quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Professores e estudantes indígenas pedem saída do atual presidente da FUNAI

Não são só os Kayapó, os Xavante, os Guajajara, os Pankararu, os Kaingang, os Pataxó, os Arara, os Karajá e tantos outros povos indígenas que querem uma mudança na Funai. Eles estão chegando a Brasília e querem encontrar seu rumo.

Uma nova força indígena, os estudantes universitários e professores em aldeias, refletindo sobre o que está acontecendo no meio indígena, também se manifestaram para que haja mudança. Neste documento dirigido às autoridades brasileiras, com todo respeito, os jovens indígenas pedem providências para mudar a FUNAI. Os estudantes indígenas comparam o que está acontecendo na FUNAI ao fascismo.

No mundo inteiro não se tolera mais o autoritarismo nem a incompetência administrativa, nem tampouco o agarrar-se ao poder pelo poder.

As mudanças estão para vir, de um modo ou de outro. Melhor que seja para que ainda se consiga mudar a FUNAI sem que se faça mais sacrifícios do que se tem feito.

A presidente Dilma Rousseff e o ministro José Eduardo Cardozo estão com a faca e o queijo na mão, com boas chances de fazer uma mudança a contento dos índios e suas principais lideranças.

O tempo passa, a história não pode esperar mais.

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10 comentários:

Anônimo disse...

Os descumprimentos de acordos, pela Fundação Nacional do Índio (Funai), para solucionar problemas relativos às terras ocupadas pelos índios trukás levou o Ministério Público Federal (MPF) em Petrolina (PE) a entrar com ação civil pública na Justiça Federal.
O objetivo é conseguir decisão judicial, em caráter liminar, que obrigue a Funai a fornecer, mensalmente, cestas básicas às família indígenas até que elas possam garantir o próprio sustento. O MPF quer também que a Fundação seja obrigada a implementar projeto de irrigação que viabilize a subsistência dos índios.
Outro pedido à Justiça diz respeito ao estabelecimento de multa diária, no valor de R$ 500, caso a possível decisão liminar seja descumprida pela Funai. O caso está sob responsabilidade do procurador da República Alfredo Carlos Falcão Júnior.
Tentativas de acordo - Os trukás compartilham área rural, em Sobradinho (BA), com agricultores da Associação Fonte de Vida. De acordo com relatório da própria Funai, a convivência entre as duas comunidades é tensa e envolve ameaças de uso de força e conflito armado. Em reuniões realizadas ao longo de 2009 e 2010, o MPF tentou – sem sucesso - intermediar acordos para solucionar o problema, até que sejam adquiridas terras definitivas para os indígenas.
Na última reunião, realizada em novembro passado, foi acertado que os índios se deslocariam para uma outra área, dentro das terras da Associação, para permitir a construção de casas para os agricultores no local em que originalmente estavam. Na nova área, a Funai implantaria uma rede de irrigação, cujo custo é de R$ 19,5 mil.
Apesar de os trukás terem se mudado, a Fundação não cumpriu sua parte do acordo. Para o MPF, a Funai, até o momento, não adotou qualquer medida verdadeiramente efetiva para garantir uma área em que a comunidade possa viver com dignidade. Conforme consta da ação, os indígenas encontram-se em estado de miséria, submetidos a fome e precárias condições de saúde e higiene.
Danos morais – O MPF pede também, na ação, que a Justiça condene a Funai a pagar indenização pelos danos morais causados à comunidade Truká, no valor de R$ 50 mil. O montante seria destinado à aquisição de terras definitivas para os indígenas ou ao Fundo Federal para Reconstituição dos Bens Lesados.
Inquérito Civil Público nº 1.26.006.000013/2006-61
Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria da República em Pernambuco
(81) 2125-7348
ascom@prpe.mpf.gov.br
http://www.twitter.com/mpf_pe

Anônimo disse...

Daqui não saio / Daqui ninguém me tira. (bis)
Onde é que eu vou morar / O senhor tem paciência de esperar
Ainda mais com quatro filhos / Aonde é que vou parar (bis)
Sei que o senhor tem razão / Pra querer a casa pra morar
Mas aonde eu vou ficar / No mundo ninguém perde por esperar
Mas já dizem por aí / Que a vida vai melhorar.

Anônimo disse...

Na machunha temos estampado o Sr. Preisidente, que perngunta onde vair morar, pede paciência aos indios e que estes esperem, informa que tem quatro filhos, que esta representados pela Chefe de Gabinete e os Diretores de Assistencia, Fundiario e Administração, sabe que os indiso tem razão para querer a casa, afirma para esperar pois a vida vai melhorar.
Um forte abraço nas decisões indigenas e que continuem a esperar.

Anônimo disse...

OS PROPBLEMAS DOS ESTUDANTES E PROFESSORES INDIGENAS TEM QUE SER RESOLVIDOS É NO MEC,SEDUC E SMEC, E A PRESIDENCIA DA FUNAI NADA TEM AVER COM ISSO, A NÃO SER ACOMPANHAR E AJUDAR OS INDIOS A COBRAR.

AKUTE AKWYA

Anônimo disse...

Infelizmente, na reunião do dia 14 de fevereiro, o Ministro garantiu a permanência desse “bando” até 2014.
Deram autonomia para contratar terceirizados, mais uns cargos DAS transitórios e equipes de gestores do MPOG.
Objetivo é acabar com a dignidade dos indígenas, transformá-los em bóias-fria, pedintes de cestas básicas.....

Ah, sobre a dignidade dos servidores, isso já acabou faz tempo. É só olhar o tanto de gente que escreve aqui e não se identifica, pelo medo, pela vergonha ou para não perder seu DAS !!!!

Anônimo disse...

esse cara ou melhor essa cara nada mais e do que uma paspalha inrrustida, pertencente a cupula desse matreiro Meira e cia e fica tentandol defede-lo como se soubesse ao menos qual o dever institucional da funai nao importa de quem e a responsabilidade da educação, e sim o papel da funai nessa historia, ve se enchega

Adalberto Karajá

Anônimo disse...

Karaka vei, para vcs entenderem, nem a ANSEF faz nota de repudio, pois seu Presidente é amiguinho do Rilder e faz um papel de leva e traz, nada confiave

ajax5birasblog disse...

Muito bom e interessante!

Anônimo disse...

qUEM SÃO OS kAYAPÓ-SÓ RAONI E MEGARON / QUEM SÃO OS XAVANTES-SÓ ARNALDO DE PARABUBURE/ QUEM SÃO OS GAJAJARA- SÓ O ARÃO DA PROVIDENCIA E AQUELA EDILARIA / QUEM SÃO OS PANKARARU - SÓ O CARLOS / QUEM SÃO OS KAINGANG- SÓ O DE CURITIBA/ E QUEM SÃO OS PATAXÓ E OS ARARA E OS KARAJÁ/ SÃO MEIA DÚZIA E O RESTO ESTÁ QUIETO PORUQE ESTÁ MELHORANDO. DE VAGAR MAS MELHORANDO. E NÃO QUEREM MEXER COM O MARCIO COISA NENHUMA.

Anônimo disse...

Esse engraçadinho que escreve errado de propósito, fingindo que é índio pataxó, mora em Taguatinga e trabalha na funai. Tou sabendo

 
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