terça-feira, 19 de abril de 2011

Duas ou três visões sobre a situação da FUNAI neste Dia do Índio, 19 de abril de 2011

Reestruturação enfraqueceu a Funai, diz ex-presidente do órgão, Mércio Gomes

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O antropólogo e ex-presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) Mércio Gomes acredita que os índios no Brasil estão cada vez mais expostos a conflitos fundiários e a situações de vulnerabilidade. Para ele, houve um “enfraquecimento” da Funai o que dificulta a resolução de problemas enfrentados pelos indígenas.
"De uns anos para cá, aos olhos de quem já viveu ali dentro e agora está vendo de outra perspectiva, parece que o governo está tentando enfraquecer a Funai. Houve uma reestruturação que mostra  uma tentativa de diminuir o poder da Funai e o papel do Estado, deixando os índios à mercê de organizações não governamentais, mineradores e posseiros", disse Gomes que presidiu o órgão de 2003 a 2007.
A principal reclamação de antropólogos e de indígenas é um decreto, publicado há um ano, que levou ao fechamento de postos da Funai nas reservas e administrações regionais, centralizando o atendimento nas cidades. A medida dificultou o relacionamento do Poder Público com os índios, uma vez que o atendimento passou a ser feito em locais distantes até 600 quilômetros de aldeias e por pessoas que não dominam as línguas indígenas.
"O fechamento foi péssimo", afirmou um dos fundadores da Federação das Organizações Indígenas, Álvaro Tukano. "Principalmente nas terras em faixas de fronteira, onde não tem mais ninguém combatendo traficantes, garimpeiros ou madeireiros nas aldeias. Ninguém mais está vendo se os índios estão morrendo de fome, de malária ou de leishmaniose", completou o líder indígena.
Com o decreto de reestruturação, foram fechados postos em cidades como Porto Velho (RO) e Altamira (PA) - polos da construção das hidrelétricas Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, e Belo Monte, no Rio Xingu. As obras já começaram a atrair milhares de trabalhadores, e os índios serão um dos principais atingidos pelos impactos dos empreendimentos.
Para Tukano, com as mudanças no órgão, os povos indígenas não conseguem mais dialogar com a Funai. Segundo ele, o órgão tem tomado diversas medidas sem consultar as comunidades. No caso da Usina Belo Monte, o problema foi parar na Organização dos Estados Americanos (OEA), que pediu ao governo brasileiro a suspensão do licenciamento da obra. A decisão foi uma resposta à denúncia encaminhada, em novembro de 2010, por entidades como o Movimento Xingu Vivo Para Sempre e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi).
"Não sabemos mais para quem reclamar. Estamos confusos. Vivemos hoje muito mais problemas e ninguém toma conta. Tem uma parte do movimento que foi procurar socorro fora do país. Mas eu penso que somos brasileiros e temos que encontrar soluções aqui", cobrou Tukano.
A Funai alega que, para prestar esclarecimentos aos índios sobre Belo Monte, fez 30 reuniões em aldeias. Mas, para Mércio Gomes, "por má-fé ou por incompetência", vídeos indicam que esses encontros eram apenas reuniões preparatórias paras as oitivas. Segundo o antropólogo, é preciso recomeçar as audiências explicando a importância que o projeto tem para a nação e as vantagens que a usina pode trazer para os índios.
"Os índios nunca souberam com clareza o que é Belo Monte - as consequências, os impactos da obra, as garantias de que não serão passados para trás  e as vantagens dos royalties que virão em troca do capital histórico. É preciso perder mais um tempo com isso", defendeu.
Edição: Juliana Andrade e Lílian Beraldo




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Para Funai, críticas sobre falta de diálogo com povos indígenas são infundadas

19/04/2011 - 6h40
Daniella Jinkings
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A reestruturação da Fundação Nacional do Índio (Funai), iniciada em 2007, fortalece a presença do Estado em terras indígenas, afirmou o presidente do órgão, Márcio Meira. Segundo ele, as críticas sobre as mudanças na Funai e a falta de diálogo entre o governo e os povos indígenas são infundadas.
"A reestruturação da Funai foi feita para melhorar a gestão orçamentária e financeira do órgão. A Funai estava abandonada há muitos anos e, há quatro anos, estamos fazendo com que ela volte a ter força e capacidade de gestão para cumprir sua missão institucional”, disse Meira à Agência Brasil.
O presidente da Funai afirmou que não houve fechamento dos postos em reservas indígenas e administrações regionais. “Todos os postos indígenas que a Funai tinha no ano passado foram substituídos por coordenações técnicas locais para dar maiores condições de a fundação atuar na sua missão institucional perto das terras indígenas.”
Segundo ele, atualmente há cerca de 300 coordenações técnicas locais vinculadas a 36 coordenações regionais. “Altamira (PA) tem uma coordenação Nacional da Funai. Portanto, não há ausência do órgão nessa região. Em Porto Velho (RO), continuamos com a nossa coordenação técnica local vinculada à coordenação regional de Ji-Paraná e assim, sucessivamente.”
Indígenas e antropólogos criticam a Funai afirmando que, com as mudanças no órgão, os povos não conseguem mais dialogar com a instituição. Além disso, eles acusam a entidade de ter tomado diversas medidas sem consultá-los previamente. O caso da Usina Hidrelétrica de Belo Monte foi parar na Organização dos Estados Americanos (OEA), que pediu ao governo brasileiro a suspensão do licenciamento da obra para que o governo dialogue com os índios.
De acordo com Meira, a Funai criou e implantou um procedimento de acompanhamento que inclui a ida às aldeias e a explicação dos impactos que a construção de Belo Monte vai causar às comunidades indígenas. “Todos esses procedimentos estão previstos em lei e a Funai tem cumprido à risca essa legislação. No caso de Belo Monte, não há alagamento de nenhuma terra indígena e não há remoção de nenhum povo indígena de sua comunidade. Se alguém disse isso, não é verdade.”
O presidente da Funai afirmou ainda que a instituição criou comitês regionais que vão permitir, a partir deste ano, que os indígenas tenham assento paritário em cada coordenação da política indigenista  em cada região. “Pautamos nossa gestão no diálogo com os indígenas em todos os aspectos.”
Edição: Graça Adjuto

28 comentários:

Anônimo disse...

Sr. Marcio Meira

Uma vez ja postei aqui sobre a sua assessoria.
Olha, nao estao te passando as informações, nas CTLs, onde tudo deveria acontecer, só acontece lagrimas e nao sao de alegria,
a FUNAI esta sim, executado o orçamento pagando a manutenção predial.
Nas aldeias nao tem chegado nada, peça a alguem sem vinculo, tipo uma auditoria externa, um GT para ver por onde esta ficando os recursos da FUNAI, nas aldeias que nao é.
ah de se fazer essa avaliação sim, se fizer isso, essa avaliação, com ou sem comite, o atendimento as questões indigenas nao deveriam ter cessado como parou.
A avaliação da reestruturação se faz entrevistando os assistidos, ver como estão, o que mudou pra melhor, peça TCU para ir às aldeias, com um antes 2009 e pos 2009, e adote as medidas necessarias.

Anônimo disse...

Dia do Índio
O que comemorar? Só vemos insatisfações, uns recebendo e propinas para calar, outros passando fome por discordar. Os índios estão seem nenhuma assistência, sem a presença do estado nas áreas e o Márcio Meira ainda tem a coragem de dizer que a gestão dele é de diálogo. Que diálogo? Ele, nem a equipe vão nas áreas indígenas e os índios são proíbidos de entrar na FUNAI.

Anônimo disse...

sou índio e tava me lembrando da época que a funai recife fazia festa para comemorar o dia do índio.
Hj teve um café,na calçada da FUNAI, uma tristeza. quase não tinha índio e nem funcionário.
Antes nós vinha com nossos grupos pra ganhar nosso sustento e fazer propaganda qui existimos. os índio vamos voltar sem nada pra casa, salve por favor a funai,

Anônimo disse...

Sinceramente dizer que a restruturação da FUNAI foi uma boa.É a maior piada do seculo, porrque não dizer foi a maior catrastrofe do maior patrimonio que existe no Brasil que são os nossos índios brasileiros.Muito boa a reunião no senado em homennagem aos indigenas: Parabéns Marco Terena. e Senadores Vicentinho do Tocantins e Paulo Paim.

Anônimo disse...

Caros leitores,
Pasmem com a afirmação de Márcio Meira dizer que não houve extinção de postos ou Administrações. Surtou. Será que não sabe o que aconteceu/acontece abaixo de seu nariz? Ele é Presidente, mas quem manda é Auxiliadora. Ela manda e ele acata. Tenho vergonha de ler uma entrevista desta. É tão fácil provar o contrário? É só ler a portaria de criação de CRs e CTLs e sua subordinação. É cara de pau. Não perco tempo citando uma a uma, peço aos servidores desse País afora, para que informe neste blog, nome da Administração e localização, quantos postos eram subordinados. E com a atual reestruturação: Informar se foi substituída por CR ou Locais. Se ficaram próximas ou distantes e quantas estão funcionando. Assim, poderemos desmascarar esse benevolente gestor e sua competente equipe. Kkkk. Índio em muitas regiões passando fome e essa gestão apenas se preocupa com viagens, oficinas, conferência e reuniões enganadoras, sem qualquer resultado. Tanto é verdade, que virão para Maceió, 02 representantes de BSB, para a inauguração da reforma do prédio desta CTL. Mas, não teve representante no Senado Federal, também, não havia diária e não valia a pena. Quanto a formar ”comitês regionais e Pautar sua gestão no diálogo com os indígenas em todos os aspectos” é tão verdade que os índios não podem entrar na FUNAI. E a da Força Nacional? Grande diálogo! Piada, não é? Criar comitê, para ficar sem funcionamento? Deviam colocar as CRs e CTLs para funcionar. Até agora não foi definida forma de atuação e para que foi “desestruturada” e não “estruturada”. Mudar o nome e localidade, efetuar extinguir é é reestruturar? Após colocar a casa em ordem, podem criar tudo que tiverem vontade, desta forma nada vai funcionar a contento. Os índios coitados, vão encolhendo e sendo dizimados. Márcio diz: No caso de Belo Monte, não há alagamento de nenhuma terra indígena e não há remoção de nenhum povo indígena de sua comunidade. “Se alguém disse isso, não é verdade.” È verdade. Porém, ele se esqueceu de dizer hoje. Será que ele não tem noção do que é hidroelétrica? Não tem água, é isso? Não vai ter alagamento? Claro que vai, tão logo seja concluído. Não haver remoção de povo indígena/ comunidade, ele não tem noção do que afirma. Será que tem tecnologia para casas abaixo d´água? Seres humanos morando debaixo d´água eternamente? Adorei. Não deve ter noção ou dimensão da coisa. Márcio deve fazer viagem onde foram construídas hidrelétricas, ver como fica depois e se não houve remoção/ desalojamento. Depois disso, gostaria que ele voltasse a afirmar todo o dito nessa matéria. Temos etnias que passaram por essa situação e até hoje não conseguiram reerguer-se. É só ver os índios Tuxá, em Paulo Afonso. Se tinha dúvidas, hoje tenho certeza, essa gestão é despreparada para trabalhar na FUNAI ou em qualquer outro lugar. Com essas pessoas a FUNAI esfarelou-se, índios estrepou-se e servidores experientes, de repente tornou-se incompetentes e ultrapassados. O PHD deles é o fim da picada. Agora entendi a finalidade dos gestores da FUNAI, desde o início foi acabar com ela. IANUF – Insensatez Antes de mais Nada é Unir os Farrapados. Por isso, os deixa a deriva. Podemos chegar ao fundo do poço e dele ressurgir com toda força de encontro a Vitória. E com certeza ainda temos força e coragem. Seguindo com ou sem CGU, TCU, MPF, alguns vergonhosos políticos e outros, uniremos nossa experiência, garra, conhecimento e prática para que assim saiamos VITORIOSOS, sem sombra de dúvida. Termino parabenizando Marco Terena, Raony, Senadores Vicentinho do Tocantins e Paulo Paim e todos os demais indígenas que ainda acreditam e permanecem na LUTA.

Anônimo disse...

GOVERNADOR DA PARAÍBA PARTICIPA DE COMEMORAÇÃO DO DIA DO ÍNDIO NA ALDEIA SÃO FRANCISCO NA TERRA INDÍGENA POTIGUARA

Ricardo Coutinho informou que se reunirá com a presidente da República Dilma Rousseff e com a direção da Fundação Nacional do Índio (Funai) e representantes indígenas para reivindicar o retorno da Regional da fundação para a Paraíba, já que ela foi fechada recentemente e está instalada agora no Ceará. “A população indígena da Paraíba é de mais de 15 mil pessoas, uma das maiores e era uma das mais organizadas. Infelizmente a saída da Funai prejudicou muito esse povo”.

Anônimo disse...

http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=338308&secao=N

O governo abre hoje (20) consulta pública para formar um comitê gestor na região do Rio Xingu, no Pará, onde se localiza o canteiro de obras da Usina de Belo Monte. De acordo com informações da Secretaria-Geral da Presidência, a consulta servirá para que entidades da sociedade civil indiquem representantes no Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS-Xingu).

Anônimo disse...

Quemsegura Marcio Meira, já vi historias que por muito menso Presidentes perderam o cargo e foram retirados pelso índios, e começo acreditar que isto é mentira, pois até o presente momento não vejo isto acontecer.

Blog do Walfredo disse...

Onde já foi instalado um comitê? Precisamos do modelo para Alagoas.

Anônimo disse...

http://jornalmontesclaros.com/?p=5988

Anônimo disse...

até agora só conheço um Comite, instalado e funcionando a todo vapor, o do CTI, que esta mamando recursos e mais recursos do Governo Federal e do Exterior em nome dos povos indigenas, logico com todo o favorecimento e aval da sua ex-presidente senhora Auxiliadora e seu cupicha Azainha que mandam na DAF-Funai.

Abaeté

Anônimo disse...

http://www.senado.gov.br/noticias/Radio/programaConteudoPadrao.asp?COD_TIPO_PROGRAMA=4&COD_AUDIO=67843

vejam nesse link o pedido de mudanças na FUNAI no Senado

Anônimo disse...

E A COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DECIDE LEVAR FORMALMENTE A REIVINDICAÇÃO À PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF.

TEC: O dia 19 de abril, Dia do Índio, não é para comemorar, mas para lamentar ou reivindicar. Este foi o tom geral na sessão da Comissão de Direitos Humanos que ouviu diversas tribos indígenas de nosso país. E durante a reunião, os representantes dos índios assinaram uma Carta Oficial, que foi endereçada ao Senado e à presidente Dilma Roussef, em que pediram a saída imediata do atual comando da FUNAI, e sua troca por lideranças escolhidas diretamente pelos próprios índios. A FUNAI, que tem como missão desenvolver políticas voltadas para a melhoria da qualidade de vida dos índios, é dirigida desde 2007 pelo antropólogo Márcio Meira, mas teve sua gestão contestada por todas as etnias presentes no Senado. Criticaram principalmente o fechamento de Postos de Saúde e de atendimento geral nas aldeias, a destinação de dinheiro para as ONGs e a ausência de investimentos na área da educação. Os índios alegam também uma completa ausência de diálogo por parte da direção da Funai. Por isso, os senadores resolveram apoiar a reivindicação dos índios e levá-la formalmente em audiência com a presidente Dilma Roussef, como falou a vice-presidente da Comissão, a senadora Ana Rita, do PT do Espírito Santo. (ANA RITA): Nós recebemos críticas da FUNAI não é só de agora, é de longos anos. E não é admissível que tenhamos um órgão que ainda é tão questionado pelos seus usuários, vamos dizer assim, que são os índios. Um órgão que foi criado exclusivamente para atender a população indígena, e não tem a capacidade de ouvir e de encaminhar aquilo que é de direito dos povos indígenas. (palmas) É inadmissível isso. (REP): Para o senador Pedro Taques, do PDT de Mato Grosso, o modelo atual baseado na FUNAI e no atendimento à saúde por parte da FUNASA, está completamente falido. Ele chegou a essa conclusão após visitar aldeias em 12 estados do país. (PEDRO TAQUES): A Funai e a Funasa não passam de algo do papel, não funcionam. Infelizmente é o descaso nós encontramos, é a mesma história de sempre, descaso da Funai e da Funasa, que tratam da questão indígena no Brasil. Nós precisamos no Brasil repensar a relação com a comunidade indígena. Nós precisamos repensar o Estatuto do Índio. Nós temos uma comunidade pobre com crianças prostituídas e voltadas para o crime. (REP): Alguns senadores voltaram a manifestar também apoio ao projeto do senador Vicentinho Alves, do PR de Tocantins, que acaba com a FUNAI e cria em seu lugar a ¿Secretaria Nacional dos Povos Indígenas¿. O novo órgão seria diretamente subordinado à Presidência da República, como já acontece com diversas Secretarias já existentes, como as voltadas para o desenvolvimento da pesca, para a juventude e para as mulheres.

Anônimo disse...

Enquanto nada acontece no reino de Mercio Meira, os índios continuaram a boa sorte de sobrevivencia e derrota por nada conseguirem conquistar.

Anônimo disse...

TO TORCENDO PARA A FUNAI SE ACABAR, NINGUÉM FAZ NADA, NEM SERVIDOR ANTIGO, NEM OS NOVATOS. OS CONCURSADOS QUANDO APARECEM SÓ FICAM NAVEGANDO NA INTERNET. ACHO QUE NÃO TEM TRABALHO.PARA QUE FIZERAM CONCURSOS? A DIREÇÃO DA FUNAI SERÁ QUE TEM CIÊNCIA DESTE FATO? É ÓTIMO GANHAR UM SALÁRIO DE INDIGENISTA ESPECIALIZADO SEM FAZER NENHUM ESFORÇO. TEM QUE COLOCAR CARTÃO DE PONTO. ESTOU DECEPIONADO COM A FUNAI.

Anônimo disse...

Mudar a sigla e argumentar reestruturar não tem adiantado nada, vejam o caso da Saude Indígena e o próprio caso da FUNAI. Está cada dia pior.

Está faltando é propostas pública e administradores públicos e NÃO AOS INTERESSES PRIVADOS SUBORDINANDO INTERESSES PÚBLICOS.

Anônimo disse...

Olá parentes e companheiros(as),

Impressionante como o CTI vai se espalhando que nem cancer, além de acabar com a Funai para tomar a frente dos indíos, também querem acabar a sobrevivência dos Índios que são os rios e a floresta. Parentes, toma cuidado vamos boicotar o CTI nas Terras Indígenas. O pior de tudo estão tomando o dinheiro que era para trabalhar com os índios isolados, também querem ensinar os Cinta Larga "garimpo ecologíco", será que isso existe?

Simplesmente, por que não tem legítimidade na representação dos indios e numca participamos da reunião do CTI.

Também numca votamos para escolher Gilberto Lazanha e sua familia.

Viva aos parentes, Fora CTI!

Rafael Wéré'é

Anônimo disse...

Esse cara do Cartão de ponto é o Rilder, ele vive falando disso, todo mundo navega na inernet.

Anônimo disse...

SR. Hilder se vc esta Decepcionado com a FUNAI, por que não pede para sair, seria o mais digno do que ficar MAMANDO TETAS, vc sabe que so esta nessa por que tem uma Madrinha, se não já estaria fora.

Anônimo disse...

Cartão de Ponto

Segurança no trabalho
Olha, muintos DAS da FUNAI e outros servidores sem poder de mando acho e nos convence que a FUNAI é casa da Sogra(das boazinhas) que vc chega e sai a qualquer hora. Olha, tem CR AI QUE VC ENTRA EM CONTATO AS 9:00 HORAS E RECEBEMOS A NOTICIA QUE NAO CHEGOU.. MAS ISSO ANO É UMA VEZ OU OUTRA NAO.. É TOSOS OS DIAS, aó nao são demitido por rito sumario por abencono de emprego, pq viuajam, e nao dá o somatorio de 50 ou 06 dias, mas vamos considertar que o DAS nao viuaja e tenho certeza que tosod sos dias nao participam de reunião fora de seu local de trabalho.
chega as 9:00 horas,o expediente inicia normamente, as 7:30, saem as 16:30 enquanto o expediente encerra as 17:30
são duas horas e meia de ausencia por dia.
222 dias são o ano x 2,5 = 555 horas de ausnecia / por 8, são 69, dias de ausencia, mas ha de se considerar os dias de viagem e, por forma de decreto este ano, dá um total de 40 dias.
Chamam isso de cultura em algumas undiades do serviço publico, eu chamo de CORRUPÇÃO, PROVEITO PARA SI E NAO PARA O SERVIÇO, SE MAIS DE UM É FOMAÇÃO DE QUADRINHA, SE ABONAM TODOS OS DIAS É PREVARICAÇÃO... ETC ETC ETC..; o Relogio de ponto nunca será punitvo, é uma ferramenta que axiliará o serviodor a nao ser demitido.
Bom, ela nao irai querer perder o emprego, afinal, ha uma outra cultura na FUNAI e essa é verdadeira, com todos esses vicios, ainda falam que nao sabem trabalhar se nao for com indios. O Salario pago, hoje é otimo, para o suistento da familia.

Vamos moralizar esse tem um pouquinho.. nao custa naa levantar msi cedo, ja que na hora, pegar menos trasito, e chegar na hora no seu lolcal de trabalho

Anônimo disse...

INDIGENISTAS ESPECIALIZADOS DE ASFALTO. KKKKKKK. NÃO CONHECEM SEQUER UMA ALDEIA INDÍGENA. ISSO MESMO A FUNAI TEM QUE ACABAR, SÓ DÁ DESPESAS. OS ÍNDIOS ESTÃO A MERCÊ DA PROPRIA SORTE, SOFRENDO SEM SAÚDE, VENDO SUAS TERRAS INVADIDAS, PASSANDO FOME, ETC. ENQUANTO ISSO A FUNAI É UM CABIDE DE EMPREGO PARA OS MAIS CHEGADOS E BENEVOLENTE COM ESSES INDIOS SAFADOS DA CPI. FORA PARASITAS. É ISSO AÍ PARENTES, TOMEM CONTA DO QUE É DE VCS ENQUANTO PODEM. COLOQUEM ESSA TURMA DE APROVEITADORES PARA FORA. MAS ATENÇÃO QUANDO CHEGAREM AO PODER, RESPEITEM E FAÇAM VALER OS ANSEIOS DOS PARENTES DA BASE, QUE SENTEM NA PELE O TOTAL ABANDONO, NÃO SE DEIXEM LEVAR PELO EGOCENTRISMO, CASO CONTRÁRIO NÃO VALERÁ A PENA.
ASSINADO: O EXTERMINADOR DO FUTURO III

Anônimo disse...

O Coordenador de Barra do Garças - MT , Sr. Robson esta usando veiculo oficial do Orgão para proveito proprio, viajando na semana de feriado para Campo Grande onde residen seus familiares, esse cara e mais um cupicha do Marcio Meira que esta de passagem se dando bem, ah a gasolina tambem e por conta da mae funai.

Anônimo disse...

E OS SERVIDORES QUE VIAJAM A SERVIÇO E RETORNAM NO FINAL DE SEMANA PARA CASA, GANHANDO DIÁRIAS CORRIDA E AINDA SE ARVORAM DE HONESTOS. QUE VERGONHA! ESSA FUNAI É UM POÇO DE CORRUPÇÃO E OS ÍNDIOS, COITADOS. ACORDEM PARENTES, COLOQUEM ESSA CORJA PARA CORRER. SALVEM O QUE AINDA RESTA.

Anônimo disse...

ate quando o indios vao suportar esse individuo que se diz presidente da funai, mas que na realidade esta usando o orgao em seu beneficio proprio favorecendo algumas ONGs como a CTI do malandro Gilberto Azanha em suas negociats com grupos extrangeiros. Acordem indigenas, sem reação o pilantra vai continuar destruindo a instituição, acorde Minitro da \justiça a imagem esta muito desgastada para o Governo nessa politica indigenista suja, que prescisa ate usar a força nacional.
quem vai pagar essa conta?

Anônimo disse...

Não tem como suportar mais todas essas manipulações contra os povos indígenas.
CHEGA, NÃO DÁ MAIS PARA SUPORTAR ESSE TRÁFICO DE INFLUENCIA PARA GANHAR GRANA EM CIMA DA POLÍTICA INDIGENISTA, USANDO O NOME DOS POVOS INDÍGENAS em favor próprio.
Até indigenas que moram nas cidades estão contra as comunidades, dizendo que decidem em nome das comunidades,
tudo isso é farsa contra as comunidades,
conra os interesses comunitários.

Anônimo disse...

A Funai Virtual

A Funai que é divulgada no site é propaganda enganosa. A presidente Dilma e os ministros estão sendo enrolados por dados que não existem. Todos sabem o estado das Coordenações da Funai e da miséria social que está sendo institucionalizada aos índios !!!

O problema da Funai e dos índios foi resolvido somente no mundo imaginário do Márcio Meira. No mundo real as CRs não tem carros, telefones, servidores, os índios ameaçados, ONGs de toda ordem (com raras exceções) recebendo muito dinheiro para seus consultores a custas da desgraça indígena. Na Sede, os servidores sofrem assédio moral, quem não pertence ao “grupinho da mentira” não recebe trabalho” e não pode sequer falar com índios. Qualquer crítica é respondida pela Direção e Dona Scarpin com PAD e sindicância de subversão....(isso mesmo, só falta o nome “DOPS” porque o resto já existe e tortura psicológica é pior que física)....

Será que aMinistra Maria do Rosário considera os índios como seres humanos e eles também tem direitos? Porque se ela tivesse o mínimo de sensibilidade já teria pedido para sua chefe Dilma demitir essa tropa de incompetentes que está acabando, dizimando com os índios brasileiros. Ela foi nas Aldeias, leu relatórios, sabe de tudo. E agora Ministra? Neste momento histórico, divisor de águas em que os a vida dos povos indígenas está em jogo a senhora vai se posicionar para o seu partido (como de praxe), fazer vista grossa e continuar a desgraça desse General Custer Meira ou vai lutar pelos direitos indígenas? Não tem como conciliar as duas coisas !!!!

Anônimo disse...

E tem a turminha que faz PAD em recife meses e meses mas vai passar o fim de semana em casa em maceió.será que devolvem a diária do fim de semana?

Waldira disse...

Olá Mércio,


Feliz Páscoa meu amigo, que Deus ilumine sua vida, e que seu caminho seja trilhado com amor, saúde, paz e prosperidade sempre. Beijos

 
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