quarta-feira, 2 de março de 2011

ANSEF manifesta REPÚDIO aos processos contra funcionários da FUNAI

A Associação Nacional dos Servidores da FUNAI -- ANSEF -- publicou em seu site uma Nota de Repúdio à direção da FUNAI por ter aberto seis processos administrativos disciplinares contra seis funcionários do órgão.

A Nota da ANSEF, inclusive, pondera que dois dos processados fazem parte de sua diretoria. Ora, deveria ter mencionado, com mais propriedade, que todos os seis são funcionários veteranos da FUNAI, com extensas folhas de serviços prestados ao órgão indigenista e aos povos indígenas que eles já serviram como chefes de postos indígenas ou chefes responsáveis por políticas indigenistas, e, ainda, que dois dos processados são indígenas, com lealdade ao seu próprio povo, o Xavante, além de lealdade ao órgão.

Embora a Nota seja firme, comparando o ato autoritário da atual direção do órgão ao tempo da ditadura militar, carece de maiores explicações e contextualização. Afinal de contas, toda a motivação para isso advém do famigerado Decreto 7506/09, que verdadeiramente desestruturou o órgão indigenista.

Nesse sentido, e pelo fato da Nota de Repúdio não ter sido feito pela convocação de todos os funcionários do quadro da FUNAI, em Brasília, dada a gravidade dos fatos, a referida Nota de Repúdio carece da necessária veemência para representar o espírito de indignação que acometeu os funcionários da FUNAI, em Brasília e pelo Brasil afora.

Esse Blog lamenta que nada mais tenha sido feito pela ANSEF e urge que os funcionários não deixem que essa gesto de autoritarismo da atual direção da FUNAI passe em brancas nuvens, não somente devido ao que os seis colegas irão sofrer, mas também devido ao caráter de gravidade administrativa e política que atinge o órgão.

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MOÇÃO DE REPÚDIO

         A Associação Nacional dos Servidores da FUNAI – ANSEF, em reunião no dia 28 de fevereiro de 2011, após tomar conhecimento do Processo Administrativo Disciplinar - PAD aberto contra dois membros de sua diretoria e outros quatro servidores, acusados de incitamento à desordem, ocupação de imóvel público e agressão a autoridade pública, durante o “Acampamento Indígena Revolucionário”, conforme documento emitido pelo Secretário Executivo do Ministério da Justiça, vem manifestar seu veemente REPÚDIO ao ato administrativo supracitado.

         A ANSEF acredita nos princípios democráticos, na luta dos povos indígenas e nos servidores que dedicam sua vida profissional à causa indígena.

         A ANSEF acredita que a abertura de um PAD, a fim de tolher a participação de servidores em qualquer forma de manifestação pública é um retrocesso social e político que remete a época da ditadura militar.

         A ANSEF apoiou o citado movimento, com uma doação singela de alimentos, haja vista a situação lastimável em que se encontravam os indígenas. Participou ainda de duas audiências públicas sobre a reestruturação da FUNAI, e certamente apoiará e se fará presente nos atos futuros de defesa aos servidores da FUNAI e demais manifestações que se mostrarem justas.

         Dessa forma, a Associação Nacional dos Servidores da FUNAI – ANSEF se solidariza aos servidores e se coloca à disposição dos mesmos no encaminhamento dessa questão.

29 comentários:

Anônimo disse...

1º ato que deveria ter ocorrido a mais tempo.

Anônimo disse...

A crise da Funai pode ser comparada às crises diplomáticas entre nações. Nada do que é dito em público é o que ocorre nos bastidores.No caso da participação da ANSEF, tardia, haveria uma crise na sua própria direção?

Anônimo disse...

Assunto: notícias
Gostaria de postar essas notícias no blog. Segue para divulgação. Abraços, Ana Paula

Índios Maxakali tomaram um carro da Fundação Nacional do Índio (Funai), nessa terça-feira, na Zona Rural de Ladainha, no Nordeste de Minas.

De acordo com a Polícia Militar, o motorista contou que foi até a Aldeia Verde Maxakali, juntamente com dois funcionários para participarem de uma reunião com os indígenas.

Em dado momento, os índios armados com arcos e flechas, exigiram que a caminhonete, que estava sendo usada pelos funcionários, fosse deixada com as chaves no local. O objetivo da apreensão do carro seria possíveis reivindicações junto ao governo.
Fonte: Estado de Minas. Matéria editada
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Brasil deve explicações sobre consulta a povos afetados

Comissão de especialistas que avalia o cumprimento de acordos por parte dos
Estados membros da Organização Internacional do Trabalho (OIT) pede que
governo brasileiro responda questões sobre a aplicação da Convenção 169

O Blog da Redação da Repórter Brasil destaca que o governo brasileiro está
sendo novamente cobrado internacionalmente a dar respostas sobre o real
cumprimento dos termos da Convenção 169 da Organização Internacional do
Trabalho (OIT), que prevê a consulta e a participação de povos e comunidades
tradicionais, por meio de suas instituições representativas, toda vez que
medidas legislativas ou administrativas possam afetar-lhes diretamente.

De acordo com a Comissão de Especialistas em Aplicação de Convênios e
Recomendações, órgão independente de juristas dedicados a examinar a real
efetivação de compromissos por parte dos Estados membros da OIT, o Executivo
federal ainda não apresentou todas as explicações relativas à solicitação
especial encaminhada ao país ainda em 2005.

A informação faz parte do informe do colegiado que foi divulgado no último
dia 16 de fevereiro. No mesmo documento, a Comissão sublinha casos que se
encaixam na Convenção 169 e carecem de posições plenamente satisfatórias
-como o da instalação de estrutura para projeto espacial em Alcântara (MA),
onde vivem quilombolas, e o da Usina Hidrelétrica (UHE) de Belo Monte, no
Pará, que intervirá diretamente na vida de indígenas e ribeirinhos.

Banco dos réus

O julgamento de três acusados pelo assassinato do cacique Marcos Veron,
liderança do povo Guarani Kaiowá, também merece espaço no Blog da Redação.

Iniciado na segunda-feira (21) da semana passada, o julgamento foi encerrado
na sexta-feira (25) com a absolvição de Carlos Roberto dos Santos, Jorge
Cristaldo Insabralde e Estevão Romero da acusação de assassinato do líder
indígena e de outras seis tentativas de homicídio. Os mesmos réus, contudo,
foram condenados pelos jurados pelos crimes de sequestros, tortura e
formação de quadrilha armada. A pena estipulada foi de 12 anos e três meses,
mas como a sentença ainda não transitou em julgado, eles, que passaram
quatro anos e oito meses sob prisão preventiva, foram liberados.

O caso foi transferido do Mato Grosso do Sul, onde o crime ocorreu há mais
de oito anos (janeiro de 2003), para a cidade de São Paulo (SP). O
Ministério Público Federal (MPF) solicitou a mudança de foro sob alegação de
inexistência de condições de isenção para garantir um julgamento imparcial.

Ainda devem ser submetidos a julgamento o fazendeiro Jacinto Honório da
Silva Filho, apontado como mandante do assassinato, e Nivaldo Alves
Oliveira, réu foragido acusado de dar o golpe final fatal no líder indígena.

Fonte: http://www.facebook.com/l/eb308BgTszZrFKd6iGIqZxd5mSw/www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1864

Anônimo disse...

quando a corda aperta, aparece para defender, mas como todo e bom negociador, procurou primeiro avisar ao seu Chefe do que esta sendo elaborado.

Anônimo disse...

Caros Leitores,

Até que enfim a ANSEF se pronuncia. Todavia, muito fraca em seus argumentos e fazendo justificativas como se comedo estivessem. Lembro a ANSEF que o dinheiro nos caixas dessa Associação é do salários dos servidores associados, portanto devem ser aplicados em prol dos mesmos. E o momento urge apoio aos servidores e não apenas por ser membro de Diretoria. Será que se não houvesse membros de Diretoria a ANSEF tomaria esta atitude? Quando se apoiou os indígenas a intenção não foi patrocinar a desordem e desacatos e sim, apoiar a nós servidores indigenistas e nossas estabilidades em nossos ambiente de trabalhar, foi na tentativa de se fazer oucir não só os índiois como também servidores experientes que tem tanto a ensinar. Foi uma tentativa de recuperar a dignidade e o respeito aos servidores da casa, hoje humilhados. Foi uma tentativa de fazer o que sempre fizemos intermediar conflitos e crises e sempre na base do diálogo e da ouvida de seus problemas. É nisso que acreditamos e por isso que chamos de igualdade racial e social, aliás um dos programas em evidência do Governo LULA e agora da Dilma. Será que mudou o programa e o povo também não foi avisado? Pergunto conde se encontra a liberdade de expressão? O direito de Ir e Vir? Se servidor não é pra participar dos movimentos indígenas, apoiá-los, organizá-los, orientá-los? e A FUNAI qual é o seu papel? Gente os índios estão apenas brigando por seus direitos, tanto quanto os servidores, será que é pedir muito? Ouvir seus lamentos e ver sua situação. Querer se enquadrar numa realidade ora irreal. Se nós enquanto servidor tivermos medo de fazer o nosso trabalho, então pra que FUNAI? Pra que servidor? Acima de tudo, pra que iludir os índios com benefícios fictícios e maltrapilhos, a verdade acima de tudo, ainda é o melhor caminho para o sucesso de uma situação. Fico triste em ver servidores e índios acuados, é vergonhoso vê-los baixar a cabeça como se bandidos fossem. Gente não estamos numa guerra e tão pouco em países de guerrilhas. Estamos no Brasil, onde se diz que existe Democracia. Levantem a cabeça, se ajudaram, o fizeram por acreditar que poderia colaborar a melhorar o Decreto e a situação de caós que hoje se instalou nas regiões onde os indígenas tentam e lutam por sibrevivência. Dessa forma, não foram apenas estes 06 servidores, foram todos os servidores que acreditam na causa indígena. Pena que os índios em sua maioria, não entenda isso. Vamos nos unir e avante. Se passamos por tantas privações e situações piores na luta em terras indígenas, porque se acorvardar agora? Vamos nos unir e nos fortalecer e acima de tudo acreditar que dias melhores virão, porém de brraços cruzados, esse dia nunca chegará. Servidors/índios/servidores, temos direito de lutar por nossos ideais, sonhos e idéias, não deixem que eles nos tirem isso. Esses ideais, sonhos e idéias são nossos e não paga, porém tem um preço. A LUTA. Portanto gente vamos lutar. E a ANSEF, deixo um recado, não se justifique tanto, vocês devem fazer o seu papel constante em Estatuto. Que lei pode ser contra isso, cumprir o proposto é dever e obrigação da ANSEF é pra isso que pagamos mensalidades a ANSEF e SINDICATO. Peço a ANSEF a nível nacional que somem e assim possamos ficar fortalecidos e solicitamos também a presença do Sindicato. Boa Noite e reflita sobre o tudo que vem acontecendo e se é isso que ocês querem. Infelizmente, criticaram tanto o Presidente da ANSEF, lembrando que fomos nos que o elegemos, tanto quantos esses que hoje estão no poder. Não tá na hora de aprender a votar com sabedoria? E a cobrar o retorno de nosso voto? PENSEM

Anônimo disse...

o pronunciante acima falou com tanta clareza e porque nao se identificou, como vamos a luta sem mostrar a cara, voce tambem esta com receio de ser perseguido e penalizado tambem, pelo simples fato de expresar puras verdades, e mole nao meu irmao, a coisa nao e tam facil assim nao tem que aver orcanização e atitudes concretas. quanto a ANSEF e deploravel mas a muito que a se fazer, na defesa dos direitos e da moralidade dos servidores e da propria instituição FUNAI, açoes politicas tambem podem funcionar, porque nao uma comitiva trilhar junto asos parlamentares levando a situação nacional do orgao e pedir uma comissao de parlamentares para verificarem in-loco o estrago feito e o desperdicio de recursos publicos na FUNAI pelo Brasil afora, ta na ora tambem da ANSEF agir com medidas judiciais concretas.

Augusto

Anônimo disse...

Até que enfim!..O silêncio dos bons é sempre mais preocupante do que a gritaria da canalha...

Anônimo disse...

FORA CAMARILHA JÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Pergunta que não quer calar, será que essa Comissão vai trabalhar com imparcialidade ou já vem com cartas marcadas, vejamos que são, sempre os mesmos, afinados com a Administração seja quem for, sempre na sombra do poder, sempre pedindo abença, para poder usufruir do poder.

Anônimo disse...

Pasmem, teremos mais uma vez, como em todos os outros anos, viagem para Seminário Nacional referente licitação 2011, os participantes serão nada mais nada menos do que Equipe da CGRL e equipe da área de contratos e licitação da FUNAI: Hilder - Gustavo - Solange entre outros integrantes. uma semana ganhado diaria, para aquilo que ja foi visto varias vezes.

Anônimo disse...

VALEU, RILDER, GUSTAVO E SOLANGE, VAI AI MEU TOTAL APOIO, É ASSIM MESMO, CAPACITANDO E SE PREPARANDO PARA QUE A FUNAI POSSA CADA VEZ MAIS TRILHAR CAMINHOS PROBOS. SEM ESTAS CAPACITAÇÕES FICAMOS DESINFORMADOS E PIOR, DESPREPARADOS. CABE INFORMAR AO POSTANTE DE 3 de março de 2011 13:39 QUE A TODO MOMENTO, SURGEM NOVAS NORMAS QUE DITAM OS CAMINHOS DE LICITAÇÕES, ENTÃO A FUNAI TEM MESMO QUE SE ATUALIZAR, E ACHO QUE UM ANO SEM PARTICIPAR DE VENTOS COMO ESTE, JA É UM GRANDE PREJUIZO, ESTES CURSOS DE LICITAÇÃO TERIA QUE OCORRER PELOS MENOS TRIMESTRALMENTE.

ZÉMIGUÉ

Anônimo disse...

Ao postante das 14:38, qual é a Lictação que o Hilder preside, ou participa como membro, so porque ele é um DAS 4 e CGRL, do que adianta, com relação a Solange e Gustavo, ate concordo.
PS, vc deveria conher mais o momento e não ficar defendendo o que naõ tem como defender, a não ser que vc seja parte dos integrantes.

Anônimo disse...

A perseguição contra os servidores já ocorre há mais de 2 anos. Colegas doentes, em licença médica, etc.

A primeira manifestação pública da associação ocorre agora só porque desta vez membros da Ansef foram as vítimas, os injustiçados? Será que faltou foi outro piquenique com a presidência da Funai (que é contra os índios e indigenistas)com o dinheiro dos associados?

Melhor essa diretoria da Ansef se posicionar de que lado está !!!!

Anônimo disse...

Qual é a receita da Ansef e o como esta sendo gasto, alguem sabe?

Blog do Walfredo disse...

Em toda a minha vida de indigenista, jamais vi a ANSEF BRASILIA se colocar publicamente a favor de qualquer servidor investigado da FUNAI. Eu mesmo presidi processos administrativos e participei de outros como membro e jamais um só integrante da Diretoria da ANSEF apareceu para perguntar sobre o que estaria respondendo o colega sindicado. Não defendo esta Diretoria atual da FUNAI, mas fica uma pergunta? Por que só agora esta manifestação? Todos desejamos respostas. Em Tempo: Nunca vi uma nota de repúdio da ANSEF BSB contra a atual diretoria anteriormente.

Anônimo disse...

Também você nunca ouviu dizer da diretoria da Funai processar funcionário por ajudar índio! a ansef tem que ajudar porque não é causa de improbidade administrativa, e sim de convicção indigenista

Anônimo disse...

E a colega Teresa (sincialista), porque não teve esta ajuda? ela também teve problemas de persegção com a atual administração, a ASEF não tomou nenhuma atitude.!? E ai vc pode responder anonimo da 13:30.
Sei ela não faz parte da associação.
RSRSRS. É Bricadeira.................

Anônimo disse...

TEMPO DE SABER E APRENDER: Vide FUNAI atual

Patrulha ideológica ou patrulhamento ideológico é uma organização informal de pessoas unidas por laços ideológicos ou religiosos que tem por objetivo de impor seus ideais a outro grupo de pessoas, munindo-se de discursos, protestos e reivindicações. Essa atividade se caracteriza por uma vigilia constante do espaço e público alvo.

O patrulhamento pode se aproveitar de relações de autoridade para ser feito, como numa sala de aula na relação professor-aluno ou de abuso de espaço público onde transitam grande número de pessoas diariamente. O objetivo do patrulhamento ideológico é sobretudo subverter o público para que este acredite, se convença e siga as normas e critérios dos patrulhadores.

É por vezes criticado quando seu uso se dá em meio educacional, em centros universitários, e demais locais onde é consolidada formação intelectual de pessoas. É tolerado com certa parcimônia, respeitando-se as leis vigentes locais mas considerado éticamente falho quando feito sob certas circunstâncias e isso variando de país para país dependendo de sua base política e ideológica.

Um patrulhamento pode evoluir para um motim, conflito e por vezes ser banido do local com seus participantes detidos. Pode também ser psicologicamente conflitante e agressivo para um grupo de pessoas, empregando técnicas de intimidação, apelo ao medo e obstrução de espaço público e privado.

NÃO É HORA DE NOS DISPERSARMOS E SIM, DE UNIR FORÇAS PARA A LUTA! "Eles" estão unidos!!!

Anônimo disse...

Eles estão unidos ? Quem são eles e de onde eles vieram, de onde eles são?

Anônimo disse...

Senhores leitores,

Resposta ao comentário do dia 4 de março de 2011 14:31, com relação a Tereza, ela recebeu advertência em sua ficha funcional, não por perseguição ou por apoiar na luta de servidores/índios. O caso dela foi diferente, ela agrediu moralmente uma servidora da casa – A Nieta de Recursos Humanos, com palavra de baixo escalão, acredito até se não houvesse a turma do deixa pra lá, Tereza a teria agredido fisicamente. Gostamos muito da Tereza e todos queremos e brigamos por uma FUNAI melhor, porém, não à custa de agredir nossos colegas de trabalho. Você gostaria de ser agredido moralmente ou fisicamente por outro colega? Essa atitude desvirtua a luta e o objetivo dela. Não podemos chegar a esse ponto, senão amigos, que se perderá no caminho somos nós.

Anônimo disse...

ATENÇÃO,Ailton, Rogério, Jeremias e outros......

Nós servidores do quadro, associados da ANSEF, deveríamos exigir em assembléia uma auditoria nas contas da atual gestão e colocar o atual presidente aliado do mal na justiça!É preciso um processo exigindo que a ANSEF preste contas e se coloque do lado dos servidores associados inclusive daqueles que fizeram parte de sua diretoria, e que agora estão sendo processados.
Quando falei para o Ailton que aquele que na época era o seu chefe pertencia ao eixo do mal ele me disse que o cara era um simples coreiro desempregado e ganhara aquele DAS por necessidade e amizade com a chefeta de gabinete.
Agora dá prá ver que couro ele está curtindo.
Ailton nem vc, nem o Rogério, assim como os demais merecem esta injustiça. Mas como eles são incapazes de tudo. tudo acabará dando em nada, ou seja, finda mesmo no pagamento de diárias para puxa sacos e na subserviencia dos incautos que sabem que o amanhã tarda mas não falha!
A FUNAI tá fedendo a curtume para o coreiro isso não é nada pois ele ignora o amanhã. Pensa que logistica, que cuidar de carros e aviões é o mesmo que enfiar couro na salmora, engana-se ele.
Daqui prá frente quem vai mandar é a força da natureza, essa é a voz que vem do Japão........

Anônimo disse...

Mau o é ou ZEmigué,
Agora eu te pergunto: esse couro da sua madrinha é duro de curtir hein????Vc além de não ter formação e sem escrupúlos mesmo.

Parazinho aquele que te conhece.....se vc continuar falando muito no blog eu vou contar as suas estorias passadas

Anônimo disse...

TO PAGANDO PARA VER.

Anônimo disse...

Tá pagando prá ver? Espera alguns dias. O seu couro está na salmoura. Veja o tanto de incidentes, Terena e a BR 153, descumprimento do acordo feito com o MPF em Goiania, índios Cinta larga e servidores reféns, presença de um considerável número de indígenas em Brasília, reuniões agendas pelos índios com os caciques pmdebistas Sarnei e Michel Temer, as graves denúncias de improbidades administrativas reiteradamente encaminhadas aos órgãos de controle (CGU/TCU/MPF...)
as ilicitudes do Tal Rilder e de sua madrinha cujo couro é duro de curtir ao não ser para o cara da inversa logistica.
O tempo é o senhor da história.

ass. Apinin Udjudi

Anônimo disse...

Não precisa pagar.Apesar do alto custo dO nepotismo e de outras ilicitudes em que vc está envolvido, o tempo tarda mas não falha. Veja os últimos acontecimentos:os Terena e a BR 153; o descumprimento do acordo firmado no MPFded Goiania, as denúncias de arbitrariedades das quais vc faz parte feitas pelo Proocurador MPF(GO) Dr. Adrian; os Cinta Largas e os servidores reféns; o chamamento da presidenta Dilma para que Raoni e Megaron se façam presentes em Brasília no próximo dia 23; o grande número de representantes indígenas de todo o Brasil em Brasília aguardando audiências com parlamentares e caciques do partido aliado do governo (PMDB).
Quero ver vc pagar pelo tratamento dado aos ben móveis da fundação, por sua arrogância e incompeteência, pelas ilicitudes cometidas em Goiania e tantas outras improbididas cometidas. Arruma logo um curtume por que o seu couro e de sua madrinha já está na salmora...vcs já não tem mais o poder do mensaleiro, ex-deputado Paulo Rochado-PA. As coisas estão ficando diferentes. Não deve ser sem significado o convite para que Raoni esteja presente em reunião com a presidenta.

ass. Apinin Udjudi

Anônimo disse...

Lembrando um ministro, somos
imechiveis

Anônimo disse...

Tal qual o ministro analfabeto vc tá falando de mexa. Vcs dormem e acordam com a preocupação de que nada dura para sempre. E não durará...tanto é que sempre estão respondendo e afirmando que são para sempre.

Anônimo disse...

Vamos lembrar que a questão indígena é mais importante que essas picuinhas caseiras, temos que nos erguer e partir para apresentar e provar que as propostas da atual equipe da Direção da FUNAI, não tem nada que seja para melhoria da vida dos índios, nem para preservação da floresta, está é nossa mossão.

Anônimo disse...

Realmente não faltam provas para o nepotismo direto e cruzado, para as ilegalidades das CTL's que não funcionam, para um decreto colocado na prática em levar em conta os questionamentos apresentados no congresso nacional, para o tráfico de influência das ong's CTI, ISA e outras, para as inumeras oficinas, seminarios e encontros realizados para tratarsempre das mesmas coisas. PROVAS?? Mais provas ainda? Vejam os nomes das familias paraense, observem a presença o açai azedo.Observem onde Gilberto Azanha age. No garimpo. Atente para a substituição do antropologo Claudio Romero pelo playboyzinho filho do papai dono do CTI. Fora os privilegios do CTI, ISA,TNC e outras ong's de branco. PROVAS não faltam! Fundamentação também. Falta mesmo é atitude do governo e dos orgãos de controle e pouca vergonha na cara!

 
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