Lei Muwaji, contra o assinato de crianças inocentes, por terem nascidas especiais, gêmeas ou do sexo feminino.
Convoco a todos quanto se indignaram com o caso do assinato da Menina Isabela e clamaram por justiça, QUE SE POSICIONEM também CONTRA O ASSASSINATO DE CRIANÇAS INDÍGENAS INOCENTES. Independente de raça, côr e credo, todos temos direito a vida, e os culpados e omissos pelos assassinatos de crianças indígenas precisam ser julgados na forma da Lei. O FILME RETRATA INFELIZMENTE UMA REALIDADE DURA DE SE VER NO SÉCULO XXI. Para que o BRASIL ocupe o lugar almejado de destaque na ONU é preciso ter as mãos limpas do sangue desses inocentes, retratado com propriedade no filme produzido pela JOCUM e outras organizações associadas. Indignar-se com essa denúncia é concordar e colocar-se no mesmo nível de quem mata deliberadamente, ou por opção, ou por tradição, ou ainda por medo de vir a tona o que poderia ter sido feito no passado para evitar essas mortes e não foi realizado.
EDUARDO

Anônimo disse...

Mércio, você deveria voltar para a Europa, onde passou a maior parte do seu tempo como presidente da Funai e não fez nada por essa tribo que você finge agora defender. Vi o filme. Ele não é crimonoso. Crimonoso é não garantir o direito à vida que está na Declaração dos Direitos Humanos e na Constituição FEderal. Pare de palhaçada de tratar o índio como se não fosse gente. Vá arrumar alguma coisa mais útil para fazer.

Anônimo disse...

http://www.youtube.com/watch?v=KC0on_LpoMM

Anônimo disse...

Nossa, acho que caí de cabeça e não estou entendendo... Um ex-presidente de uma instituição que tem o dever de defender o índio é contra um filme que denuncia um crime contra os pequenos índios??? Sr. Mercio, todo esse alarde que o senhor está levantando se voltará contra o senhor mesmo, pq absurdo é saber que um crime contra a vida acontece e nada é feito! Aliás, o senhor deveria se informar melhor antes de comentar, pois a JOCUM realiza um trabalho muito sério!

Neide Moura disse...

Qualquer pessoa que tenha convivido, conhecido comunidades indígenas, sabe que infanticídio acontece.Não só no Brasil; em outras partes do mundo também. Não só em culturas indígenas, diga-se de passagem. Só que, nesse caso, mudam a forma e as motivações. E isso nao pode ser tratado como um simples aspecto cultural, qualquer que seja a etnia.

Lamentável que algumas pessoas nao queiram encarar a realidade, a dura realidade que é enfrentada por tantos indigenas no Brasil, ao ter que sacrificar seus próprios filhos. Todos têm o direito à VIDA. Não posso ver crime algum sendo cometido pelas pessoas que fizeram o filme HAKANI. A JOCUM é ums instituição idônea e jamais faria algo desonesto, como estao querendo insinuar. Todas as pessoas envolvidas nesse filme são pessaos sérias e comprometidas com a vida. Sendo assim, estou do lado delas e apóio totalmente o que elas estão fazendo em favor destas criancas, de suas tribos e de suas famílias.

Anônimo disse...

Discípulo de Darcy Ribeiro, o antropólogo Mércio Pereira Gomes orgulha-se de ter sido o segundo presidente na história da Fundação Nacional do Índio (Funai) a dirigi-la por mais tempo. Foram três anos e sete meses.

ELE DIRIGIU OU "PILOTOU"?

Makoto Shimizu disse...

Caramba, quando um ex-presidente da FUNAI afirma em um texto "Não se sabe se o fato filmado é realístico ou se é só uma encenação de mal gosto." deveria ser obrigado a devolver todos os salários que recebeu no cargo, pois de índio não entendia nada mesmo, e com esta afirmação, faz questão de comprovar isso ! Que se arrependa, que faça uma auto-denúncia e se penitencie ! Mércio, devolva o dinheiro que recebeu e peça perdão público por ter gasto mais tempo em viagens ao exterior do que visitando tribos indígenas enquanto esteve no cargo !

Anônimo disse...

o anônimo que fez o comentário sobre a hipocrisia acachapantemente virulenta do cristianismo, i.e., eu, por acaso, assim, conhece e muito bem a realidade indígena, e a última coisa que defende é "multinacionais" ou aqueles as "poltronas acolchoadas" - oito anos de trabalho e pesquisa com povos indígenas dentro das aldeias, apenas. Decerto conhece e respieta muito, mas muito mais, além de infinitamente melhor a beleza e a estética e ecologia profunda dos modos de vida indígenas. Missionários, ao contrário, têm por objetivo um profundo, lento e gradual apagamento da diferença e diversidade no planeta. "Em nome do Senhor". Não percebem, eles sim, que o que funda a economia de mercado e o capitalismo devastador (aos níveis humano e ambiental) é uma noção de funda de monoteísmo religioso. E ponto final. Vcs não sabem nada de índio, vão pregar lá nos EUA, que é público anseia por vcs. Tudo um bando de filial de ONG norte-americanas, essas missões, depois são os mesmos que ainda vem posar de nacionalistas aferroados. Façam-me o favor!!

Max Medeiros disse...

Se defesa dos Direitos Humanos e promoção da cidadania virou proselitismo religioso, o Sr Mércio deve ser, então, da classe dos "sem religião".

Anônimo disse...

New Element Found
The heaviest element known to science was recently discovered by materials researchers at IPRT/ISU. The new element, tentatively named Administratium, has no protons or electrons, and thus has an atomic weight of 0. However, it does have one neuron, 125 assistant neutrons, 75 vice neutrons, and 111 assistant vice neutrons. This gives it an atomic mass of 312. These 312 particles are held together in a nucleus by a force that involves the continuous exchange of particles called morons.
Since it has no electrons, Administratium is totally inert. However, it can be detected chemically, since it impedes every reaction it comes into contact with. According to its discovers, a tiny amount of Administratium caused on reaction to take over four days to complete; the normal reaction time is less than one second.
Administratium has a normal half life of approximately three years, at which time it does not actually decay, but instead undergoes a reorganization in which neutrons, vice neutrons, and assistant vice neutrons exchange places. Studies have shown that the atomic mass usually increases after each reorganization.
Research at other laboratories indicates that Administratium occurs naturally in the atmosphere. It tends to concentrate at points, such as governmental agencies, large corporations, and universities. It is always found in the newest, best appointed and best maintained buildings.
Scientists point out that Administratium is known to be toxic at any level of concentration and can easily destroy any productive reactions where it is allowed to accumulate. Attempts are being made to determine how Administratium can be controlled to prevent irreversible damage, but results to date are not promising.

O Senhor Mercio deve ter sido contaminado com esse "New
Element" em suas idas e vindas.

Luis disse...

Creio que o Senhor Mércio esconde boa parte da verdade. Porque está bradando tanto contra um filme que denuncia uma violação clara do ECA e dos Direitos Humanos, Da Constituição e do bom senso?? Qual a razão do Sr. Mércio desejar tanto atacar a JOCUM? Não é só ela que está contra isso, porque ele não ataca as lideranças indígenas que apóiam esta iniciativa? Que interesses ele tem de que o projeto de lei MUWAJI não seja aprovado? Porque usa o discurso da invasão americana, da biopirataria, sendo que outras instituições utilizan-se dos índios para fazer turismo ecológico internacional? Eles por acaso são alguma atração? Será que eles não sabem o que querem? Será que eles não têm o direito de escolher o que manter ou descartar de sua própria cultura? Felizmente foi a JOCUM que trouxe isso a público! E o caso FUNAI que está na mídia? O que ele tem a dizer sobre esta instituição que não tem ajudado muito as comunidades indígenas? VAmos para a Justiça sim! Avisemos todos os ministérios públicos, a ONU, UNICEF, UNESCO. Chamemos a PF para investigar os acontecimentos, a vida das pessoas ligadas à FUNAI e todo o "sistema produtivo" que envolve as reservas indígenas. A verdade virá à tona!!! Preservar esta tradição horrenda na cultura indígena, é levá-los ao aniquilamento sem armas. É exterminá-los sem gerar polêmicas.

Isabella Passos disse...

Creio ser uma grande hiprocrisia esse tipo de "denúncia", principalmente vindo que quem vem ( o preocupado com os "indígenas" europeus).

Jessé r. >>>Comunicando disse...

é interesante, que no período da escravatura, ter um escravo era considerado normal, maltratar então nem se fala.Até porque estava se falando de negros, ora!!!! Negro não tem alma, não é um ser humano!!!Hoje, continuamo a cometer os mesmos erros, quando ficamos neste discursso de cultura,cultura,cultura!!Enquanto uma geração indígena é dizimada!
Culturalmente, maltratar um escravo era normal, culturalmente ter um escravo era normal.
Culuralmente, rejeitar uma crinça, por ter um defeito físico, ou simplismente por ver nela um demônio, também é normal!!
É imortante frisar que muitas mães suruaha, tem procurado marcia e edson susuki, p/ livrar seus filhos da morte!
Até quando vamos ficar nesta hipocrisia, até quando vamos continuar com este discursso intectual antropológico culturalesco(perdão pela expressão), e permitir que práticas como estas sejam vistas como normais.
Talvez o que aconteceu no episódio de furnas tenha sido normal e cultural também..., mas probrezinho do índio, deixa ele viver a "cultura" dele!!!!

Ticiany disse...

"Já a direção da Funai declarou no primeiro momento que, como a violência foi individual e não coletiva, contra a "etnia" Xavante, não vai fazer nada. Ora, está esperando que o caso seja considerado etnocídio para agir? É uma simples vida humana, mas é uma vida humana! Depois, quando os jornais e a opinião pública reagiram contra essa falta de humanidade, a direção disse que fora uma "fatalidade" e que a Polícia Federal fora convocado pelo ministro da Justiça para investigar o caso.

Não sei o que o presidente Lula está esperando para agir. A Funasa vai continuar falhando nos aspectos humanistas e indigenistas, os índios vão continuar sofrendo e sendo joguetes de interesses. Será que o presidente está esperando o advento de uma catástofre para mudar a Funasa?"
Porque isso não se aplica ao caso dessa denúncia que o filme pretende levantar?

É essa posição indiferente das insituições criadas (não por índios - como se eles não fossem capazes de decidir por si mesmos o que eles querem) para 'proteger' os povos indígenas que perpetua a prática do assassinato de crianças nas aldeias indígenas em nome da cultura ( e as tribos estão diminuindo pouco a pouco) enquanto eles são privados dos mesmos direitos que todos os outros homens, mulheres e crianças têm sob a égide da constituição brasileira.
é uma farsa histórica e revoltante todo esse regime de proteção fundado na ditadura - o mesmo governo que matou centenas de brasileiros em nome do poder e censurou a liberdade de expressão!!!


Realmente, esse filme é perigoso, não pela forma como foi feito, mas por trazer a tona algo que o governo brasileiro vem tentando fazer com os povos indìgenas: matá-los silenciosamente, deixando que eles mesmos se matem.

Eu me pergunto se os direitos humanos não se aplicam aos indígenas, se eles não têm direito à vida e à saúde, e à educação e livre direito de ir e vir.
Quem é a Funai sobre uma nação indígena para dizer se eles podem cruzar ou não as fronteiras de seus territórios???
A constituição braseileira não se aplica ao índio? o estatuto da criança e do adolescente não se aplica aos filhos dos indígenas? e isso por quê? não são seres humanos???
A presença do índio no Brasil é visto como algo alienígena, que deve ser mantido à parte, em nome da 'cultura'. DEMAGOGIA!
o que ocorre dentro das selvas Amazônicas deve ser levado ao Comitê Nacional de Direitos Humanos e à Corte internacional de justiça.
E um filme assim pode abrir os olhos de muita gente que certos políticos insistem em manter a população brasileira cega a respeito.
é uma hipocrisia o que é feito com os indígenas: eles são mantidos em 'reservas' como se fossem animais em extinção.

NÃO SE TRATA DE 'UMA SIMPLES VIDA HUMANA' MAS DE HOMENS, MULHERES, CRIANÇAS, ADOLESCENTES, COMO EU E VOCÊ. PESSOAS COM ALMA,SENTIMENTOS, SONHOS DIREITOS.
MAS QUANDO SE FALA DE ÍNDIOS NO BRASIL, PARECE QUE NÃO ESTAMOS FALANDO DA MESMA ESPÉCIE...
ATÉ QUANDO VAMOS TOLERAR INJUSTIÇAS ASSIM?

Anônimo disse...

Qualquer pesquisa séria pode demonstrar que a prática do infanticídio entre sociedades indígenas não está dizimando geração nenhuma. É muito ao contrário, essa prática só é lançada mão quando a sociedade, que controla muita bem a sua demografia (ao contrário da "nossa", como bem sabemos), quando há a intercorrência de algo que seria muito difícil para uma sociedade de subsistência baseada em um equilíbrio social testado milernamente, e com muito êxito - antes da chegada dos malditos cristãos nessa terra -, sustentar. Nenhuma sociedade indígena fica matando um monte de crianças ao léu, e muito menos com a idade daquela mostrada no filme. Se isso realmente ocorreu entre os Suruwaha decerto foi porque a violência sofrida não era particularmente direcionada às crianças, mas muito pelo contrário, fruto de um extremo e profundo desgosto de viver depois da intervenção melévola e irreversível dessa nossa sociedade cristã "tão justa". Os Suruwaha estavam, não matando a suas crianças, mas matando a si mesmos, a todos, o suicídio sendo um artifício evidentemente extremamente doloroso e presente nessa sociedade. E pelo que sabe sabe, isso continua. O que prova que a presença de 20 ou 30 anos dessa tão prestimosa missão não conseguiu nem raspar a superfície dos verdadeiros e reais problemas dos Suruwaha, como aliás só se pode esperar de uma missão evangélica: cegueira à diversidade, falta de respeito pelo outro, conforme se vê inclusive em trechos de livro lançado pela presidenta da missão publicados em seu site sem nenhum pudor.

Quanto aos negros, concordo, vc tem toda a razão. A escravatura foi um horror que deve inclusive ser reparado. Mas isso não tem nada a ver com a presença ou falta de Jesus, pois os escravocratas, olha que interessante, também se eram cristãos devotos e aferroados. Cegueira é pra quem quer.

Anônimo disse...

#
Acho que tentar colocar uma 'mordaça' no filme, no produtor, nas ONGs, nos estrangeiros, ou quem quer que seja não vai resolver.

Nós fomos os culpados - digo 'nós' todos os brasileiros. A FUNAI era talvez o órgão responsável, mas incompetencia nos órgãos do governo não são novidade. Os índios são brasileiros, e cabe a cada brasileiro cuidar deles, e garantir-lhes os mesmos direitos que todos os cidadãos: proteção do estado, saúde, educação,etc.
Se não o fizermos, vai sempre aparecer alguém, de onde quer que seja, para apontar a nossa sujeira e omissão.

E vamos precisar sempre de novas 'mordaças'...

Ticiany disse...

"Anônimo disse...
o anônimo que fez o comentário sobre a hipocrisia acachapantemente virulenta do cristianismo, i.e., eu, por acaso, assim, conhece e muito bem a realidade indígena, e a última coisa que defende é "multinacionais" ou aqueles as "poltronas acolchoadas" - oito anos de trabalho e pesquisa com povos indígenas dentro das aldeias, apenas. Decerto conhece e respieta muito, mas muito mais, além de infinitamente melhor a beleza e a estética e ecologia profunda dos modos de vida indígenas. Missionários, ao contrário, têm por objetivo um profundo, lento e gradual apagamento da diferença e diversidade no planeta. "


sE O SENHOR ANÔNIMO admira e respeita tanto assim a cultura indígena, porque está tão empenhado em atacar aqueles que tentam salvar a vida das crianças indígenas?
Ou o Sr. vê alguma beleza no soterramento de crianças de 0 meses a 15 anos de idade?
Onde está a esteticidade na prática de genocídio?
De certo os campos de concentração teriam sido muito apreciados pelo senhor expert em cultura indìgena.
Gasta seu tempo atacando pessoas que, independente da sua crença religiosa, estão procurando preservar a vida dessas pessoas que o senhor parece considerar nada mais que uma obra de arte esposta em uma galeria, 'para ser admirada e respeitada', ora convenhamos!
"oito anos de trabalho e pesquisa com povos indígenas dentro das aldeias, apenas" e nem uma palavra sequer sobre o fato de que crianças estão sendo mortas e não tem sido feito nada a respeito???
Faça me o favor: estude menos sobre cultura indígena e aplique mais seus conhecimentos, vai fazer bem pra sua cabeça.

Além disso, o senhor não parece não entender nada sobre missionários. Sugiro que estude melhor sobre eles antes de formar seus comentários preconceituosos e infamantes. Alguém que se pensa expert em certa cultura deveria saber que respeito ao próximo é essencial para convivermos nesse mundo, mas tendo em vista que o Sr. "Anônimo" que prefere gastar seu vocabulário atacando aqueles que querem fazer algo a respeito desse crime contra os povos indígenas ao invés de clamar por justiça não parece se importar muito com isso.
É por nacionais assim que às vezes precisamos que estrangeiros venham nos dizer como ser mais brasimeiros, mais humanos...

Anônimo disse...

Eu só te digo uma coisa, pois mais latim não irei gastar nesse espaço, pois não se trata de debate, mas pura e simplesmente pregação, e pregação, realmente eu não tolero: leia lá os trechos do "Chamado Radical" da senhora digníssima presidenta da ONG filial da norte-americana Youth With a Mission, e depois venha discorrer sobre RESPEITO. É uma palhaçada tão grande, não conte comigo para bater-boca em internet que eu tô fora. argh!

Ticiany disse...

Anônimo disse...
"Qualquer pesquisa séria pode demonstrar que a prática do infanticídio entre sociedades indígenas não está dizimando geração nenhuma. É muito ao contrário, essa prática só é lançada mão quando a sociedade, que controla muita bem a sua demografia (ao contrário da "nossa", como bem sabemos), quando há a intercorrência de algo que seria muito difícil para uma sociedade de subsistência baseada em um equilíbrio social testado milernamente, e com muito êxito "

Sr. Anônimo, o senhor deveria dar graças a Deus por haver nascido um brasileiro, sob a égide da da constituição brasileira, em uma época em que provavelmente o aborto era algo impraticável na cultura brasileira, e não um índio Suruwaha, nos dias de hoje, ou um judeu nos tempos do nazismo.
Seus argumentos para apoiarem essa prática como 'normal', e não como um atentado contra a vida têm os mesmos fundamentos que as outras acima citadas, em sociedades que visam muito bem 'controlar a demografia', evitar o desequilíbrio não é mesmo?
Pois se assim fora, não estaria vivo para criticar esses que, seja qual for a motivação ou crença, estão lutando pela vida.
Ah, me desculpe,'Deus' é essa é a entidade mitológica que os malditos cristãos insistem em apregoar, o tal Criador do Universo, Doador da vida, diante de quem aqueles que passaram por esse planeta terão que prestar contas, dizem eles.
Então por que se importar não é mesmo? Se a vida é importante para os cristãos, porque deveria ser para nós?
Que tal introduzirmos na cultura brasileira o mesmo ritual? Talvez o problema das favelas e da superlotação em cidades como São Paulo seria logo resolvido... mas talvez não, isso não é para sociedades 'civilizadas' como a nossa que pode estudar outras culturas, compreendê-las profundamente, respeitá-las e deixá-las enterrar vivas suas crianças.
Que cultura invejável!

Se esses povos estão desgostosos pela vida, deixem eles se matar, é saudável para eles!

Anônimo disse...

Séculos de destruição cultural, matança, doença introduzida, conivência com as forças de colonização, repressão, tortura, escravização e exploração - e tem algo 'digno' em ser missionário? ou cristão que apoia esse tipo de produção doentia? Quantas crianças levaram o seu fim por causa do cristianismo? Milhares, milhares, milhares.

Ticiany disse...

Contra fatos não há argumentos.
Ainda se prefere discutir sobre o fato de seja lá quem for quer promover não sua própria causa e nem uma pensamento sequer a respeito da vilação dos direitos humanos.
AFINAL DE CONTAS O QUE É MAIS IMPORTANTE AQUI? O QUE SE CRÊ OU O DIREITO DE ESTAR VIVO PARA ESCOLHER O QUE QUER CRER OU NÃO?

Vou gastar meu latim sim, porque, pelo menos eu posso ter acesso a tais meios para não apenas discutir mas lutar pelo direito à vida de muitos que não podem sequer ler e escrever em sua própria língua.

Intolerável é a morte dessas crianças. E seja qual for o credo ou instituição ou nacionalidade que levanta essa questão, que não é para ser apenas um 'debate', apoiado seja.
Salvemos as vidas, e depois deixem elas escolherem se querem ouvir esse ou aquele discurso.

Anônimo disse...

Se você fosse um índio, como veria tudo isso?

Fácil falar quando se está do lado de fora...

Cristina disse...

Sr anonimo, porque não pergunta ao Eli Ticuna? ele participou do filme! Porque não pergunta ao Paltu Kamayurá? Ele teve um dos seus filhos enterrado vivo por ser gêmeo. Ele mora hoje em brasília pois faz mestrado na UNB. Porque você não assiste direitinho ao filme e vê o depoimento dos vários índios de diferentes etnias? Acho que você não assitiu ao filme Hakani, pois nele há índios falando, pessoas que estão do lado de dentro!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Conheço o trabalho da JOCUM há 23 anos e tenho acompanhado o esforço que seus missionários fazem para denunciar o infanticídio em nações indígenas brasileiras. Não somente o infanticídio, mas a miséria e a total falta de saúde em diversas nações indígenas

Em nenhum momento as missões protestantes querem interferir na cultura indígena, mas introduzir o Evangelho libertador de Jesus Cristo, que tem livrado milhões de seres humanos - de todas as tribos, povos e raças - das forças de morte que estão presentes neste mundo. Os missionários protestantes, ao contrário do que são acusados, têm contribuído muito para a preservação da cultura indígena, principalmente das línguas que seriam perdidas sem as traduções bíblicas feitas pelos linguistas cristãos. Quem conhece a história da inserção do protestantismo no Brasil sabe que, mesmo perseguidos, os missionários implantaram diversas instituições de ensino superior no Brasil e, nem por isso, destruiram a cultura brasileira. Os missionários protestantes são, reconhecidamente, o grupo que mais recupera presidiários no País. Os protestantes estão entre os brasileiros que mais incentivam a leitura e a ação social nas comunidades. A acusação de que prejudicam a cultura indígena é preconceituosa e apressada.
Quando os índios terão direito a uma vida digna e deixarão de ser tratados como bibelôs para exibição nas vitrines de certos cidadãos? Quando as crianças índias brasileiras terão direito à vida e deixarão de ser mortas em nome de certas violentas tradições que os missionários apenas querem denunciar?

Iolanda Ribeiro - Ex-jocumeira, teóloga, jornalista e membro da Igreja Metodista do Brasil.

Beate disse...

Sr. Gomes e outros que tem commentado sobre este assunto.
Estou sentada aqui na minha casa no pais da Noruega, lendo este "blog post" e todos os commentarios.

Acho que muitas cosas ja foram ditas, mas na verdade sinto a necesidade de expressar algo tambem.
Eu acho tão esquesito que mutias pessoas, inclusive o Sr Gomes parece estar mas preocupado com quem fez o filme, do que o assunto que o filme apresenta.
Eu ja assisti o filme enteiro,onde fica claro que ele e baseado numa historia verdadeira, sobre a vida da menina Hakani.
Para mim, o mas importante a tratar seria a questão sobre o que esta sendo feito para proteger as criancas indigenas em risco a sofrer infanticidio.
Eu acho muito importante proteger a diversidade cultural.
Mas segundo o que eu tenho entendido sobre os direitos humanos e os direitos da crianca, eles devem ser respeitados assima da tradicao cultural.
Eu acredito que meu valor como individuo e meu direito a vida não depende do meu origem etnico, mas o simples fato de ser um ser humano.
Não e igual no Brasil? No documentario tem um politico do PT que diz que os direitos humanos nao vale para indios, e que a constituicão brasileira nao vale para indios.
Sr. Gomes, isso e verdade ou como funciona o sistema juridico para os indios do Brasil?

Espero que o Brasil não esconde a verdade sobre infanticido, mas tenha a coragem de agir com sabeduria para preservar a diversidade cultural, e tambem a diversidade de pessoa, dando direito a vida, tambem as criancas com deficiencia fisica ou mental.

Beate da Noruega, Europa
(disculpa meu portugues, que não e minha lingua materna)

Makoto Shimizu disse...

Algumas perguntas, dúvidas ao Sr, Mércio:

1. O Sr Mércio Gomes é a favor ou contra o infanticídio ?

2. O Sr Mércio Gomes concorda ou não com o assassinato de crianças ?

3. Os povos indígenas tem ou não direito de fazer escolhas, fazer opções ? Ou são considerados ineptos, incapazes de exercerem seu livre arbítrio ?

4. Povos indígenas isolados devem ser colocados na mesma categoria de animais silvestres em extinção ?

5. O Sr Mércio Gomes considera nefastas as iniciativas católicas e protestantes (evangélicas), quer impor o ateísmo por decreto ?

6. O Sr Mércio é a favor da censura ?

7. O Sr Mércio teria a humildade de pedir desculpas se constatasse que é verídico o fato de crianças serem assassinadas ? Ou simplesmente não se comove nem se emociona com isso ?

Larissa disse...

Sr. Mercio, "se denunciar assassinatoS é crime", que dira omoti-lo...OMISSÃO É CRIME!!!

Anônimo disse...

Mércio,
Quanto mais mexe...mais fede...
Vc está tentando abafar ou promover este filme???

fernando gomes disse...

Pois e Sr.Mercio,pelo primeiro dia pode ver como disse uma pessoa atraz "o tiro saiu pela culatra" pelo seu passado na funai, expulso dela, nao tem moral para criticar quem esta ajudando os indios. Invista seu $$$ e va acompanhar a vida dos indios assistindo quando eles matam uma crinaca e filme a sua reacao por favoe e tenha coragem de mostra-la em todos os lugares. CRESCA E APARECA!!!!!!!

Anônimo disse...

se nao fosse a JOCUM, a pequena indiazinha Hakani estaria morta. Hoje ela e uma linda menina alegre e inteligente!!!!!
e ai???????
Querido Sr. Mercio, entendo o Sr... talvez nao tenha tanta informacao... por favor, te peco, conheca de perto a pequena Hakani.

Anônimo disse...

PÔRRA, se essa gente toda se preocupa tanto assim com a vida dos povos indígenas
me animo mais em combater a FUNASA, a FUNAI, as HIDROELÉTRICAS, os missionários e as ONGs mercenárias.

Anônimo disse...

Sr. Mercio, de verdade, por que o Sr. nao se une a MArcia e Suzuki nesta luta contra infanticidio????? serio !!!!! o Sr. teria mto a colaborar!!!! por favor se junte a eles!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Apresento-o com o sentimento do dever de fazer uma DENÚNCIA para a Polícia Federal, o Ministério da Justiça, a Secretaria de Direitos Humanos, a Funai, o Supremo Tribunal Federal e todas as instâncias judiciais, jurídicas e éticas do BRASIL. E todos os brasileiros.

Esta é uma colocação do próprio Mercio Gomes, e ele foi muito feliz em dizer isto, pois tenho lido, visto e escutado o quanto tem acontecido de coisas cruéis com crianças indíginas (e parece que o Mercio nao acredita, mas estas crianças são gente como ele) e nada tem sido feto pelo governo Brasileiro, que como sempre ignora a situação de seu povo, como faz com a fome no sertão nordestino, com as pessoas que passam necessidades nas favelas brasileiras, acho que esta na hora do governo brasileiro acordar, e acho que este filme podera ser um instrumento para que isto aconteça.
Pessoas como Mercio que teve a oportunidade nas mãos (se entenda poder) quando era presidente da Funai, mas que nada fez, precisa olhar para o Brasileiro, e olhar menos para seu proprio umbigo.
O filme não trata pelo que vi de exageros, mas apenas mostra crua e nua uma sitacao vergonhosa para a Nacao brasileira, dentre muitas outras.
Acabei de ver o Presidente Lula dizer no Jornal que os brasileiros estao sendo expulsos e sofrendo na Europa, e que espera uma mudanca sobre isto, mas os verdadeiros Brasileiros, que sao os indios, os donos das terras brasilis, sofrem embaixo do proprio nariz de cada brasileiro, inclusive do Lula e nada fazem.....
ACORDA BRASIL....MAIS UM QUER SE APROVEITAR DE UMA SITUACAO PARA MORDER MAIS NOSSO DINHEIRO....
MERCIO SE VOCE NAO ESTA DISPOSTO A AJUDAR OS INDIOS DEIXEM ESTES AI QUE QUEREM FAZER.

Anônimo disse...

Apos 22 anos de muito suor e trabalho,em uma ONG como esta em que se abre mao de salarios...seguranca de ter uma vida estavel,missionarios como estes gastam seus dias pra gritar pelo direito a VIDA de pessoas que sao gente como a gente...so que vestidos de indios!!
Esta tribo esta intacta por 20
anos e a FUNAI nao tem o que reclamar,eles mesmos que estao clamando pela vida de seus filhos.Chega de tapar os olhos para esta realidade.O filme e veridico..totalmente real.

Léia disse...

Sr. Mércio, ao dar uma olhada no seu perfil e constatar todas suas qualificações, inclusive Ph.D. em Antropologia, fiquei ainda mais perplexa com sua denúncia. Como profundo conhecedor dos povos indígenas, já deveria ter tomado providências para acabar com o infanticídio entre os Suruwaha e em muitas tribos brasileiras. Que tal começar incentivando a "Lei Muwaji", para que a mesma seja colocada em pauta para votação?
Pense nisso, como Antropólogo e brasileiro, esta é a sua missão. Deixe a Jocum cumprir a dela.

Anônimo disse...

Sr. Mércio:
O Senhor tem filhos, sobrinhos, netos?
Se o senhor estivesse doente, procuraria a cura ou se conformaria com a morte,atestando o direito de mata-lo ?
O senhor tem vinculos pessoais com os indios ?? Vivem quanto tempo entre eles???
Qual o valor da vida?
O senhor já perdeu algum ente querido? Aliás há queridos em seu rol ?
Qual amargura, tristeza há em seu coração? Quem te maltratou tanto?? Você já foi amado ??
O seu poder está abaixo de outros maiores, cuide-se....Os pequenos são guardados no coração...
Será que o senhor será eterno e nunca sofrerá ???
.....

Davidson & Lú disse...

Tenho grande respeito e profunda admiração pelos pais de Hakani. Márcia e Suzuki são pessoas que, definitivamente, não estão vivendo neste mundo para extrair o que ele tem a oferecer. O genuíno amor ao próximo, sem esperar nada em troca, tem sido uma marca na vida deles. Quem os conhece sabe bem disso.
Eles estão investindo a vida deles em algo que sobreviverá a ela.
A verdade incomoda. Graças a Deus!!!

Lipe Furtado... disse...

Fala aí Mércião, beleza mano?
Valeu por divulgar o filme aí. Agora tenho idéia o que sempre aconteceu abaixo das grossas vistas.
Até...

Phil disse...

Não entendo o motivo do Sr. Mércio exigir que providências sejam tomadas, pois nenhuma tomou durante seu período de recebimento de salários quando era presidente da FUNAI...
E ainda diz que A FUNAI não pode ficar parada, A FUNAI tem que formar uma equipe, e A FUNAI não tem alma...bom "seu" Mércio, nós colhemos aquilo que plantamos !
Se não estou enganado, num post seu, deste mesmo blog e sobre a mesma tribo, os Suruwahás, o senhor teria dito :

De todo modo, dizer que a Funai não tem feito nada no caso em que crianças indígenas são abandonadas ou há infanticídio não é verdade. A Funai como instituição sabe desses casos, os condena e procura convencer as pessoas a abandonar tais hábitos, e a Funai como composta por indivíduos sempre interviu para salvaguardar as vidas das crianças.

E agora diz que a FUNAI não pode ficar parada !? Acho que mesmo como ex-presidente da FUNAI o senhor nunca soube e nunca ficou sabendo com o que a instituição trabalhava, e o improviso nos discursos era sempre a arma usada !

Sorte a dos índios que o senhor São Mércio, Santo dos Índios, está ajudando-os ! Além de divulgar o vídeo, mostra-se uma pessoa completamente interada na cultura Suruwahá ! Com certeza conhece todos os costumes e domina a linguagem deles, por isso pode afirmar que os responsáveis pela filmagem forçaram ou persuadiram os índios a montar uma farsa !
Aliás, não entendo o enfoque em culpar os produtores do vídeo, quando o problema maior está no próprio vídeo, pois retrata uma REALIDADE ! Não uma ficção (E isso está acontecendo no BRASIL, não na Europa) !
Crianças sendo mortas, enterradas vivas ! Seria melhor OMITIR tudo isso !? Omissão é crime ! CRIME ! Se esse filme está sendo publicado é porque está vindo de dentro da comunidade indígena um basta ao infanticídio !

Anônimo disse...

Isabella - Curitiba
É uma vergonha ver que gente como esse Mércio M. carrega um título de alguém defende a causa indígena, ele defende é o bolso dele.
Quem ama esse povo é quem tá vivendo lá junto com eles..dando atenção..se importanto, coisa que o governo também deveria estar fazendo.
Me admira mt ver vc dizer q defende o povo, mas está indo contra mostrar a realidade deles.
Concordo com Jessé que deveríamos fazer um debate público sobre o assunto.
E faço minhas, as palavras do Lipe Furtado...OBRIGADO POR DIVULGAR O FILME..agora estou com ainda mais vontade de ver..

Anônimo disse...

ALEXANDRE PRALON - RIO DE JANEIRO

Olá, Mércio. Creio que você é um dos indivíduos que o filosofo, George Orwell classifica em seu ensaio 1984, onde cria o conceito duplipensar. "Saber e não saber, ter consciência de completa veracidade ao exprimir mentiras cuidadosamente arquitetadas, defender simultaneamente duas opiniões opostas, sabendo-as contraditórias e ainda assim acreditando em ambas; usar a lógica contra a lógica, repudiar a moralidade em nome da moralidade, crer na impossibilidade da Democracia e que o Partido era o guardião da Democracia". Você tem expressado esse conceito, pois diz lutar pela cultura indigena e ao mesmo tempo apoia o infanticídio, pois se omitira em sua gestão passada. Nosso país não tem mais necessidades de indivíduos como você, pois o planalto já está cheio deles. Como povo brasileiro precisamos de uma nova gestão baseada em justiça, valores, caratér e que lute pelo mais precioso tesouro, a VIDA.
OS INDIVÍDUOS QUE ORGANIZARAM ESTE FILME, NÃO O FIZERAM PARA MASSAGUIAR EGOS, MAS PARA SER VOZ A FAVOR DA VIDA.
Portanto, não faça como a história de JOÂO, quando lhe vieram lhe avisar... "SR. JOÃO. A SUA FILHA FOI BALEADA COM TRÊS TIROS NO PEITO E PRECISA SER LEVADA COM URGÊNCIA AO PRONTO SOCORRO -DE FORMA ALGUMA, ELA É UMA EXCELENTE MÉDICA E NÃO PRECISA DE APOIO, POIS JÁ TEM TUDO O QUE PRECISA"!!!

Henrique disse...

É triste perceber que um homem que já presidiu a FUNAI possa mostrar-se indignado com uma denúncia tão séria, que diz respeito á VIDA de crianças indígenas...
Quando este sr. diz que encenar um crime é crime, o que dizer então de HOLOCAUSTO, ou a Lista de Schindler? Francamente, parece que este sr. tem interesse que tudo fique como está, talvez para não ser responsabilizado por sua posição passiva enquanto presidia a FUNAI e poderia intervir e por algum motivo (???) não o fez...
Agora uma coisa é certa, DEUS prestará contas destes atos, e ser OMISSO também é CRIME!

Anônimo disse...

Sr. Mercio: MUITO FAZ QUEM NÃO ATRAPALHA! Seu grande feito foi ter saído da FUNAI. Aguardamos até hoje que respondas à denúncia da Revista Veja sobre a compra de 235 passagens aéreas em 35 meses. Que a "Polícia Federal, o Ministério da Justiça, a Secretaria de Direitos Humanos, a Funai, o Supremo Tribunal Federal e todas as instâncias judiciais, jurídicas e éticas do BRASIL" investiguem sua "gestão". Que aliás, nada acrescentou à vida dos povos indígenas do Brasil, permita-me dizer.

Pergunto-lhe, respeitosamente: Qual sua posição sobre a prática do infanticídio indígena, corajosamente denunciada pelo filme Hakani? Por sua atuação à frente da Funai, e por sua "denúncia" contra este "filme criminoso", ficou parecendo que és favorável à esta prática "cultural".

Outra pergunta: em sua gestão, como maior autoridade do país na questão indígena, quantas vezes foi à aldeia Zuruahá, tão "assediada por missões religiosas de todos os tipos"? Por que só agora a "a Funai tem que formar uma equipe digna de indigenistas para viver com esse povo e ajudá-lo"? Parece-me que tempo e verba não lhe faltaram, como evidenciou seu empenho em compromissos com viagens internacionais e finais de semana no Rio de Janeiro às custas do dinheiro do povo.

"Filme criminoso"? Dou meus parabéns aos realizadores do documentário "Hakani" por levantarem e -eles sim, denunciarem o que acontece com crianças indefesas, pelas quais nunca ninguém havia feito nada.

Anônimo disse...

Quem tem coração diga não ao infaticidio! Realmente temos que fazer o que é certo, não podemos deixar isso acontecer.Enterrar crianças vivas???? Precissamos sim, fazer algo por essas crianças indigenas, creio q não estamos prejudicando a cultura deles e sim faendo o que é certo e devolvendo a vida para estas crianças.eSTE FILME Q A jOCUM publicou foi otimo para que o mundo veja e faça alguma coisa. Fiquei realmente com o coração na mão por essas crianças.

Anônimo disse...

Caro Sr. Mércio, O Senhor utiliza de sua formação como Antropologo para DECLARAR para todo o País que és um Omisso assumido quanto à realidade dos nossos irmãos indígenas. Os índios não são bichinhos de sua estimação para que o Sr saía numa foto ou venha a vender artigos de sua conveniência. São seres humanos tanto quanto o Senhor, com direito à vida,e a prática do infanticídio é uma realidade em muitas comunidades indígenas. É esta realidade e imoralidade que o filme quer mostrar, acobertada durante muitos anos pelos órgãos brasileiros.

monikitah disse...

As diferenças raciais são importantes, mas assassinato não!

"o mais importante é a discussão sobre a vida tirada de crianças indígenas. Essa sim é a discussão que deve ser feita!" Cristina disse:

e concordo plenamente, porque os direitos humanos e as leis são revistas para todas as nações todos os povos, e a minha pergunta é, porque o indígena precisa ficar isolado e muitas vezes na ignorancia?

Porque nós somos tirados da ignorancia de algo que fazemos? nossas leis mudam, buscamos em outros paises e outras culturas aprender, inclusive poderíamos aprender muito mais com a cultura indígena pras nossas vidas.

Deixá-los isolados dizendo que eles não dvem ser "contaminados" é no mínimo preconceituoso.

Nós precisamos tb aprender e com eles, sobre a vida e eels conosco, o mundo não é mais o mesmo pra eles não terem direito a saber o que acontece no mundo, nosso mundo não é mais como nos ´seculos passados, é como se deixar pessoas na ignorancia é mais fácil de controlar.. essa é minha opnião.

Rogério disse...

Sr. Mércio, não se faça de bobo, é claro que é encenação, sabe disso.

O filme é chocante, a realidade é muito pior, o assassinato de crianças por superstição indígena é algo que não se pode tolerar em pleno século XXI.

E mais, defender a cultura indígena não é o mesmo que defender que os índios vivam como animais, é irônico ver pessoas com seus celulares e computadores desejando, sabe-se lá porque sanha, que os índios vivam como se estívessemos em 1500.

O índio é ser humano, tem o direito de decidir o que é melhor pra ele, inclusive professar a religião que quiserem.

A FUNAI tinha que cuidar para que os legítimos direitos dos índios sejam respeitados no que se refere a saúde, ao direito a terra e aos recursos não só para sobrevivência mas também do bem estar dos povos indígenas, e não impor aos índios um estilo de vida ou até mesmo a fé que eles devem professar.

Creio que o documentário, chocante sim, é bastante útil para que o mundo acorde para esta realidade, não dá mais pra esconder os crimes feitos em nome do atraso cultural e do ego inflado de meia dúzia de antropólogos.

E no mais, se polêmica é o que quer, que seja, afinal, quanto mais polêmica mais gente vai ver esse filme e se chocar com a realidade.

Anônimo disse...

Caro amigo...

É impressão minha ou você está defendendo o assassinato de crianças?

Ainda bem que existem pessoas que estão denunciando esse tipo de prática. Não importa o costume da tribo, o FATO é que crianças estão sendo enterradas vivas, e isso é INACEITÁVEL. O infanticídio é real, e estaremos aí para combatê-lo, quer você queira, quer não. E não me importa quais as razões de quem fez o filme, importa que esta pessoa está fazendo um bem para crianças indígenas, denunciando algo que é REAL.

Deus te abençoe amigo, e que tenha misericórdia de você. De todos nós.

Anônimo disse...

Sabe o que acho que seja crime? crime é vc, seu cara de pau, viajar pela europa e raramente pisar em solo indigena durante sua pessima gestão na FUNAI e ainda ficar dizendo estas coisas. Crime é saber que isso acontece ha anos e jamais um lider que se diz proteger os direitos dos indigenas nao fazer absoluntamente nada. Crime e ficarmos calados diante de tamanha crueldade. Sinceramente nao sei o que pior meus filhos assitirem...se essa realidade que o documentario assiste ou a eterna omissão de nossos politicos que so sabem encher os paraisos fiscais de grana e ainda ficar falando besteira.

Ei malandro,te manca!

Anônimo disse...

Que tal a gente processar a rede globo por exibir repetidamente a reconstituição do crime Isabella ???

Crime é saber que o infantícidio ocorre debaixo do seu nariz e não fazer nada!!!!

Anônimo disse...

Sem vida não há cultura, pois aí ela passa a ser história.

Ageu disse...

Lamentável esta postura defensiva do ex-presidente da FUNAI. Quer negar os fatos denunciados, inventando uma teoria da conspiração estrangeira.Burocrata insensível que, como outros burocratas que vivem nos gabinetes refrigerados,às custas do Estado, e defendem o congelamento do status quo opressivo que vitimaa indígenas , especiamente os mais frágeis entre eles, crianças e mulheres.
Conheço a Hakani e vários Suruwaha e outros indígenas, que são independentes em suas opiniões, tem cérebro próprio e detestam agentes da Funai e Funasa. Precisamos rever o Estatuto do Indio que trata os nossos irmãos tribais como débeis mentais e retiram deles a cidadania plena.

O que a FUNAI fêz ou faz para evitar a mendicância de indígenas nas ruas de São Paulo, Vitória, e em várias cidades do Brasil? Por que os indígenas sempre se rebelam contra os agentes da FUNAI e FUNASA e também contra fazendeiros, madereiros e outros opressores?
Ageu Heringer Lisboa, psicólogo

LEVI disse...

Caro sr. Mércio Gomes, não entendo o motivo de tanta oposição por uma simples tentativa de preservação e valorização da vida. Afinal as leis são para organização da sociedade, para que o ser-humano viva com dignidade. Não consigo conceber a idéia de alguém defender (com tanto esforço como de sua parte) uma lei que é conivente com o assassinato de crianças inocentes. É uma questão de hierarquia de valores, e creio que a vida dessas crianças indígenas deve ser analizadas como primazia nesse caso.
Por isso peço que Deus lhe dê sabedoria e graça nessa questão, pois se obstinadamente você continuar com esse ponto de vista absurdo, francamente não sei como conseguirá encostar a cabeça no travesseiro sabendo que a vida de várias crianças indefesas estiveram sobre o poder de sua decisão ou influência.

aiko disse...

Sr. Mércio.
Por mais que tente, não consigo me colocar em sua linha de raciocínio.

O mais próximo que cheguei foi que O Sr. se indigna com o filme sob o argumento de que, patrocinada por uma entidade estrangeira chamada Jocum, ele traz apologia ao crime. E que ou o filme é real ou obriga os índios a encenarem o assassinato. Estou certa em minhas conclusões?

Por mais que tente, não consigo deixar de sentir asco em seus posicionamentos, e vou explicá-lhes os motivos:

1-) O senhor tenta enganar a quem? O senhor nega que infanticídios são comuns em tribos brasileiras? Não lhe ocorre que a vida é um bem a ser preservado e isso está em nossa carta mágna, a lei maior, que é a constituição Federal, a despeito da lei de proteção aos índios?

2-) O senhor faz clara distinção entre a vida do ser humano, dando a entender que a vida do branco vale mais que a vida do índio. Por que o senhor se indigna com o filme se este tem por objetivo mostrar a realidade?

3-) Sua conduta mostra claramente que o senhor é preconceituoso e trata o índio como um ser despido de raciocínio, de emoções, sentimentos, de poder de decisão, e principalmente de inteligência. Antes de tratá-los como débeis mentais, o senhor procurou saber com os próprios se eles foram forçados ou simplesmente concordaram em encenar? E se concordaram, o senhor deveria procurar saber o motivo da decisão.


4-) O Senhor é antropólogo mesmo? Onde o senhor estava quando os pais índios preferiram se suicidar porque não conseguiam conviver com a idéia de matarem seus filhos? Onde estava a voz para clamar pela defesa deles? Ou o senhor acha que índios não têm sentimentos paternais/maternais?

5-) QuaIS suas obras em favor dos índios quando o senhor estava à frente da FUNAI? A Europa é bonita? Certamente é mais confortável jantar em um restaurante francês do que levar picadas de mutuns na mata.

6-) Não que eu ache que o senhor devesse viver no mato. Mas certamente o senhor tinha por obrigação saber dos costumes, das tradições e do cotidiano dos índios. Não parece que o senhor tenha familiaridade com isso.

7-) Pesquise a respeito da Jocum antes de levantar a bandeira de mais uma "entidade estrangeira a se infiltrar nos problemas brasileiros", porque ao que eu saiba, trata-se de entidade cristã que está radicada não só no Brasil, mas em quase todos os países do mundo de forma independente em cada país e que tem por objetivo " conhecer a Deus e torná-lo conhecido". Certamente uma pessoa que conhece a Deus deveria ser radicalmente contra a matança de seres humanos.

8-) Uma boa característica da política brasileira é a laicidade e a Jocum tem respeitado isso, ao contrário do Senhor, que tenta confundir as autoridades. A principal preocupação da Jocum com relação às tribos indígenas, além do objetivo principal, é preservar os costumes, a linguagem e as tradições indígenas mas ~mostrar aos índios que a vida é um bem a ser preservado. Mesmo porque, muitos índios não concordam e matar crianças. O senhor considera isso intromissão nos costumes indígenas? Se sim, o senhor é um defensor do crime, um apologista ao crime.

Eu sinceramente acho que o senhor não está nem um pouco preocupado com os interesses dos índios. Acho que o senhor quer fazer carreira em cima da causa indígena e não se preocupa impedir o alerta quanto à matança. Tem saudades da Europa?

aiko disse...

Sr. Mércio.
Por mais que tente, não consigo me colocar em sua linha de raciocínio.

O mais próximo que cheguei foi que O Sr. se indigna com o filme sob o argumento de que, patrocinada por uma entidade estrangeira chamada Jocum, ele traz apologia ao crime. E que ou o filme é real ou obriga os índios a encenarem o assassinato. Estou certa em minhas conclusões?

Por mais que tente, não consigo deixar de sentir asco em seus posicionamentos, e vou explicá-lhes os motivos:

1-) O senhor tenta enganar a quem? O senhor nega que infanticídios são comuns em tribos brasileiras? Não lhe ocorre que a vida é um bem a ser preservado e isso está em nossa carta mágna, a lei maior, que é a constituição Federal, a despeito da lei de proteção aos índios?

2-) O senhor faz clara distinção entre a vida do ser humano, dando a entender que a vida do branco vale mais que a vida do índio. Por que o senhor se indigna com o filme se este tem por objetivo mostrar a realidade?

3-) Sua conduta mostra claramente que o senhor é preconceituoso e trata o índio como um ser despido de raciocínio, de emoções, sentimentos, de poder de decisão, e principalmente de inteligência. Antes de tratá-los como débeis mentais, o senhor procurou saber com os próprios se eles foram forçados ou simplesmente concordaram em encenar? E se concordaram, o senhor deveria procurar saber o motivo da decisão.


4-) O Senhor é antropólogo mesmo? Onde o senhor estava quando os pais índios preferiram se suicidar porque não conseguiam conviver com a idéia de matarem seus filhos? Onde estava a voz para clamar pela defesa deles? Ou o senhor acha que índios não têm sentimentos paternais/maternais?

5-) QuaIS suas obras em favor dos índios quando o senhor estava à frente da FUNAI? A Europa é bonita? Certamente é mais confortável jantar em um restaurante francês do que levar picadas de mutuns na mata.

6-) Não que eu ache que o senhor devesse viver no mato. Mas certamente o senhor tinha por obrigação saber dos costumes, das tradições e do cotidiano dos índios. Não parece que o senhor tenha familiaridade com isso.

7-) Pesquise a respeito da Jocum antes de levantar a bandeira de mais uma "entidade estrangeira a se infiltrar nos problemas brasileiros", porque ao que eu saiba, trata-se de entidade cristã que está radicada não só no Brasil, mas em quase todos os países do mundo de forma independente em cada país e que tem por objetivo " conhecer a Deus e torná-lo conhecido". Certamente uma pessoa que conhece a Deus deveria ser radicalmente contra a matança de seres humanos.

8-) Uma boa característica da política brasileira é a laicidade e a Jocum tem respeitado isso, ao contrário do Senhor, que tenta confundir as autoridades. A principal preocupação da Jocum com relação às tribos indígenas, além do objetivo principal, é preservar os costumes, a linguagem e as tradições indígenas mas ~mostrar aos índios que a vida é um bem a ser preservado. Mesmo porque, muitos índios não concordam e matar crianças. O senhor considera isso intromissão nos costumes indígenas? Se sim, o senhor é um defensor do crime, um apologista ao crime.

Eu sinceramente acho que o senhor não está nem um pouco preocupado com os interesses dos índios. Acho que o senhor quer fazer carreira em cima da causa indígena e não se preocupa impedir o alerta quanto à matança. Tem saudades da Europa?

antropologia e os povos disse...

ola caro mercio vi o seu blog,sabe não estou entre os indigenas mas estudo bastante antropologia,não mim considero uma sabia anda,mas vejo que nossa ñação esta muito além e a quem, realmente pensamos que sabems sobre os indigenas ,até se utiliza do pouco conhecimento que se tem pra defender ideologias proprias e até mesmo instituiçoes, não falo em defesa dos mesmo que fizeram o filme mas,aqui faço meus questionamentos.
o que a funai faz realmente pelos indigenas?
se o dever de naçao é tratar os indigenas como um povo com direitos iguais aos nossos,que não os somos, porque então até os nossos deputados e senadores e funai não sabe nem ao menos como se chama a propria tribo aqui comentada, que até mesmo o senhor era ao chama-lá...
segundo a tabela foentica dessa tribo registra-se o nome assim chamada por eles: Suruwaha.

antropologia e os povos disse...

caro mercio.
veja que o senhor precisa ver o filme completo e de oculos...
o filme conta a historia veridica de uma indigena chamada Hakani, e segundo os relatos dos prorios indios isso realmente acontece.
porém eles tem uma propria comosmovissao .
mas pelo que vi entendi que os mesmos sofrem por tais atitudes.
percebi também que as crianças que são enteradas são crianças com algum tipo de deficiencia.
por que será qque eles tomam tal atitude? num seria por que não resta-se esperança de um tratamento? num seria por que assim como muitos pobres que vivem em grandes cidades estao a merce da vida e da sorte, sem sequer serem atendidos nas grandes filas de nossos hospitais super lotados.

vejo que nossos caros amigos internautas aqui precisam rever o que realmente sabem sobre os povos....
vamos falar mas antes de falar conhecer o que falamos....
afinal somos civilizados não?
obrigado.

Anônimo disse...

jocumeiros, pelo menos poupem o português de seu barbarismo fundamentalista. a vocês falta leitura, inclusive dos textos sagrados. quem sabe a bíblia não os ajude a escrever um pouco melhor? talvez se tornem até melhores cristãos: êxodo 20:16 “não dirás falso testemunho contra o teu próximo.”

Anônimo disse...

é interessantes a total falta de ignorância e desprezo pela vida, de pessoas q postaram neste blog a favor de mércio.
O carinha q falou contra o argumento da escravatura, precisa se questionar, quanto tempo de vivência ele tem com os suruaha, p/ afirmar com tanta vêemencia "q nenhuma sociedade indígena, mata crianças, principalmente as q tem a idade como as q o filme mostra".Afirma isto é ingorância, coisa de alienado.Aliás sr.anônimo, o senhor já tomou um café com hakani?Ouviu sobre a istóra dela?O senhor já ouviu o irmãozinho dela, q cuidou dela enquanto quase toda uma tribo estava contra a presença de sua irmã?Realmente sua experiência entre os índios, deve ser tão interessante como a do sr.mércio... pífia!!
O q essas pessoas tem feito, não tem nada a ver com ter jesus ou a falta dele realmente, mas sim com o respeito q ele tinha pela vida, independente da raça cor ou credo.
O outro anônimo lá mostrou q teve vasta experiência, entre os índios, q não valeu nada, pois nada fez, pelo contrário, ica com este discursso de multinacionais!!façam-me um favor.
Teriam vcs coragem de permitir, q um filho de vcs, por mais deficiente q seja, deveria ser sacrificado!?
O fato de ser uma "multinacional"(rs!papo de quem não tem argumento para defender a vida humana) q está divulgando uma prática dessas com provas!!!!Repito, com provas!!!!E com declarações dos próprios índios, só expõe ainda mais a nossa vergonha como nação, a nossa inadimplência como cidadãos!

Anônimo disse...

"Sobre o q o anônimo acima pôs sobre os jocumeiros fundamentalistas".
Estes fundamentalistas pelo menos, estão tratando um assunto sério, e dando opiniões sobre o assunto, e vc q decidiu baixar o nível da discussão, e partir para ofensa moral.Se vc não sabe o está acontecendo no seu país, por favor, pergunte a uma mãe suruahá o q está acontecendo, e depois volte a este lugar para dar sua opinião!Aliás vá pesquisar o conceito de fundamentalista, para não ficar falando beseiras em público, e compare o trabalho q a jocum faz!!aliás, o senhor já conversou com o edson e a márcia susuki junto com sua filhinha hakani!?...

antropologia e os povos disse...

acredito que todos com total ciencia de um país democratico que somos dispõem de duas verdades a vida e a liberdade do ser humano está acima de tudo.
inclusive de achismos e tantos "ismos" da vida...
sabe nunca estive com a hakani mas vi um documentario na revista veja sobre ela e a mesma agradece ao irmão por tê-la deichado sobreviver.

Makoto Shimizu disse...

Tive o privilégio de ver a menina Hakani, viva, com os olhos brilhantes, exultante de alegria ! Decepcionante que um suposto antropólogo com tantos títulos tenha escrito um texto tão medíocre, tão sem fundamento, sem pesquisa, sem determinação alguma de buscar a verdade dos fatos. Existe como caçar o título de PhD ? É uma vergonha para a comunidade acadêmica a produção de um texto tão fraco, tão tendencioso, nada tem de científico, é puro preconceito, exala ódio, dá até margem para qualquer fundamentalista dizer que é obra do demônio, é trabalho de um encapetado ! Sai capeta ! Arreda-te Satanás ! Que o bondoso Deus tenha mais misericórdia do Sr Mércio Gomes do que ele tem para com as crianças indefesas.

Anônimo disse...

O senhor Mércio postou hoje um artigo, dizendo que sofreu ataques pessoais, que nada cara!Pessoalmente,deve ser maneiro um churrascão de fim de semana contigo, mas agora, só não podemos adimitir, a omissão e a injustiça!Ninguém opinou quanto a sua integridade moral, mas relatou sobre fatos ocoridos, aliás não ocorridos, que foi a defesa da vida, durante a sua gestão.A opinião de todos aqui, são em cima do que diz respeito sermos porta vozes contra a injustiça, a favor dos direitos humanos!

Anônimo disse...

Pelo q eu saiba, vc foi "expulso" da Funai pelos próprios índios... pq será? É incrível q sua preocupação com os índios (pausa para rir) é mais um preconceito religioso, pq no filme não há cenas que falem sequer sobre Deus... Conheço quem fez o filme mt bem e sei do caráter e d responsabilidade q eles têm, qto à vc, vejo q tem usado da política pra ser mais um no meio dessa nojenta massa q embolsa dinheiro do povo e não faz absolutamente nada pra melhorar nossa nação.
O q vc tem feito pra impedir o infanticídio? Pq vc acusa JOCUM de fazer o filme, se ela não fez? Vc sabia q calúnia e difamação são crimes?
Meu desejo é divulgar este filme à tds q conheço e mostrar ao mundo à pouca vergonha q tentam esconder do nosso país.
Sr. Mércio... use seu dinheiro pra fazer algo de útil e nobre... lute contra o infanticídio e não a favor dele. Tenha dignidade.

DIREITA X ESQUERDA disse...

Sr. Mércio

O Sr. inverteu a ordem das coisas, está protegendo os verdadeiros crimonosos que é a FUNAI COM CONHECIMENTOS DE TODOS ESTES FATOS E NÃO PERMITE UMA AÇÃO PARA PROTEGER AS CRIANÇAS e criminlizando quem fez a denúncia.

O filme veio para denúnciar a omissão da FUNAI e não para dar show macabro. Por causa da defesa de uma cultura satânica que mata crianças indefesas os senhores estão condenando quem denuncia, isso é a moral das: esquerdas, comunismo, marxicismo

Anônimo disse...

cultura satânica? agora o pessoal da jocum começa a mostrar os dentes.

Makoto Shimizu disse...

Agora está contente, quando se menciona algo fundamentalista, xiíta, radical, isso faz a alegria dos endemoninhados ! Não seria mais adequado invocar uma pajelança ? O cordão dos puxa-sacos do Sr Mércio estão muito tímidos, só fazem posts anônimos... Olha, de verdade, o importante seria o Sr Mércio resgatar o espírito científico de pesquisador da verdade, se buscar com toda a sinceridade encontrará a verdade. Pode parecer estranho, mas há gente que não faz as coisas pelo vil dinheiro, mas pela vida, pelo milagre que é cada vida humana. Deus fez os seres humanos à sua imagem e semelhança, Deus não faz acepção de pessoas, para Deus as crianças índias tem tanto valor quanto as crianças não-índias. O Sr Mércio teve uma inspiração divina ao iniciar o blog, e as nossas orações devem ser no sentido de que o Sr Mércio tenha uma experiência autêntica com o Criador, que ele possa conhecer Deus não só de ouvir falar, mas em espírito e em verdade. Que o Sr Mércio seja abençoado com um quebrantamento espiritual, se arrependa, e possa, então, ganhar uma nova vida, em defesa das crianças sendo assassinadas no coração das matas brasileiras. Que o Sr Mércio ganhe um novo coração, novos olhos, novo pensamento.

Anônimo disse...

Ao anônimo das 14:08:

Este "sábio" vocifera contra o fundamentalismo dos jocumeiros. Por acaso sabe qual a definição de fundamentalismo? Caso não saiba, é recomendável se informar. Estranho é perceber que você, que, pelo que escreve, parece se julgar tão douto e sábio, comete deslizes gramaticais graves. Quando diz, por exemplo, "pelo menos poupem o português de seu barbarismo fundamentalista" emprega uma frase de duplo sentido. Poderia tanto estar se referindo ao barbarismo do português como ao dos jocumeiros. Também aconselho a começar qualquer oração com inicial maiúscula. Penso que deveria seguir seu próprio conselho e ler a Bíblia. Talvez ela o ajude "a escrever um pouco melhor" segundo suas próprias palavras.

L.L.Soares

Anônimo disse...

Ao anônimo das 14:08:

Este "sábio" vocifera contra o fundamentalismo dos jocumeiros. Por acaso sabe qual a definição de fundamentalismo? Caso não saiba, é recomendável se informar. Estranho é perceber que você, que, pelo que escreve, parece se julgar tão douto e sábio, comete deslizes gramaticais graves. Quando diz, por exemplo, "pelo menos poupem o português de seu barbarismo fundamentalista" emprega uma frase de duplo sentido. Poderia tanto estar se referindo ao barbarismo do português como ao dos jocumeiros. Também aconselho a começar qualquer oração com inicial maiúscula. Penso que deveria seguir seu próprio conselho e ler a Bíblia. Talvez ela o ajude "a escrever um pouco melhor" segundo suas próprias palavras.

L.L.Soares

Anônimo disse...

é inacreditável que pessoas como você seu Mércio não tem um pingo de sensibilidade no coração !! e ainda se diz preocupado com nossos indios ?? qual é meu irmão !! se alguém postou as cenas é porque coisas horríveis acontecem coom nossos irmão indígenas e a nossa tão brilhante FUNAI sabe e não têm interesse nenhum em trazer a público é uma vergonha não só para o nosso País , mas para o mundo todo !!
E por favor seu Mércio deixa de ser tão "politico" e vê se ajuda nossos missionároios em alguma coisa ao invés de atrapalhar !!

direita x esquerda disse...

Sr. Mércio

Um post anônimo ficou impressionado com a palavra "SATÂNICO" que usei para definir a cultura indígena de enterrar crianças vivas, mas não o impressionou o fato dos indios enterrarem crianças vivas, parece que ele se ofendeu com a palavra mas não com a matança de inocentes, que tipo de pessoa é ele??? outra coisa não sou da JOCUM e não a conheço, sou um cidadão que se escandalisa com esse tipo de crime com a anuência dos orgãos públicos. Tudo isso é fruto da mente deformada dos: esquerdista, merxicistas e comunistas!!!!!!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Que DEUS o Nosso SENHOR tenha misericórdia da sua pobre alma seu Mércio !!

Anônimo disse...

seu Mércio o senhor não quer que nosso povo saiba da realidade que ocorre entre nossos indios?? não entendi!! logo o senhor que deveria ajudar !! é incrível !!me desculkpe mas o senhor é por acaso candidato a algum cargo político ?

Anônimo disse...

Meus parabéns ao casal Edson e Márcia Suzuki se esse Mercio ajudasse vocês em suas missões seria bem melhor e nossos indios estariam bem melhores !!
Que DEUS abençoe vocês !!
A VERDADE DÓI!!!

Anônimo disse...

Meus parabéns ao casal Edson e Márcia Suzuki se esse Mercio ajudasse vocês em suas missões seria bem melhor e nossos indios estariam bem melhores !!
Que DEUS abençoe vocês !!
A VERDADE DÓI!!!

direita x esquerda disse...

Sinto dizer sr. Mércio,

Só um coração saturado de ESGOTO fétido criminalisa o denunciante, quem fez o filme, sem mostrar nenhuma sesibilidade pela morte de crianças soterradas, vc já pensou o que significa isso??? prenda a respiração por 5 minutos e se coloque no lugar daquelas crianças tentando respirar e aspirando terra pelo naris e pela boca, é nisso que vc tem que se concentrar, vcs são uns monstros!!!!!!!!

Mity disse...

Sou a favor da vida e respeito muito a cultura dos índios.Mas tdos têm o direito da escolha e infanticídio só leva a morte.
Também conheci Hakani e graças a um índio que a salvou ela pode respirar e viver sua vida! Isso é VIDA! Não tem preço...
Não tem cabimento criticar missões missionárias enquanto vc perde seu tempo falando mal ao invés de fazer algo para que mais vidas sejam salvas!
Enquanto houver esperanças lutaremos pela vida deles, SIM!

Anônimo disse...

Gostaria te lhe fazer uma pergunta...
Pra vc Indio é gente?
Pois pra mim decente de indígenas, indio é gente sim! E Tem direito ao desenvolvimento em todas as áreas assim como o restante da humanidade. E sem contar que tem os mesmos direitos de vida que eu vc ou meu filho.Se no Brasil não é permitido fazer um aborto, a naum ser casos especificos de estupro, ou doenças q realmente comprometam a vida do feto e da mãe, pq seria entaum permitido eu enterrrar o mesmo " feto" depois de 4 anos de idade por ex.???
Incoerente não eh?
Espero que a justiça não considere " bichos" ou seja lá o que...nosso povo...

Troi disse...

Please consider that these indians lives matter. I respect that cultural tradition is very important, but NOT at the cost of the lives of innocent children. The indians MUST be categorized as HUMAN, as they are. Simply; they are! Please act now! The World is watching and waiting for your humane response!

Anônimo disse...

o casal Márcia e Edson Suzuki são missionários a anos e sempre se preocuparam com nossos indios, nunca desviaram dinheiro para viagens particulares, pois vivem na tribo, na selva amazônica possuem filhos adotados de tribos indígenas, que eles ajudam a manter, são pessoas humildes e grandemente usadas por DEUS, não precisam estar onde estão sem nenhum conforto, lutando para defender nossas crianças, poderiam estar entre nós no conforto de suas casas, conhecendo o mundo, as coisas maravilhosas que nosso País nos oferece, mas ao contrário escolheram ajudar outras pessoas que tanto necessitam e que estão à mercê de entidades governamentais como a nossa FUNAI que é quem deveria estar ajudando nossas crianças indígenas a terem ima vida e um futuro mais digno, mas que infelizmente possuem pessoas como o Tal Mércio, que só pensa em seu próprio umbigo,!!
aposto que ele não mora em alguma aldeia! aposto que ele não fica no meio das crianças indígenas!, aposto que ele nunca se preocupou com a matança aqui mostrada no vídeo, que é verdadeiro !!
é muito fácil falar mal sem conhecer as pessoas e o que elas fazem para nossa sociedade de bom !!
ESDON E MÁRCIA SUZUKI meus parabéns !!! estamos com vocês !!orando sempre em favor das nossas crianças, indígenas ou não !!
Vocês são um exemplo a ser seguido por outros missionários e porque não por nossos políticos que quase nada fazem para mudar a realidade do nosso País !!!
"Ninguém tem o direito de tirar a vida de uma criança seja ela indígena ou não", não podemos confundir cultura com infanticidio !!

Que D E U S os A B E N Ç O E !!!!

João Elcio Àreas - Policial Militar

Anônimo disse...

o casal Márcia e Edson Suzuki são missionários a anos e sempre se preocuparam com nossos indios, nunca desviaram dinheiro para viagens particulares, pois vivem na tribo, na selva amazônica possuem filhos adotados de tribos indígenas, que eles ajudam a manter, são pessoas humildes e grandemente usadas por DEUS, não precisam estar onde estão sem nenhum conforto, lutando para defender nossas crianças, poderiam estar entre nós no conforto de suas casas, conhecendo o mundo, as coisas maravilhosas que nosso País nos oferece, mas ao contrário escolheram ajudar outras pessoas que tanto necessitam e que estão à mercê de entidades governamentais como a nossa FUNAI que é quem deveria estar ajudando nossas crianças indígenas a terem ima vida e um futuro mais digno, mas que infelizmente possuem pessoas como o Tal Mércio, que só pensa em seu próprio umbigo,!!
aposto que ele não mora em alguma aldeia! aposto que ele não fica no meio das crianças indígenas!, aposto que ele nunca se preocupou com a matança aqui mostrada no vídeo, que é verdadeiro !!
é muito fácil falar mal sem conhecer as pessoas e o que elas fazem para nossa sociedade de bom !!
ESDON E MÁRCIA SUZUKI meus parabéns !!! estamos com vocês !!orando sempre em favor das nossas crianças, indígenas ou não !!
Vocês são um exemplo a ser seguido por outros missionários e porque não por nossos políticos que quase nada fazem para mudar a realidade do nosso País !!!
"Ninguém tem o direito de tirar a vida de uma criança seja ela indígena ou não", não podemos confundir cultura com infanticidio !!

Que D E U S os A B E N Ç O E !!!!

João Elcio Àreas - Policial Militar

Anônimo disse...

o casal Márcia e Edson Suzuki são missionários a anos e sempre se preocuparam com nossos indios, nunca desviaram dinheiro para viagens particulares, pois vivem na tribo, na selva amazônica possuem filhos adotados de tribos indígenas, que eles ajudam a manter, são pessoas humildes e grandemente usadas por DEUS, não precisam estar onde estão sem nenhum conforto, lutando para defender nossas crianças, poderiam estar entre nós no conforto de suas casas, conhecendo o mundo, as coisas maravilhosas que nosso País nos oferece, mas ao contrário escolheram ajudar outras pessoas que tanto necessitam e que estão à mercê de entidades governamentais como a nossa FUNAI que é quem deveria estar ajudando nossas crianças indígenas a terem ima vida e um futuro mais digno, mas que infelizmente possuem pessoas como o Tal Mércio, que só pensa em seu próprio umbigo,!!
aposto que ele não mora em alguma aldeia! aposto que ele não fica no meio das crianças indígenas!, aposto que ele nunca se preocupou com a matança aqui mostrada no vídeo, que é verdadeiro !!
é muito fácil falar mal sem conhecer as pessoas e o que elas fazem para nossa sociedade de bom !!
ESDON E MÁRCIA SUZUKI meus parabéns !!! estamos com vocês !!orando sempre em favor das nossas crianças, indígenas ou não !!
Vocês são um exemplo a ser seguido por outros missionários e porque não por nossos políticos que quase nada fazem para mudar a realidade do nosso País !!!
"Ninguém tem o direito de tirar a vida de uma criança seja ela indígena ou não", não podemos confundir cultura com infanticidio !!

Que D E U S os A B E N Ç O E !!!!

João Elcio Àreas - Policial Militar

Anônimo disse...

I have seen the HAKANI film and applaud its efforts to help the Indians give voice to their own desire to end the evil of infanticide that has existed within their culture. This is not a "foreign" entity exploiting the Indians; rather it is a friendly endeavor, trying to help the Indians' own heart-cry and pain be heard by the Brazilian government. Please embrace Muwaji's Law and help the Indians protect the value of human life among these tribes that are bordering upon extinction! We protect the lives of animals; let's protect the rights of PEOPLE to live!!

Dawn Gauslin
Hawaii, USA

João D. disse...

Senhores, acho que há um consenso, apesar da troca de ofensas entre um e outro: ninguém é a favor do infanticídio, certo?

O problema não é a Jocum defender a vida, cuja garantia é clásula pétrea da Constituição Federal. A campanha, embora pareça legítima, é criminosa. Criminosa por afrontar justamente a Constituição, mais especificamente o artigo 231, ao impor a esses índios uma religião a qualquer custo.

A campanha da Jocum não passa de uma cortina de fumaça para o fim precípuo da entidade: catequizar. Quem diz isso é a própria presidente da Jocum, sra. Bráulia Ribeiro, quando em um congresso missionário assim relatou seu contato com os Zuruahã:

“Era uma tribo intacta. Eu falei: essa tribo é um tesouro, a gente tem que chegar lá antes que os exploradores, antes que os emissários do diabo cheguem para destruir”.

A sra. Márcia Suzuki reitera a intenção da Jocum quando, em entrevista gravada ao Fantástico (25/09/2005), afirma: "Nós acreditamos que.... tira aí, por favor. Não queremos entrar... na realidade nossa motivação é religiosa”.

É preciso sim impedir que histórias como a de Hakani se repitam, mas dentro da lei e sem pretensões obscuras.

Sob pretexto de salvar a vida de crianças, a Jocum ameaça toda uma comunidade: ninguém aqui mencionou que os Zuruahã têm uma taxa muito elevada de suicídio, que continua (senão se intensificou) com a presença da missão na aldeia. E expôr os indivíduos de um povo tão fragilizado a um psicodrama de mau gosto deve ajudar muito a aumentar essa conta macabra.

A presença da Jocum na aldeia é ilegal, mas não podemos culpá-la. Ela apenas se beneficia das deficiências de um Estado apático.

Anônimo disse...

É muito fácil o Sr. meter o Pau e ver o povo só vendo um lado.
vejam o outro lado da história neste blog que acabei de ver:

www.juliosevero.com.br

Makoto Shimizu disse...

Caro João D., parabéns por ter a coragem de ao menos mencionar o primeiro nome. Olha, seria importante vocês conhecerem algumas das crianças salvas de terem sido sacrificadas simplesmente por que tinham alguma deficiência física. Há etnias em via de integração que reconhecem que há algo de bom na medicina dos "brancos". Muitas vidas inocentes podem ser poupadas se for dada a oportunidade deles conhecerem outras realidades, e lhes for dada a oportunidade de escolher, LIVRE ARBÍTRIO - Eles podem querer ou não ter contato com os brancos, mas isso é DIREITO INALIENÁVEL DELES, os povos indígenas isolados não deram procuração alguma para instituição alguma mantê-los isolados, como que num zoológico, alienados. Só um ESTADO TOTALITÁRIO condenaria ao eterno isolamento os povos indígenas. Os índios são tão gente como a gente, estão USURPANDO deles o direito deles fazerem escolhas, opções. Estudem História, vejam a vergonha que foi há centenas de anos questionar se os negros, se os índios tinham alma ou não, se deveriam ser considerados humanos, já basta de ignorância, já basta de autoritarismo. Milhões de indígenas foram mortos ao longo de centenas de anos de imposição dos brancos, nunca dando a eles a chance de falarem, opinarem - A FUNAI não é onipotente, a FUNAI não é onipresente, a FUNAI não é dona da verdade.

Jr disse...

Sr Mércio, a primeira preocupação ao assistir este vídeo não seria a de se descobrir se tais fatos são verdadeiros? Não deveríamos pensar que o vídeo é uma denúncia e sendo uma denúncia deveria ser averiguado e tomado as devidas providências? Ao que percebo nas palavras do senhor sua maior preocupação é em rotular pessoas ou grupos religiosos. A meu ver os responsáveis pelo vídeo não cometeram nenhum crime, a liberdade de expressão ainda é um direito adquirido. Devemos sim cobrar das autoridades uma investigação séria pois todos têm o direito a vida.
Ass: JURA

Kelly disse...

Enterrar filhos vivos é assassínio, pura e simples. Muitas pessoas nestes tribos que não gostaria de dar continuidade a esta prática de infanticídio, de salvamento e de muitas crianças a partir de enterro ... No entanto, eles são, então, rejeitadas pelos seus comunidades tribais e obrigadas a viver no seu próprio na selva, ou que sejam tomadas no cargo por outros e que vivem na selva, em nome da justiça e com base na crença de que toda a vida é sagrado. Se as pessoas acreditam em Deus ou não, quer sejam religiosas ou não, certamente que eles possam reconhecer que está errado matar crianças.

Sou grato que a Lei do Muwaji é uma tremenda oportunidade para mudar a forma como infanticídio é abordada no Brasil com os povos indígenas. Espero e faço votos de que o governo brasileiro irá passo em fazer cumprir a lei e contra o assassinato, e salvar essas crianças daqueles que pretendem prejudicá-los.

Apoio a exibição deste filme, e acredito que isso equivale a tentar pôr cobro a comportamentos egoístas, e de auto-protecção. Como pode beneficiar as pessoas, permitindo que as tribos de matar aqueles em seu meio, na cara das pessoas que irão assumir a responsabilidade por essas crianças? Trata-se abusivas.

O filme foi feito com atores, e ninguém foi prejudicado coagida ou de qualquer forma. A "sujeira" as crianças parecem ser enterrado na verdade é chocolate. Os atores participaram neste filme, porque pessoalmente opor enterrar crianças vivas, e eles querem falar-se de si próprios, para as suas crenças, e para as crianças.

Ver este filme, espalhar a palavra, e apoiar os esforços para obter Muwaji da lei aprovada. Entre em contato com o governo e apoiar a sua voz de Muwaji da Lei ... para o bem das crianças.


Se você deseja apoiar o lançamento deste filme e mostrando-se mais e mais para aumentar a consciencialização, por favor, vá para o site:

http://hakani.org/en/give.asp

michaelyourfriend disse...

Hello,

I don't speak Portuguese but I am familiar with the issue surrounding this documentary.

Nothing could be more simple but that it is inhumane to treat one group of people by a different standard than another. Where do rights come from? Not from the laws. Whether there are good laws or not, every person has rights - protected or unprotected.

It's wrong to overlook the killing of innocent people. I see a lot of "conspiracy theory" statements about the motives of those who made this movie. I see no evidence that they have any motive but to promote the welfare of an abused, innocent people.

Men must make laws, but rights do not come from man.

Thanks for reading.

Michaelyourfriend

Kelly disse...

Michaelyourfriend:
I don't speak Portuguese either - I translated my message online and posted in Portuguese. Here it is in English:

Burying children alive is murder, plain and simple. Many people in these tribes do not want to continue this practice of infanticide, and rescue many children from burial... however, they are then shunned by their tribal communities and forced to live on their own in the jungle, or they are taken in and cared for by others living in the jungle, in the name of justice and based on the belief that all life is sacred. Whether people believe in God or not, whether they are religious or not, surely they can acknowledge that killing children is wrong.

I am thankful that Muwaji's Law is a tremendous opportunity to change how infanticide is addressed in Brazil with the indigenous people. I hope and pray that the Brazilian government will step in and enforce the law against murder, and save these children from those who wish to harm them.

I support the showing of this film, and believe that trying to stop it amounts to selfish behavior, and self-protection. How can people benefit by allowing the tribes to kill those in their midst, in the face of people who will assume responsibility for those children? It's unconscionable.

The film was made with actors, and no one was harmed or coerced in any way. The "dirt" the children appear to be buried in is actually chocolate. The actors participated in this film because they personally oppose burying children alive, and they want to speak up for themselves, for their beliefs, and for the children.

See this film, spread the word, and support the effort to get Muwaji's Law passed. Contact the government and voice your support of Muwaji's Law ... for the sake of the children.


If you want to support the release of this film and showing it more and more to raise awareness, please go to the website:
http://hakani.org/en/give.asp

Anônimo disse...

http://hakani.org/en/give.asp

Anônimo disse...

http://hakani.org/pt/

enf disse...

Prezado Sr. Mercio,

Eu certifico que todas as criancas na cena de infanticidio do documentario tinham sido previamente resgatadas de suas tribos, pois teriam sido brutalmente assassinadas simplesmente por nao serem perfeitas fisicamente. Uma delas foi retirada do buraco apos 3 horas debaixo da terra. Se o Senhor nao se importa com o assinato dessas criancas indigenas, porque a preocupacao com a forma como essas mesmas criancas foram tratadas durante a filmagem?

Nao se pode abracar os dois lados do mesmo debate. Ou o Sr. e' A FAVOR ou e' CONTRA o assassinato pre-meditado de criancas, seja a motivacao do ato a que for.

Eis a questao: Preservacao da Cultura vs. Preservacao da Vida de Criancas. Eu, juntamente com milhoes de brasileiros, estamos do lado da vida.

Anônimo disse...

...download grátis do filme no site

http://hakani.org/pt/

Anônimo disse...

...download grátis do filme no site

http://hakani.org/pt/

enf disse...

Sr. Mercio,

O Senhor tem a sua frente neste momento nada menos que uma tremenda oportunidade para demonstrar lideranca eficaz, face a um desafio tremendo. Nos, brasileiros, precisamos desesperadamente de lideres que tenham a coragem de se posicionar do lado do bem. Eu creio que no fundo o Senhor sabe que proteger a vida de criancas, independente da cultura regente, e' o ato certo neste momento. Nao tenha medo de se posicionar a favor da vida. Para este fim o Senhor tem o meu apoio.

Makoto Shimizu disse...

Sr. Mércio, o que é mais importante, salvar vidas ou ficar processando ONGs e pessoas ? Mr. Mercio, what is most important ? To save the life of innocent children or to prosecute NGOs ? O Sr. teria a capacidade de envergonhar-se, arrepender-se do que está fazendo ? Shame on you Mr Mercio ! Arrependa-se,e passe a trabalhar pelos que lutam pela vida, pela decência, seja porta-voz de causas que defendam a vida, e não assassinatos e omissão. Repent, and give up defending murder and omission.

Anônimo disse...

GENTE... POLITICÍDIO É CRIME?

Makoto Shimizu disse...

A TRIBO DOS PÉS-SECOS, é uma mistura de etnias de várias origens, migram para o Planalto Central do Brasil, uma característica é que, regra geral, não molham os pés, usam calçados, ficam encapsulados em escritórios isolados do mundo exterior, não experimentam nem o calor nem o frio do mundo real devido ao ar condicionado - viajam encapsulados em automóveis, elevadores, condomínios fechados - ah, sim, as ocasiões em que molham os pés é em piscinas de clubes e resorts exclusivos, longe da plebe (que só tem contato com a elite dos pés secos para servir e dizer SIM, OUI, YES !) Os pés-secos dominam, manipulam o que consideram sub-etnias, sub-espécies, gostam mesmo é de ouvir SIM, os famosos YES-MEN e YES-WOMEN, detestam ser contrariados, quando isso ocorre, vociferam, ameaçam processar, prender, expulsar, censurar. Outras características dos pés secos é que possuem olhos só para si mesmos, ouvidos seletivos só para elogios, mas, infelizmente, acabam tendo secos seus corações... mumificados...

Thomas disse...

How can anyone defend the position that these children should not be protected under Brazilian law from torture and death? There is an obvious racial double standard here. Would you defend the same actions done to a non-indigenous child? I admire anthropology as a discipline, but it is pure idiocy (if not pure evil) to use it to excuse burying children alive. Can you even hear yourself speak?!? Are tribal people not entitled to the same basic human rights as "Brazilians?"
Mr. Mercio, what are your positions on animal cruelty, slavery, and child prostitution? I just don't want to assume anything, considering your ludicrous position on this issue.

Kleber disse...

Só pra reflexão seguem alguns artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Artigo III

Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.


Artigo VI

Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei.

Artigo VII
Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

Artigo VIII

Toda pessoa tem direito a receber dos tributos nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.

]


Artigo XVIII

Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.


Artigo XXV

1. Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.
2. A maternidade e a infância têm direito a cuidados e assistência especiais. Todas as crianças nascidas dentro ou fora do matrimônio, gozarão da mesma proteção social.

Sandra Mistro disse...

Boa noite Sr. Mércio,
Estou desapontada com sua postura, é muita falta de amor e respeito à vida.
Lamentávelmente a verdade implícita está sendo negligenciada.
A questão não é o filme em si, mas a realidade que ele retrata, pois nós sabemos que povos índigenas matam seus bebês, por razões de crendices. Justifica?
Acreditar que se nascem gemêos ambos devem morrer porque não se sabe quem é de Deus ou do diabo? Por favor .... é o cúmulo do absurdo!
O que o senhor tem feito para que isso não aconteça?

Veja bem,não é uma questão de religião, mas sim uma questão de direito de viver que todos temos.

Ninguém dos nascidos entre os índios escolheu nascer naquele lugar, portanto eles têm o direito de se manifestar em relação aos seus próprios costumes, o senhor já perguntou para eles se gostariam de ser enterrados vivos ? Porque me parece fácil enterrar uma criança indefesa,não acha?
O senhor gostaria de viver esta experiência? e se fosse teu filho?

Faz nos um favor : Trabalhe com seriedade por uma causa tão séria : A VIDA.

Este Filme demorou na minha opinião, e espero que muitos possam asstistí-lo,porque eu ainda acredito no amor, e juntos podemos mudar questões como esta, mesmo tendo que lutar contra " antigas leis". Não se esqueça estamos vivendo em outros tempos.

Rosalice Sampaio disse...

Olá Sr. Mércio,

Vi o vídeo HAKANI hoje... Fiquei com algumas dúvidas: Há quanto tempo a FUNAI tem conhecimento da prática do infanticídio? Ou nunca soube a respeito?

Se havia conhecimento da prática - abominável à qualquer cultura - por que não se fez algo a respeito antes?

Acaso a criança indígena tem menor valor de existência?

Miseravelmente, vivemos nos últimos anos, o Brasil onde CRIANÇAS, indígenas ou não, estão perdendo o status de seres humanos.

Infelizmente, é a perda desse status, associada à minha omissão cidadã - e de milhares de outros - que possibilitam os frios assassinatos de crianças, a existência das "FEBENS", a exploração do trabalho infantil, dentre outros...

Anônimo disse...

rs!rs!Gente quer dizer agora que tentar salvar a vida de uma criança, é tentar implantar uma religião!?Que ridículo!
Meus queridos, conheci edson susuki, eu o ouvi falar em público sobre o seu trabalho, e única intenção religiosa que eles tem é q a vida humana tenha dignidade!!É que uma mãe tenha direito de ver o seu filho viver!
Eles trabalahm com esta gente a mais de 20 anos, nunca precisarams se promover, e não é hoje q vão precisar!!

Anônimo disse...

A menina isabela nardoni morreu de forma brutal pelos seus pais,e a reação pública é única. Por que para as pequenas crianças índígenas as coisas tem de ser assim!?Por que com os índios é diferente?Por que a matança de seus próprios filhos lhes são outorgados, se todos os homens são iguais perante a lei dos homens e perante a lei de deus?Na verdade eu prefiro a lei de Deus, nela eu tenho certeza, que todos somos iguais, porque somos feitos a sua imagem e semelhança!

Anônimo disse...

SEUS TOLOS !

A CULTURA INDIGENA QUE VCS TANTO QUEREM PRESERVAR VAI CONTRA A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA E AI ?

ISSO É CRIME!

E SE PEGASSEM ALGUM FAMILIAR SEU E FIZESSEM ISSO ?

AAAA DAI NÃO SERIA CRIME NÉ !!

DAI TUDO MUNDO TERIA DE FICAR SABENDO!!!

VCS ESTÃO TENTANDO ESCONDER, PORQUE NÃO TEM CAPACIDADE PARA COMBATER UM ATO TÃO FEIO E CHOCANTE QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL !!!

Haroldo Rebonato disse...

Envie uma mensagem ao seu deputado ou para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias para que apressem a votação do projeto de lei PL-1057/2007, chamada Lei Muwaji. Centenas de crianças indígenas inocentes são mortas anualmente no Brasil por mera tradição. Acesse www2.camara.gov.br e envie sua mensagem antes que o projeto seja arquivado e esquecido.

Anônimo disse...

"quando há a intercorrência de algo que seria muito difícil para uma sociedade de subsistência baseada em um equilíbrio social testado milernamente, e com muito êxito - antes da chegada dos malditos cristãos nessa terra -, sustentar.
decerto foi porque a violência sofrida não era particularmente direcionada às crianças, mas muito pelo contrário, fruto de um extremo e profundo desgosto de viver depois da intervenção melévola e irreversível dessa nossa sociedade cristã "tão justa". Os Suruwaha estavam, não matando a suas crianças, mas matando a si mesmos, a todos, o suicídio sendo um artifício evidentemente extremamente doloroso e presente nessa sociedade. E pelo que sabe sabe, isso continua."
shuyahsyuyahsshsyyhs esse "antropolouco" só fala merda. Mas é petelho, tinha que dar niso mesmo. Única coisa que petelhos sabem fazer é se acomodar no governo, desviar verbas, e mentir dizendo que não sabiam de nada.

Makoto Shimizu disse...

Convidaria o Sr Mércio a ler atentamente o site, e como é poliglota, pode ler duas vezes, em português e inglês, para compreensão de que se trata de um assunto de intesse universal,
http://www.hakani.org/pt/quebrando_silencio.asp
Quebrando o Silêncio

Tem assuntos que ninguém gosta de falar. Quando uma mulher indígena do grupo arawá sai para dar à luz, por exemplo, ninguém vai junto. Esse é um momento só dela. Ela sai sozinha, mesmo que seja muito jovem e aquele seja seu primeiro bebê. Ela procura uma árvore ou arbusto onde possa se apoiar, se agacha, e ali enfrenta suas dores. É ali, na hora do parto, que essa jovem mãe tem a grande responsabilidade de decidir o futuro da criança. Ela só poderá ficar com o bebê se ele for perfeito.

Se por alguma razão ela volta para a casa sem o bebê nos braços, o silêncio é geral. Ninguém pergunta o que houve. Nem o pai da criança, nem os avós, nem a amiga mais próxima. A jovem se afunda em sua rede, muitas vezes sem coragem ou forças nem para chorar. O assunto morre ali mesmo. Ninguém pergunta por que ela voltou sem o bebê. A mãe terá que carregar sozinha, em silêncio, pelo resto da vida, a lembrança dessa maldição, dessa má sorte, dessa infelicidade.

Às vezes ouve-se ao longe o choro abafado da criança, abandonada para morrer na mata. O choro só cessa quando a criança desfalece, ou quando é devorada por algum animal. Ou quando algum parente, irritado com a insistência daquele choro, resolve silenciá-lo com uma flecha ou um porrete.

Depois disso o silêncio é absoluto.

O infanticídio é um tabu. Da mesma maneira que o assunto é evitado nas sociedades indígenas, é evitado também na nossa sociedade. Ninguém fala, ninguém enfrenta, ninguém toma posição.

A posição mais cômoda continua sendo a da omissão - omissão muitas vezes maquiada de respeito às diferenças culturais.

Estamos vivendo um momento de mudança de atitudes. Algumas mulheres indígenas resolveram abrir a boca sobre esse assunto, tão polêmico e ao mesmo tempo tão doloroso para elas. A partir da iniciativa dessas mulheres, o tabu começou a ser quebrado e a mídia nacional vem veiculando diversas matérias sobre o assunto (Revistas Consulex – outubro 2005, Problemas Brasileiros, do SESC/SP de maio-junho 2007; Cláudia, julho de 2007; Veja, agosto 2007, dentre outras).

Nossa sociedade precisa parar de falar por um momento e ouvir essas vozes.

Os números são alarmantes.

Quebrando o Silêncio aborda o infanticídio a partir do depoimento dos próprios indígenas. Reúne relatos de parentes de vítimas, de agressores e de sobreviventes.

São ouvidos, ainda, antropólogos, advogados, religiosos, indigenistas e educadores.

Esperamos que este material ofereça dados suficientes para que se possa pelo menos tomar uma decisão importante. A decisão de levar essa discussão adiante - ouvir, discutir, refletir, com imparcialidade, e criar condições para que as comunidades indígenas possam resolver os conflitos que causam o infanticídio. Que, pelo menos por um momento, possamos silenciar ideologias e paixões e ouvir com empatia a voz de mulheres que se cansaram de enfrentar sozinhas essa dor. Que possamos tomar a decisão responsável de quebrar o silêncio sobre o infanticídio.

Lázaro Murta disse...

Sr. Mércio Gomes, não entendo quando o senhor fala em farsa, com relação ao filme. Não é do seu conhecimento que algumas tribos indígenas praticam o infanticídio? Isso realmente me deixa surpreso, logo vindo de um ex-presidente da Funai.
Quanto ao filme, que retrata uma realidade difícil, este tem a missão de divulgar tal realidade. Me causa estranheza o comportamento dos órgãos governamentais em super proteger a cultura indígena mesmo que tal cultura incentive a morte de crianças que nasçam com defeitos físicos, por exemplo. Logo no Brasil, país signatário de diversos tratados internacionais que buscam a proteção e garantia da vida, e tem uma Constituição igualmente preocupada com tais valores. Espero de coração que a vida seja, de fato, protegida em nosso país. No "papel" está perfeito...

Anônimo disse...

Why are you trying to shut down the film "Hakani" and it's web site? Instead, why not take it as an indication that something must be done to help Indians who are trying to escape from cultural pressures to kill their children? Movements like this can't be silenced. The harder you clamp down, the harder the dissenters' resolve will become. If it's not Hakani, it will be something else. So better to work toward dialogue than employ strong arm tactics.

Acorda Brasil!!! disse...

Quero antes de mais nada, dar os parabéns ao Sr. Mércio por sua atitude corajosa, de não retirar todos os tópicos que o recriminam.
Tive o cuidado de ler quase todos e me parece que só um foi retirado, o do Sr. Julio Severo www.juliosevero , pelo que já li no blog do Sr. Julio, com certeza a retirada não foi causada por ofensas pessoais e sim, pela apresentação de fortes argumentos.
Vamos aos fatos: _ É incrível o que o poder da desinformação e manipulação de fatos pode fazer.
O Sr. Mércio parte de um pressuposto, de que a mentira pode ser apresentada como verdade e o povo irá engoli-la da mesma forma que engole as mentiras sobre a corrupção governamental.
Como bem apresentou em seu post, o Sr. Alexandre Pralon – RJ
(George Orwell classifica em seu ensaio 1984, onde cria o conceito duplipensar. "Saber e não saber, ter consciência de completa veracidade ao exprimir mentiras cuidadosamente arquitetadas, defender simultaneamente duas opiniões opostas, sabendo-as contraditórias e ainda assim acreditando em ambas; usar a lógica contra a lógica, repudiar a moralidade em nome da moralidade, crer na impossibilidade da Democracia e que o Partido era o guardião da Democracia".)
Houvesse feito pesquisa inteligente e teria conhecimento do texto abaixo, (se já o conhecia a situação é pior ainda) retirado do site Hakani.org, podendo repensar então, sobre suas posturas quanto à questão de assassinatos de crianças, indígenas ou não indígenas(reparou que o caso Isabela já está trazendo frutos, com pessoas insanas a repetir o feito?).
"Sobre o Making Of

O filme-documentário HAKANI foi feito em cooperação com dez povos indígenas diferentes. Esta demonstração de união sem precedentes revela a determinação de muitos indígenas que estão lutando para serem ouvidos.

A maioria das crianças que atuam no filme são vítimas que foram resgatadas. Algumas das quais foram literalmente desenterradas por parentes ou vizinhos.

Os adultos que atuam no filme ou são sobreviventes de infanticídio, ou indígenas que salvaram alguma criança que estava destinada à morte.

Nenhuma criança se feriu durante as filmagens. As cenas de enterro, apesar de parecerem reais, foram feitas com truques cinematográficos de Hollywood. O diretor do filme, David L. Cunningham, utilizou bolo de chocolate esfarelado para parecer terra. Uma brincadeira foi feita então, onde as crianças foram convidadas a comer a “terra” de chocolate e então, com truques de fotografia e edição, as cenas de enterro foram produzidas. A criança que interpreta a pequena Hakani bebeu leite com chocolate que imitava uma poça de lama, e comeu balas de goma em formato de minhoca!

A segunda parte do documentário traz depoimentos de indígenas sobres suas terríveis experiências pessoais com infanticídio onde eles pedem que seu povo pare com essa prática.

Ficamos felizes ao receber a notícia através da terapeuta da pequena Hakani sobre o impacto positivo que a realização deste filme teve na vida da menina. Hakani memorizou cada frase do filme e pela primeira vez desde que foi resgatada, passou a falar e a cantar na sua própria língua nativa, a língua Suruwahá!"

Voltando à questão do repensar, irei te pedir Sr. Mércio, algo que considero impossível, mas o peço porque apesar de considerar, acredito que podem acontecer impossíveis neste mundão de Deus: _ Repense sua postura e passe a usar sua inteligência e sabedoria em favor de acabar com o morticínio de crianças indefesas, tanto as indígenas quanto às de outras raças. Com certeza estará trazendo contribuição de muito maior valor à sociedade em que vivemos.
Em tempo: Só conheço a FUNAI e a JOCUM de ouvir falar.
Abraços,
Cláudio Fontes

André L. disse...

Não entendi sua preocupação, senhor antropólogo. Por favor, nos esclareça: Pelo seu ponto de vista, é a JOCUM que enterra as crianças vivas? Ou ela não deveria ter trazido a público o "sagrado" ritual indígena? Sinceramente... te achei completamente incoerente. Afinal, se opor a quem denuncia resolve alguma coisa?

Anônimo disse...

Free exchange of information should be a high priority for our world community. We deplore the attempt to hide the truth that is presented on this website. Please allow it to remain and prove its truthfulness.

Anônimo disse...

Sr. Mércio, por gentileza, deixe de hipocrisia barata e ponto final.

Marcus disse...

Sr. Mércio,

The world is watching. Lives of human beings hang in the balance. Children. Flesh and blood. We trust you will reverse your position and protect those souls over whom you have been charged to watch.

The question lies not with JOCUM, Sir, nor this Hakani film. The question of life or death lies now with you. So: Life? or Death?

Anônimo disse...

ENCENAÇÃO CRIMINOSA???? SERA QUE NAO É A SUA CONDUTA QUE TA SENDO CRIMINOSA???? O SENHOR É UM TREMENDO DE UM INSENSSATO, ESTUPIDO, IGNORANTE, ERRANTE. SINCERAMENTE NAO ACREDITO QUE O SENHOR VERDADEIRAMENTE SEJE ASSIM, NAO DA PARA ACREDITAR! O QUE IMPORTA A A N T R O P O L O G I A
SERÁ QUE A VIDA NÃO SEJE MAIS VALIOSA QUE OS CONCEITOS ANTROPOLOGICOS? DESCULPE PELA MINHA SINCERIDADE E INDELICADEZ, MAS É ESTARRECEDOR A SUA POSTURA FRENTE AO PROBLEMA. O SENHOR NAO ACREDITA QUE SEJE REAL? VENHA CONFERIR O SENHOR MESMO AQUI EM RONDONIA, VENHA VER DE PERTO, CRIANÇAS SENDO MORTAS DE FORMA BRUTAL. ESPERO QUE O SENHOR PELO MENOS MEDITE NOS TANTOS COMENTARIOS POSTADOS AO SENHOR REPUDIANDO TAL CONDUTA.

Charis Jackson disse...

I highly support the Hakani Project film. This is a story that needs to be told. It can make a positive difference for the children involved. Please support it-- for the children's sake.

Rhoda Mulhall disse...

Sr. Mercio, I know you have a diffucilt situation before you concerning the Hakani Project Film. I support the film on behalf of the Children and people who have a right to see what is going on in the world.
Rhoda Mulhall (Australia)

PCR disse...

Sr. Mercio,
Primeiro, parabéns por expor para todos o(s) motivo(s) pelo o(s)qual (quais) os indígenas solicitaram sua saída da FUNAI.
Segundo, dá-se impressão que muitos "defensores", dos ídios brasileiros, querem que os mesmos fiquem como animais em uma selva fechada por vidros onde as pessoas possam vê-los como irracionais.
Os ídios não são enquadrados como seres humanos? Os filhos dos índios não são crianças indefesas?
Tá na hora da população acordar e ver as atrocidades que são cometidas contra as crianças em nome da cultura.

SÃO PAULO/SP

Anônimo disse...

Duas coisas ficam evidentes: a intolerância religiosa e o pior, a coisificação do índio em nome da cultura. Dane-se a cultura, a vida está em primeiro lugar.

Anônimo disse...

Ô povinho pra não agradar esses cristãos. Se não fazem, são hipócritas, se fazem, são metidos. É... nem Jesus agradou, que dirá os seus seguidores. Intolerânciazinha desgraçada... desvirtua até o foco da questão. Crianças são mortas e a preocupação é com os missionários e com a "cultura". Piada de péssimo gosto!

Bora Lee disse...

This is an amazing project! It brings a big awareness about the world unknown. I pray for those children to be taken care of...

Isaias Goulart disse...

Mércio.
Concordo plenamente com vc. Deixem que morram essas crianças. O infanticídio é apenas um costume cultural. Qualquer tribo tem o direito de fazer o que quizer com suas crianças. Que mal há no fato desses meninos morrerem dessa forma????
Gente que preconceito é esse??. Deixem os indiozinhos em paz.

E Mércio. Olha só... dá uma passadinha lá em casa domingo. Comemos um franguinho e enterramos nosso filhos juntos. O que vc acha? Combinado?

Anônimo disse...

Britto encaminha a Grupo de Assuntos Indígenas exame da Lei Muwaji

Alterar o tamanho da letra +A -A

Brasília, 02/07/2008 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, encaminhou ao coordenador do Grupo de Trabalho de Assuntos Indígenas e conselheiro federal da entidade, Lúcio Flávio Sunakozawa, mensagem recebida pela Presidência propondo o apoio da entidade e pedido para que seja apreciado com celeridade o projeto de lei 1057/2007. O referido projeto é conhecido como Lei Muwaji, de autoria do deputado Henrique Afonso, e pretende proteger crianças indígenas do infanticídio. A mensagem também foi encaminhada por Cezar Britto ao presidente da Comissão Especial da Criança, do Adolescente e do Idoso da OAB, conselheiro Carlos Augusto Macêdo Couto.

Anônimo disse...

No jornal RedeTV! News hoje à noite- 21:00 -vai passar uma matéria com base na materia do Correio Brasiliense.

Anônimo disse...

No jornal RedeTV 21:00! News hoje à noite vai passar uma matéria com base na materia do Correio Brasiliense.

Anônimo disse...

No jornal RedeTV 21:00! News hoje à noite vai passar uma matéria com base na materia do Correio Brasiliense.

Anônimo disse...

Britto encaminha a Grupo de Assuntos Indígenas exame da Lei Muwaji
Brasília, 02/07/2008 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, encaminhou ao coordenador do Grupo de Trabalho de Assuntos Indígenas e conselheiro federal da entidade, Lúcio Flávio Sunakozawa, mensagem recebida pela Presidência propondo o apoio da entidade e pedido para que seja apreciado com celeridade o projeto de lei 1057/2007. O referido projeto é conhecido como Lei Muwaji, de autoria do deputado Henrique Afonso, e pretende proteger crianças indígenas do infanticídio. A mensagem também foi encaminhada por Cezar Britto ao presidente da Comissão Especial da Criança, do Adolescente e do Idoso da OAB, conselheiro Carlos Augusto Macêdo Couto.

Lucas Mota disse...

Caro senhor Mércio, em seu próprio post ficou extremamente confuso o que você mesmo quis passar. Seus argumentos são extremamentes limitados e sem embasamento. Você mesmo assumiu que não sabia se a história em questão seria verdadeira ou falsa.
Eu afirmo que ela é verdadeira. A personagem principal é a Hakani. E ela foi retirada de sua tribo pelo seu próprio irmão para que não fosse morta pelos demais índios da mesma.
Isso não é só mais um filme para ganhar simpatia e dinheiro. David (o diretor) não precisa disso, ele já possui um oscar em seu currículo e não se rebaixaria dessa maneira apenas com o objetivo de ganhar dinheiro.
Ele fez isso porque apoiou o projeto e queria de alguma forma protestar contra o infanticídio (fato que é combatido hoje pelos próprios índios)

Você, como um homem "sério" deveria saber disso.

maxaug disse...

O tiro saiu pela culatra hein sr. Mércio?

Tentou difamar os missionários Cristãos, mas mentira tem pernas curtas.

Anônimo disse...

Once an Indian came to Brazil and wanted to become a citizen of our country. First he said, "I will change my name." But he was still an Indian. Then he renounced his form of dress, but he was still an Indian. Then he learned the language of Brazil, but he still wasn't an Brazilian citizen.
The only way he could be a true Brazilian was to have been born in Brazil. So with the sinner. He can become a citizen of the heavenly family, a child of God, only by being born into it by faith in Jesus Christ.

Edson Cazão

Rubens disse...

Mércio,
Não o conheço e não posso, portanto, fazer qualquer juizo de valor a seu respeito. Conheço, no entanto, a JOCUM e as pessoas que lá trabalham e sobre elas posso fazer esse juízo: São pessoas que tem em seu coração o melhor para os índios; pessoas que dedicam suas vidas, em condições muitas vezes extremamente precárias, renunciando às suas próprias famílias.Desejam que os direitos dos índios sejam respeitados e feitos valer; desejam a saúde física, emocional, cultural e espiritual dos índios. Esse filme apenas mostra, como aliás acontece em outras partes do mundo, o que acontece em uma cultura quando DEUS está ausente dela. Eu me permitiria dizer-lhe o seguinte: Vá viver com a JOCUM durante um ano, na Amazônia. Conheça a realidade do sacrífício deles; veja o bem que eles tem feito. Somente depois disso V. terá alguma legitimidade e condição moral para falar. Aí sim, V. poderá escrever a verdade. Mas escreva toda verdade e somente a verdade. Se tiver coragem, estatura moral e hombridade suficiente para isso.

Cavalleiro disse...

Vemos aqui elementos da extrema-direita evangélica vomitando seu preconceito contra os índios e contra a FUNAI. O órgão deve ser cobrado não por não impedir a "matança" de crianças, mas sim por não expulsar de vez esses missionários fanáticos e falso moralistas. E a FUNAI não faz isso pois está sucateada e não tem força política para enfrentar a reação da bancada evengélica do Congresso. A questão do infanticídio não pode ser encarada pelos padrões morais de nossa sociedade (cheia de crianças de rua, cheirando cola pelas esquinas).

Makoto Shimizu disse...

Sempre a mesma desculpa, por falta de verbas dizem que não conseguem atender bem. A saúde indígena só melhorou quando passou para a responsabilidade da FUNASA, pode melhorar com certeza, mas a FUNAI não tinha a competência para isso - E ao ser denunciado o INFANTICÍDIO, ao invés da FUNAI tomar providências contra o mesmo, se mobiliza para censurar o filme, processar quem denuncia, não vi uma linha sequer de providências para inibir, coibir, evitar este crime.
Sangue inocente derramado e enterrado nas florestas clama por JUSTIÇA !

Leleco disse...

Isso mesmo Mércio, denuncie! Pois isso é uma covardia. Primeiro pela morte de crianças inocentes(a vida é inalienável).Segundo, denuncie pois estará mostrando quais são as suas motivações: se são as vidas dos índios inocentes ou o medo da publicação da inércia da FUNAI ante a estas questões.

Cavalleiro disse...

Seu Makoto, a FUNAI não combate o infanticídio pois o órgão na trata isso sob a ótica do falso moralismo de vcs da extrema direita evangélica. Em tempo, eu não sou da FUNAI, mas defendo o trabalho do órgão, pois apesar de sucateada e de ter cometido vários erros no passado, ela consegue o milagre de ainda ser a principal referência para os povos indígenas, inclusive diante das mazelas da FUNASA, que privatizou a saúde indígena. É claro que um evangélico lunático não consegue relativizar a questão cultural embutida no que vcs chamam de infanticídio.

Makoto Shimizu disse...

Prezado Sr Cavalleiro, parabéns pela coragem de admitir que "a FUNAI não combate o infanticídio" - Fica muito melhor quando se assume a omissão, o descaso -

JOSÉ DANIEL disse...

É interessante como algumas pessoas preferem discutir se os evagélicos são isso ou aquilo e querem que concordemos com o infanticidio. Se querer que tais criaças vivam é ser criminoso, então eu sou um criminoso, se querer que estas crianças vivam é ser falso moralista, então eu sou um falso moralista. É melhor que ser um ser insensível e que não dá valor nenhum a vida.

Ludhiana disse...

A impressão que tenho é que somos nós os brancos que querem isolar os povos indígenas, "na marra". Se um familiar pede ajuda pra salvar um bebê ou uma criança porque sua tribo quer matá-la ou ignorá-la a ponto de deixá-la morrer de fome na mata, vamos deliberadamente virar as costas? Por que será que é tão conveniente para nós brancos, por exemplo, colocarmos computadores e internet nas tribos (será que são os riquíssimos missionários que fazem isso??), e por outro lado é tão devastador para a cultura indígena salvarmos crianças da morte?
Como cristã, não considero brancos superiores a índios ou vice-versa, somos todos iguais diante de Deus. E diante do ordenamento jurídico brasileiro e internacional (do qual o Brasil acata várias normas), também somos todos iguais quanto ao direito à vida, inclusive acima da cultura praticada.

Anônimo disse...

Sr. Mércio
É claro que o documentário é uma encenação. Qual o cinegrafista, por mais frio que seja, conseguiria filmar o enterro real de uma criança viva.
Parece que o Sr. está tentando se fazer de bobo. Isto não combina com alguem com tantos títulos acadêmicos. O infanticidio entre os indígenas é real, e o Sr. bem sabe disto, assim como o infanticídio entre os cidadãos da "civilização"e se aqui é crime e tem que ser combatido; lá também.
O Senhor, como ex Presidente da FUNAI, deveria se juntar às vozes que clamam pela vida; não combate-las.

Fernando disse...

Ao invés de criticar o documentário, vá perguntar às emissoras de televisão porque elas não veicularam a denuncia.

Fernando disse...

Sr. Mércio
É claro que o documentário é uma encenação. Qual o cinegrafista, por mais frio que seja, conseguiria filmar o enterro real de uma criança viva.
Parece que o Sr. está tentando se fazer de bobo. Isto não combina com alguem com tantos títulos acadêmicos. O infanticidio entre os indígenas é real, e o Sr. bem sabe disto, assim como o infanticídio entre os cidadãos da "civilização"e se aqui é crime e tem que ser combatido; lá também.
O Senhor, como ex Presidente da FUNAI, deveria se juntar às vozes que clamam pela vida; não combate-las.

Anônimo disse...

Caro EX-presidente da FUNAI
Sr. Mércio,
Sugiro que o Sr. assita novamente o filme e reveja sua posição. Pois está ficando muito feio.

- Qual parte do filme o Sr. não entendeu? Ou melhor: - Onde o Sr. estava em sua gestão, quando presidente da FUNAI, que não observou este comportamento equivocado dos Suruuarrás? O Sr. poderia tê-los ajudado antes.

Cá entre nós Sr. Mércio quem esta enterrando as crianças vivas é o seu comportamento negligente e sua ainda negação de auxilio aos indios, afinal o Sr. é EX-presidente. Temo que em algum momento, para camuflar o fracasso de sua gestão na FUNAI o Sr. nos ofereça espelhos, como faziam os portugueses como forma de barganha.

Falta espelho em sua casa Sr. Mércio?

Anônimo disse...

Caro EX-presidente da FUNAI
Sr. Mércio,


Descobri onde o Sr. estava na época de sua gestão da FUNAI. O Sr. encontrava-se na Europa.
CARO EX-PRESIDENTE, O SR. É RESPONSÁVEL POR CADA PÁ DE TERRA, JOGADA NA COVA DE CADA CRIANÇA INDIGENA ENTERRADA VIVA.

Anônimo disse...

Sr. Mercio,
Por favor disponibilize novamente o link do filme para que eu possa assistir. Tentei acessar mas esta fora do ar.
Obrigada!

Luci disse...

Caro Mercio,

Como antropólogo e estudioso que o sr. é, me ajude a entender qual a diferença que existe entre as crianças Isabella Nardoni e Hakani.

Aguardo seu retorno. Obrigada. Luci

Anônimo disse...

Having three children myself, I could not bear to watch after the part where the first child is carried and put into the pit and the father raise the weapon or staff or whatever. Irrespective of whether this is a enactment or a real movie I have not seen anyone saying that what happened is unreal.

The motives, religion and / or background of the makers is nor relevant or significant as long as what they have filmed is fact. If this is true then whoever is in a position (the government, on the spot NGOO's etc.) to put an end to it must do so. Those like us must do whatever it is that they can - post a comment and pass on the link

Anônimo disse...

I admire David Cunningham and the organisations or NGO who have been behind this "hakani" docudrama. I believe that we are to affirm that which is true in our cultures and confront the evils and falsehood exrpessed in our cultures. I believe this what this docudrama' has done. We need to affirm this act of courage and support what the purpose behind making this video.
If people like william Carey did not stand against Sati then the Indian govenement would not have seen the evil behind this pratice. As human beings we are to affirm life above anything else. Killing innocent children or even tolerating such practices shows how callous we have become in the process of rationalizing one's belief system over human life.

Raj Chelvaraj (Lonavala, India)

Anônimo disse...

hsusyhgahhsusyayyahhsyyaah
cada vez mais enrolado hsuyahsuyahsyyha
obrigado pela aula de antropologia,professor shauyshayayh descobri que matar criança não é infanticídio shuauyhsyaayhuayhah
deve ser por que schollars darwinistas creem que indios são macaquinhos, então é abate ou temporada de caça shuahsyahsyahay

minha capacidade mental realmente é reduzida shuayhsyahayhsyuayha
"É claro que um lunático não consegue relativizar a questão cultural embutida no que vcs chamam de infanticídio."

retirei o evangélico, porque não o sou...shuahsya ,mas o resto cabe em mim shuayhsyay
sou lunático shuayshyaya não consigo entender porque matar uma criança é certo shuayshuayhsyayh devo ter muito pouca estrumação superior shuayhsyahsyhaya
ficaria muito mais bonito pro seu lado reconhecer que falou bobagem e reconhecer o erro, do que se enterrar cada vez mais na merda, com tua defesa do indefensável e char que todo mundo é burro e estúpido pra aceitar teus "arjumentos" shuayshyahayashuyahsuyayhsyahayayhy
te cria, moleque

bebeto_maya disse...

Mércio, e que tal o Nazismo, como elemento cultural? Afinal eles também tinham sua cultura: Matar Judeus, gays, negros, padres e ciganos.

Espero que o vídeo seja visto por 2 milhões de habitantes ou 100 milhões até...O Sr. é um monstro. Considerar que a vida de crianças inocentes é inferior a uma questão cultural, é o cúmulo do pensamento relativista. Pior, transformar isso, numa questão de "birra" religiosa ou revoltinha de militante esquerdista contra um filme, ignorando o sofrimento das crianças indígenas, é de um maniqueísmo e degradação humana sem par na história da humanidade. O Sr. gostaria que seus filhos fosse enterrados vivos por uma questão cultural?

indio isoldado Marcos Mayoruna. disse...

Sou indio Mayoruna rio vale do Javari. faço faculdade de enfermagem.quem sabe sofrimento do indio prorpio mayoruna.você não pode decidir prós indios.sou cacique aldeia 31.proprio funcionário da funasa matarão meu tios.hoje filho do meu tios sofrem na aldeia.eu posso denucial também Mércio Pereira Gomes.ano de 1988, eramos gêmeos, matarão meu irmâzinho,hoje sinto dór. eu não concordo que continua matando. como indio falo. Esus Bedanbo ique, chobo tantiec.Marcos paulo Gonçalves Fortz.

indio isoldado Marcos Mayoruna. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Paula disse...

Olá,
O infanticidio entre os indígenas é real, é crime e tem que ser combatido. Me pergunto até quando as autoridades farão vista grossa. Tenho amigos indígenas que lutam pela mudança desta cultura.
Inclusive um deles perdeu o irmãozinho aos 10 anos de idade que era gêmeos com ele e também o seu pai que decidiu morrer por um dos filhos, hoje ele é Cacique ele sofre muito com isto. É um absurdo aceitármos que isto continue.
Me proponho a divulgar este e outros vídeos para conscientizar sobre o que acontece aqui.
Não podemos fechar os olhos para tais fatos.
Até breve.

Anônimo disse...

Em nome da "diversidade cultural" e do "respeito" pelas culturas autóctones, seres humanos, (crianças!) precisam ser sacrificadas? Não faremos nada? Isso é grotesco! Horrível! E depois querem execrar os cristãos por se oporem a isso?

"O mal triunfa quando as pessoas de bem se omitem!"
Edmund Burke

Osmar Neves, Padre Bernardo-GO

Anônimo disse...

Aos ignorantes e tolos que ficam papagueando rídiculos e estúpidos ataques ao Cristianismo, sugiro a leitura do livro "A Verdade sobre o Cristianismo" do pensador católico conservador indo-americano Dinesh D'Souza. Vão estudar (mas não nas escolas esquerdistas)!

Osmar Neves, Padre Bernardo-GO

Thais disse...

Mércio.... não vejo nenhum crime nessa filmagem... eles estão apenas tratando da realidade... quando alguém faz algum filme, baseados na vida real, que tenha algum ato criminoso, depois publicam...enfim... acaso a pessoa que fez esse filme é uma criminosa???
Acredito que não...

Na minha percepção, esse filme relata apenas da vida desses indios e da cultura deles, não concordando com ela, mas alertando as pessoas sobre o que acontece nessa tribo e para as pessoas fazer o que puderem contra essa cultura horrível....

não acho que devíamos processar o criador desse vídeo e tudo mais...
devíamos ajudar a fazer as pessoas pensar no que a família dessas crianças passam e se colocar no lugar delas... afinal, alguém aqui, se fosse um filho seu que nascesse com algum problema, coisa do tipo... por causa da "cultura" do lugar de onde você mora você deixaria enterrá-lo vivo?? Ou você lutaria para que essa "cultura" mudasse??
Eu acho que quem tiver coração e ama seu filho... escolheria a 2ª opção...


Será que não vale a pena fazer um video desse para conscientizar as pessoas ??


deixo essa pergunta para vocês refletirem...



Obrigada.

Leo disse...

O senhor diz: o filme é criminoso porque leva os índios a encenarem um ato criminoso que é enterrar uma crianças viva. Exibir um crime também é crime.

Se o infanticídio é um ato criminoso, pergunto, o que o foi feito até hoje pela FUNAI, principalmente na sua gestão para dar fim a este genocídio?

Se exibir um crime também é crime iremos denunciar também filmes como Carandirú, Cidade de Deus e Tropa de Elite?
Como já foi dito em outro post, isso beira à censura ditatorial. Afirmações tão incaltas não cabem bem a um Antropólogo. À menos que tais afirmações escondam algum interesse nefasto, anti-religioso e consequentemente anti-democrático.

Leo disse...

O senhor diz: o filme é criminoso porque leva os índios a encenarem um ato criminoso que é enterrar uma crianças viva. Exibir um crime também é crime.

Se o infanticídio é um ato criminoso, pergunto, o que o foi feito até hoje pela FUNAI, principalmente na sua gestão para dar fim a este genocídio?

Se exibir um crime também é crime iremos denunciar também filmes como Carandirú, Cidade de Deus e Tropa de Elite?
Como já foi dito em outro post, isso beira à censura ditatorial. Afirmações tão incaltas não cabem bem a um Antropólogo. À menos que tais afirmações escondam algum interesse nefasto, anti-religioso e consequentemente anti-democrático.

Anônimo disse...

http://www.cimi.org.br/?action=read&eid=245&id=2681&system=news

Cavalleiro disse...

Ninguém defende infanticídio. A direita evangélica gosta de deturpar as palavras de quem defende que a questão deve ser tratatada com cuidado e não como falso moralismo. Em alguns lugares a FUNAI criou orfanatos para que as índias pudessem ter uma opção para o caso das crianças que nascem com alguma deformidade. O que esses fanáticos preconceituosos não sabem é que entre os índios as crianças são tratadas com muito mais carinho e atenção do que em nossa dita civilização. O infanticídio é um prática isolada, por parte de algumas índias que, por diversas reazões, não se consideram em condições de criar crianças com graves deficiências.

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