quarta-feira, 26 de março de 2008

ANTROPOLOGIA: Livro de Mércio Pereira Gomes, em breve nas livrarias



A Editora Contexto, através da sua página "Circulando o saber", comunica o lançamento do livro ANTROPOLOGIA escrito por um dos mais importantes antropólogos do Brasil.

ANTROPOLOGIA
Mércio Pereira Gomes

Clicando aqui, você terá acesso ao sumário e ao primeiro capítulo da obra.

O livro chega em nosso estoque no dia 28/03 e em seguida poderá ser encontrado nas melhores livrarias do país e nos sites da Livraria Cultura ou da Editora Contexto.

Escrito especialmente para estudantes, professores e profissionais das ciências humanas, este livro desvenda as facetas da Antropologia – da evolução do Homo sapiens aos mistérios dos rituais e da religião. Com linguagem acessível, o autor analisa a importância da Antropologia para os dias de hoje e para o futuro, inclusive no cenário brasileiro. Mostra ainda que, mais que uma ciência da diversidade cultural, a Antropologia é uma forma de dar sentido ético ao homem.

O autor
Foi o primeiro antropólogo brasileiro a conceber e escrever sobre a sobrevivência dos povos indígenas no Brasil. É professor adjunto do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal Fluminense (UFF) desde 1997. Foi presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) entre 2003 e 2007, o período mais longo de um civil na história do órgão indigenista.


Preço: R$ 35,00
Nº Págs.: 240
Formato: 16 X 23
ISBN 978-85-7244-383-8

6 comentários:

Guss disse...

Olá Mércio, eu estou tentando entrar em contato com o senhor para uma matéria sobre tradições indígenas na Índia. Enviei um e-mail, mas foi retornado, pois é da Funai e é preciso entrar em um link para confirmar. Eu entrei no link, mas deu erro. Teria outro e-mail para contato?

Adriano disse...

Caso Hakani e publicação 03/07 Correio Braziliense

Creio que a Palavra de Deus é supra cultural, atemporal e universal. Confio plenamente no bom senso dos missionários e no seu preparo afim de não causar nenhum impacto negativo para a identidade da tribo, sempre zelando para que não ocorram possíveis sincretismos.
Não estamos seguindo nenhuma Bula Papal como em 1500, não queremos explorar e nem violentar um povo já tão dizimado e explorado. Nossa bandeira não é do Santo Ofício e nem de nenhuma poderosa igreja contemporânea.
Queremos levar uma mensagem de amor, fé e esperança.
Entendo o zelo que há, pois muito já sofreram estes e sempre foram alvos de interesses mesquinhos, mal compreendidos pela sua cosmo visão, etc.
Mas será que estamos atentos a Reforma Agrária que roubará a terra desse povo? Estamos atentos ao tipo de política promíscua que o Governo juntamente com a FUNAI tem desenvolvido? E os grandes coronéis do sertão e do cerrado, os agricultores?
Devemos estar mais atentos e não levantar “bodes expiatórios” para uma causa tão importante.
O vídeo (http://br.youtube.com/watch?v=O3pU1xYxYDw) é excelente e traz a conscientização de algo que precisa ser descortinado. Os Direitos Fundamentais (são aqueles considerados indispensáveis à pessoa humana, necessários para assegurar a todos uma existência digna, livre e igual) abrangem a Nação brasileira!
A questão do infanticídio deve ser observada. O diretio à vida é mais importante do que a preservação deste costume.
Tal inobservancia confronta A Convenção dos Direitos das Crianças da ONU (Arts. 6, 23 e 24), ECA (Arts. 4 e 7) e o Decreto 5.051 de 19 de abril de 2004 (convenção 169 da OIT - Organização Internacional do Trabalho sobre os povos indígenas).
É dever de todos nós estarmos a par dessa luta e decidir pela vida.
Gostaria de um esclarecimento do senhor, pois és renomado na área de antropologia. Onde está o crime?!?

Abs, Adriano Rodrigues.

Maysa Monte disse...

"A encenação é criminosa. Os autores têm que ser processados"
Mercio Pereira Gomes, antropólogo sobre o filme Hakani
Gostaria de saber qual e o crime pelo qual os autores devem ser processados.
Achei o filme otimo e espero que seja divulgado por todo o planeta.

Anônimo disse...

Niguem deve ser processado quanto ao filme HAKANI, quem deve ser processado é quem quer CALAR a humanidade dos CRIMINOSOS, Nenhuma Etnia tem direito ao Crime, a visão de um Antropologo a favor do Infanticídio ja mostra qual seu valor como Antropólogo. O fato de serem indios não lhes coloca à parte à humanidade, todos devem sobreviver e receber cuidados sempre, se os Antropologos acham que podem proteger CRIMES e apoiar o Infanticidio então eles devem responder sim à justiça, porque em qualquer etnia ou grupo social que apoia criminosos merece castigo.

Anônimo disse...

Uso esta obra em minhas de antropologia em um curso de pedagogia. Sempre achava difícil assumir esta disciplina devido a dificuldade de leitura e de familiaridade com o assunto.Esta obra trata os assuntos com profundidade e é de fácil compreensão.
Regina Chaves

Anônimo disse...

Prezado Mércio Gomes,

Sou editor da seção Livros & Redes da Revista Manguinhos - História, Ciência & Saúde, periódico editado pela Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz (Rio de Janeiro/Brasil), disponível em Scielo, e gostaria de consultá-lo a respeito de sua disponibilidade para resenhar a obra "Tastevin Parrissier: fontes sobre índios e seringueiros do Alto Juruá", trabalho organizado por Manuela Cunha, publicado pelo Museu do Indio. Muito nos honraria seu aceite.
Caso seja de seu interesse entre em contato: chapaiva@gmail.com / cpaiva@coc.fiocruz.br

No aguardo de um retorno,
cordialmente,

Carlos H A Paiva
Observatório História e Saúde - Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz
ObservaRH - Segetes / Ministério da Saúde

 
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