quinta-feira, 29 de abril de 2010

Índios do Acampamento Indígena Revolucionário arrebentam no Congresso

Finalmente temos uma verdadeira audiência pública promovida pelo Congresso Nacional, precisamente pela Câmara dos Deputados.

Deu-se ontem em Brasília uma audiência pública convocada pelo deputado federal Luis Carlos Hauly (PSDB-PR) para discutir o famigerado Decreto 7.056/09 que reestruturou de uma forma catastrófica a Fundação Nacional do Índio. Convocado para comparecer e fazer a defesa desse decreto, o atual presidente da Funai não compareceu e mandou seu procurador especial. Não convenceu.

Foi apoteótica a presença de mais de 150 índios na Comissão de Direitos Humanos.

Resultados práticos: a animação dos índios para revogar o Decreto de Reestruturação, o alcance de suas críticas à presença da Força Nacional na portaria da Funai, a desmoralização da atual direção da Funai, e a união dos índios do Acampamento Revolucionário Indígena, acampados em frente ao Ministério da Justiça, com o movimento dos índios Kayapó e Xinguanos contra a anuência dada pela Funai, em nome dos índios, para a construção da Usina Belo Monte.

Desse jeito a coisa vai.

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O TORÉ DA AUDIÊNCIA PÚBLICA CONTRA O DECRETO 7.056/09

Hoje, 28 de abril, é uma data histórica para a luta dos povos indígenas. As etnias Fulni-ô, Kaingang, Xukuru, Krahô, Guajajara, Pankararu, Mundurucu, Korubo, entre outras, se reuniram para a Audiência Pública na Câmara dos Deputados, em um dia que jamais esqueceremos. O maracá ressoava nos prédios já precocemente envelhecidos do Congresso Nacional. O canto e a dança indígena deram vida aos cimentos cinzentos da Esplanada dos Ministérios.
A Audiência estava marcada para 14:30. Os indígenas se reuniram e marcharam para o Anexo II da Câmara, em uma demonstração de força e união contra o Decreto 7.056/09.
O procurador da Funai, Salmeirão, foi o primeiro participante a falar e tentar defender o Decreto. Foi interrompido diversas vezes pelos indígenas, que o chamavam de “mentiroso” e “ditador”. O senhor Salmeirão defendeu a reestruturação da Funai como pôde, dizendo que o Decreto era uma melhoria para todos os indígenas.
Logo, o servidor e indigenista da Funai, Wagner Tramm, tomou a palavra e fez um discurso duro contra a “reestruturação” da Funai: que a gestão de Márcio Meira colocava índios contra índios, como visto em janeiro desse ano na frente da Funai e que o Decreto já estava sujo de sangue indígena; que os funcionários da Funai estão sendo perseguidos e há um desmonte e um assédio moral contra aqueles que se posicionaram contra o Decreto; e que a atual gestão da Funai está fazendo se chama “integracionismo”. Kretan Kaingang acusou esse Decreto de ditatorial, assassino e contra a Convenção 169 da OIT. Carlos Pankararu acusou o Decreto de ser injusto e denunciou que o Acampamento Revolucionário Indígena foi atacado por forças policiais na madrugada de 24 de abril. Arão Guajajara denunciou que a Funai mandou remover os indígenas servidores e 30 funcionários estão sem lotação no órgão. O deputado Luiz Carlos Haully pediu a anulidade do Decreto. Vários indígenas e sindicalistas também se manifestaram contra o Decreto.
No final, houve um grande toré na Audiência Pública e todos os indígenas se sentiram vitoriosos e felizes por terem sido, pela primeira vez, consultados sobre o que eles pensam sobre o Decreto 7.056/09.
ACAMPAMENTO REVOLUCIONÁRIO INDÍGENA

25 comentários:

Anônimo disse...

Caro Mércio Gomes,

estou TIRANDO O MEU CHAPÉU com alegria e emoção:
.para os índios que estavam presentes na audiência pública que aconteceu ontem na Câmara dos Deputados;
.para o deputado Luis Carlos Hauly;
.para os Sindicatos presentes e que deram seu apoio;
.para servidores que certamente estavam lá lutando em solidariedade com as comunidades indígenas; e para
.você, Mércio, que através do seu blog tem feito o melhor em benefício dos índios brasileiros!

Vamos torcer para que o governo agora ACORDE e fique de olhos bem abertos para a questão indígena e consiga fazer uma avaliação profunda, imparcial, justa em relação às ONGS que somente trouxeram prejuízo, divisão, politicagem, interesses próprios e têm claramente demonstrado a intenção de EXPLORAR os índios brasileiros.
A postura, o comportamento do presidente da FUNAI - já está clara, visível aos olhos e sentimentos de índios, servidores e sociedade...
Que de DANEM todos àqueles que tentam lutar contra o Indigenismo Brasileiro...

Anônimo disse...

Lula esta apenas enganjado no poder que ele tem nas mãos, se formos afundo verificamos que praticamente o Estado do Para e da Familia LULA. E ainda tem paticipação nas empresas que irão construir Belo Monte, tudo é um jogo de interesses, e so verificar as áreas que esle esta procurando fortalecer.

Anônimo disse...

Tenho algumas questões intrigantes sobre essa audiência pública:
1 - Qual a legitimidade do Sr. Wagner Tramm para representar os servidores da Funai publicamente? Porque sou servidor e desconheço qualquer assembléia realizada neste sentido. Portanto, o que não faz sentido é a presença desse senhor na mesa da Comissão como representante dos servidores.
2 - Kretan diz que o Decreto é contra a Convenção 169, mas não são os Comitês Regionais, criados na reestruturação, que vão exatamente garantir a consulta aos povos indígenas sobre as políticas para suas comunidades? Até onde sei a Convenção 169, da qual o Brasil é signatário, determina que os povos devem ser consultados e o que a reestruturação faz é garantir essa consulta, certo? Os índios vão poder participar dos comitês regionais que definem a atuação das coordenações, então...
3 - Nós, servidores, precisamos refletir um pouco mais sobre os interesses reais de cada um dos participantes da mesa, seja o Carlos Pankararu, seja a Adriano Karipuna, e o que dizer então da Rosane Kaingang, que até hoje ocupa ilegalmente um apartamento funcional da Funai... E pensar também se são estes os representantes legitimados pelas comunidades e organizações indígenas. Porque não chamaram o Marcos Apurinã, por exemplo? Ele é que representa a Coiab e que devia estar lá. Porque não chamaram uma liderança Guarani de MS, pra saber o que o povo Kaiowá pensa da reestruturação... Pensem, senhores, pensem...

Anônimo disse...

É na casa do POVO BRASILEIRO os indios foram recebidos sem a presença da Guarda Nacional, já na FUNAI não é mais assim usam ate se preciso for Armas de Fogo para proteção de Teceiros. A que ponto chegamos, que IRONIA.
Abraços e mais uma vez tiro o chapeu para vcs.

Anônimo disse...

Parabéns Wagner Tram, voce sempre teve coragem de encarar de frente, de peito aberto e nunca ficou encima do muro. Seu banimento não será em vão!
Abraços,
Moacir Melo

Anônimo disse...

respostas:
1 - A legitimidade foi dada no momento em que este servidor foi assediado moralmente, assim como, muitos outros que passam pela mesma situação. Toda essa 'desreestruturação' é um assédio moral e um desvio de função: de fundação, para de uma mera 'agência reguladora'
2 - quando diz que é contra a convenção 169 da OIT, interpreto no sentido de que não foi construído conforme seus dizeres. Afinal, que política pública não seria mais importante de ser construída em conjunto do que aquela que diz respito à organização do órgão que era responsável por implementá-las?
3 - Nós quem cara pálida?? e a tal legitimidade? fale por você, não em anonimato!! Eu prefiro refletir sobre os interesses de quem acha que 'detem poder' nesse órgão. Agora, pegou pesado usar os Kaiowa em nome desta 'desreestruturação'
obs.: como dentro deste prédio vivemos quase uma ditadura, até com a utilização da força nacional, e por já ter sofrido intimidações por parte da direção, acho por bem preservar minha identidade

Anônimo disse...

dizer a verdade é pegar pesado?

Anônimo disse...

Resposta 2:
1- A legitimidade certamente não é a mesma de quem, por mêdo, incapacidade de diálogo, ou desrespeito às instituições, nomeia como preposto esse rídiculo Sr. Salmeirão, tão desacreditado pelos índios. Por que ninguem da direção do órgão se atreveu a comparecer?
2- Quem disse que os tais comitês regionais "não deliberativos", garatiram as consultas aos povos indígenas? Não será apenas a reprodução peleguista em que se tornou a CNPI? Apenas não se transferiu assim o diálogo travado nas aldeias pela formalização de uma política a privilegiados com acesso garantido aos meandros maquiavélicos da política coorporativa institucional? Quais lideranças indígenas estarão nos ditos comitês, cara-pálida?
3- Pelo que sei, os índios em geral foram convidados, só que não houve convites especiais acompanhados de bilhetes aéreos, e hospedagens 5 estrelas. Não é de admirar que seus elencados favoritos não compareceram. Os índios que lá estiveram foram no sacrifício, sacolejando em ônibus e comendo jabá pelo caminho.
No mais, é patética a sua defesa. Aliás qual é mesmo o seu interesse nisso, já que emite juízo sobre os outros colegas.
E mais... deixe os Kaiowa em paz... eles já têm seus problemas, e não vejo sua "nova FUNAI" se empenhar em nada a respeito deles. Continuam na mesma, cara-pálida.

Waldira disse...

Oi Mércio,

Estou emocionada apenas ao ler seu blog e ouvir dos índios de Pernambuco como foi a audiência, que bom que os indígenas dispertaram para a arapuca que é essa reestruturação, para promover a participação dos indígenas na decisão da FUNAI não precisa de Decreto, basta querer incluí-los nas atividades diárias de decisões. De outra forma, foi um derrame de dinheiro para apoio de indígenas em detrimento das reais necessidades das comunidades que vivem, produzem e dá vida pela terra. Aos guerreiros que abriram os olhos para o fim de suas tradições, crenças e sua morte paulatinamente, esse movimento ou audiência pode não dá em nada, porém me devolveu a esperança de que não conseguiram esmagar os índios sem que tivessem uma oportunidade de GRITAR POR SOCORRO, ATÉ QUE ENFIM ALGUÉM OS ESCUTARAM. PARABÉNS A TODOS OS INDÍGENAS E SERVIDORES QUE SE FIZERAM PRESENTES, É NESSA LUTA DE CARA LIMPA QUE ACREDITO. E DEUS ILUMINARÁ. OBRIGADA A ANSEF E SINDICATO POR TAMBÉM APOIAR OS INDÍGENAS, AFINAL ESSA TAMBÉM É NOSSA CASA.

WALDIRA

Anônimo disse...

Meus caros amigos,

Finalmente a Câmara Federal que é a Casa do Povo Brasileiro, abriu as portas para receber os nossos índios, servidores, representantes sindicais para uma audiência pública que foi positiva. Tão positiva que segundo informação da CONDSEF, datada de 28.04., uma "nova Audiência Pública solicitada pelo Senador Cristóvam Buarque, acontecerá no próximo dia 05.05., no Senado Federal para debater a FUNAI".

Aproveito o espaço do Blog para enviar ao Senador Cristóvam Buarque - um MUITO OBRIGADO - pela iniciativa, sensibilidade e consideração para com os nossos índios e servidores!
E ainda, dentro desse mesmo espaço, fazer um convite à Senadora Marina Silva - tão ligada à questão do meio ambiente e conhecedora como é da sociedade indígena brasileira, também se fazer presente na audiência e apresentar propostas em relação ao Decreto 7056/09.

Quero também parabenizar o SINDICATO DOS TRABALHADORES NO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL NO ESTADO DE GOIÁS-SINTSEP-GO, pelo Elemento de Denúncia nº 001/2010, datado de 27.04.2010.
Meu agradecimento sincero ao presidente do SINTSEP-GO, Senhor Ademar Rodrigues de Souza, pelo Elemento tão bem elaborado, pela preocupação com nossos indígenas,
pela defesa de nossa instituição e seus servidores. O Elemento de Denúncia nº 001 foi xerografado e está sendo distribuído com todos os servidores e índios de outros estados.

E não vou deixar de agradecer ao nosso caro Mércio Gomes, dono do blog - pela publicação de nossas postagens; pelo seu comprometimento com a causa indígena, pela compreensão com nós, servidores da FUNAI e que durante todo esse tempo - ter alimentado nossas esperanças e nos ensinar, através de seus comentários - a OLHAR a FUNAI da maneira mais indigenista possível. E, para reforçar, uso as palavras de Elizabeth Kubler Ross, do seu livro "A RODA DA VIDA": "A águia gosta de pairar nas alturas, acima do mundo, não para ver as pessoas de cima, mas para ESTIMULÁ-LAS A OLHAR PARA CIMA".

Especialmente hoje, me sinto feliz!

Anônimo disse...

Quem esteve nas na assembléias e quem participou das manifestações sabe que Wagner Tramm (meu xará) é representante legítimo. Quem não vai a nada e acha que reuniões sindicais são besteiras...não sabe nada mesmo.....
Parabéns Tramm, nosso representante...um grito na escuridão que assola nosso Povo !!!

Wagner Xavante

MFreitas Vargas disse...

Mércio, concordo com o anonimo que diz- 1 - Qual a legitimidade do Sr. Wagner Tramm para representar os servidores da Funai publicamente? Nossa, tenho a ficha pregressa dele e sabe-se que não tem moral nenhuma para falar em corrupção...
Eo Kretã, ah esse nem se fala... deve uma pedra para cada santo e partcipou, aliás, se convidou e veio (?)para Brasília para partcipar de reunião da CNPI e nem apareceu, mas deve ter recebido diárias e passagens aéreas que tanto critica. Ou será que só recebeu diárias e nem apareceu na reunião? Quem me contou? a própria Rosane Kaingang. Será mentira dela ou SERÁ VERDADE?
Antes de jogar pedras veja seu telhado de vidrom, parente...

MFG

Anônimo disse...

Caros,
vejam no site https://www2.psdb.org.br/interna/cotidiano_radio.php a entrevista do deputado Hauly. não obstante eventuais interesses políticos envolvidos (mas ja sabemos que não existe praticas humanas sem interesses políticos), acho que será pela via congresso que o imblógio da Funai será resolvido. Ontem, durante a audiencia pública, em que o Deputado prometeu aos indios que levaria ao Michel Temer a proposta de se empenhar pela revogação do decreto e a demissão do presidente da Funai, o auditório veio abaixo, em efusivas manifestações de apoio - o auditório meio que ficou em transe. Foi tão intenso quando participar de um ritual em torno de uma fogueira. Toda a liturgia da congresso mais uma vez se rendeu aos índios. E naquele momento, acho que o "homem político" viu uma oportunidade de ouro que é a visibilidade permitida pelo debate de questões indígenas. Na proxima audiência (05 de maio), caso venha o megaron/raoni/aritana e lideranças de igual quilate, quanto valeria uma foto de um político ao lado deles nas capas de jornais? Eu já estou pagando pra ver.

Anônimo disse...

Caros,
vejam ai -- https://www2.psdb.org.br/interna/cotidiano_radio.php -- a entrevista do deputado Hauly. não obstante eventuais interesses políticos envolvidos (mas ja sabemos que não existe praticas humanas sem interesses políticos), acho que será pela via congresso que o imblógio da Funai será resolvido. Ontem, durante a audiencia pública, em que o Deputado prometeu aos indios que levaria ao Michel Temer a proposta de se empenhar pela revogação do decreto e a demissão do presidente da Funai, o auditório veio abaixo, em efusivas manifestações de apoio - o auditório meio que ficou em transe. Foi tão intenso quando participar de um ritual em torno de uma fogueira. Toda a liturgia da congresso mais uma vez se rendeu aos índios. E naquele momento, acho que o "homem político" viu uma oportunidade de ouro que é a visibilidade permitida pelo debate de questões indígenas. Na proxima audiência (05 de maio), caso venha o megaron/raoni/aritana e lideranças de igual quilate, quanto valeria uma foto de um político ao lado deles nas capas de jornais? Eu já estou pagando pra ver.

Anônimo disse...

É muito triste em saber o comportamento de algumas pessoas que usa este espaço permitido pelo Dr. Mércio Pereira Gomes. se não vejamos: quando é o momento de dar o total apóio aos corajosos indígenas de várias etnias, bem como de alguns servidores da Fundação, logo em seguida narra um anônimato querendo denegrir a sua imagem. Particularmente não conheço o nobre indígenista WAGNER TRAMM e outros que foram citados em alguns comentários, vamos lutar e acompanhar eles também e parar de apontar os seus defeitos e seus erros o importânte é que els estão preocupados com a causa e isso não podemos negar. Hoje o que é mais importante é lutarmos juntos contra esse perverso Decreto, essa é a minha opnião. " Os Covardes Morrem Várias Vezes Antes da Sua Morte, Mas o Homem Corajoso Experimenta a Morte Apenas Uma Vez" -WILLIAM SHAKESPEARS.dsf.

Anônimo disse...

Meus caros amigos,

sou madrugadora. Acordo cedo e já vasculhei o blog do Mércio. Li os novos comentários e, cada vez que alguém, num momento tão difícil de luta para com nossa instituição e nossos índios, posta comentários negativos que atinge colegas e índios.
A luta é nossa. Precisamos ficar juntos. Unidos e ter um único FOCO:
O CONSERTO de todos os ERROS, equívocos - contra a FUNAI após a publicação do decreto 7056/09.

As diferenças, divergências - sempre vão existir, mas vamos aproveitar o espaço do blog para críticas construtivas, apresentar propostas e OLHAR para a FUNAI, nossos índios, nossos colegas - de maneira diferente. Sem atacar, sem denegrir, sem prejudicar, sem jogar pedras... Assim sendo, podemos juntos, AVANÇAR.

ELENILDE disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
HELIO HARDMAN disse...

Parabés Wagner Tram pela sua coragem de defender indigenas e funcionarios da Funai, coisas que muitos gostariam de fazer e não tem coragem.

Helio Hardman

Anônimo disse...

MFREITAS VARGAS

Será que vc pode mesmo falar emm corrupção? Refilta aí...

Trammblog. disse...

Caro Mércio,

Eu nem sei quem é esse tal MFreitas Vargas, de onde me conhece, de qual corrupção ele se refere. Devia ser mais claro e objetivo.
Seria bom ele comparecer a audiência a ser realizada no Senado dia 05 de maio.
Participei da audiência na Câmara dos Deputados indicado pelos índios e pelo sindicato.

abs
Wagner Tramm

Anônimo disse...

Todos podemos falar de corrupção. Assim como podemos falar dos desmandos que anda na FUNAI, da Repreção que esta na FUNAI, do apadrinhamento familiar que esta instalado na FUNAI que vai da Chefe de Gabinete a Diretoria de Administração e Gestão, podemos falar da inveção de Coordenações e serviços na sede, nos temos livre arbitrio, caso vc não saiba que existe. abraços

Anônimo disse...

Tramm, esse cara só pode ser o todo poderoso da FUNAI, que todos nos sabemos que é ele, esta mandando e desmandado, tamébem podera é apadrinhado "...." da Chefe de Gabinete.

Anônimo disse...

Pra ficar criticando o Sr. Wagner Tramm podemos até adivinhar quem seja.
Tipo de pessoa que vive de fofoca, e picuinhas com os colegas, por onde passa. Essa prática, já conhecemos e sabemos bem que a pratica por onde passa.

Caro colega Tramm, siga na sua luta, vc é um cara legal! Temos que ser sérios e continuar lutando não é?
Abraços

Mariafrevar disse...

O Wagner é pago com dinheiro público para TRABALHAR e não ficar fazendo BADERNA E INCENTIVANDO meia dúzia de bederneiros que tambem não querem nada com nada. Se esconde atráz de um sindicato para ficar sem trabalhar.... Somos pagos para cumprir com as obrigações de funcionário público. Vamos trabalhar Wagner e deixar de só fazer fofoca e intriga. Quem assina a efetividade dele? Deverá responder no TCU por deixar ele descumprir seu horário de trabalho. Temos prova que ele não trabalha pois sempre está fora do local de trabalho e vagando pela esplanada...
Vamos denunciar esse dinheiro público que estáindo pelo ralo...

Anônimo disse...

entra com representação então, faça alguma coisa se é capaz

 
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