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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

domingo, 7 de setembro de 2008

sábado, 6 de setembro de 2008

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Canto Bororo1

Boomp3.com
Em homenagem ao povo indígena Bororo, que detém uma das culturas mais excepcionais entre os povos indígenas brasileiros, apresentarei, pelos próximos dez dias, um canto desse povo a cada dia. Ao entrar no Blog esse canto será tocado automaticamente.

Esses cantos foram gravados ainda em finais da década de 1970 pelo indigenista Walter Sanches, com licença dos Bororo.

Walter Sanches vem trabalhando com os índios Avá-Canoeiro desde 1986. Além de indigenista de primeira linha, é um grande fotógrafo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Bororo acusados de vender madeira

A vida dos índios Bororo é muito dura. Suas terras foram demarcadas a partir da década de 1940, mas em tamanhos muito pequenos. Mesmo Rondon sendo um amigo dos Bororo, nunca conseguiu retirar os salesianos que tomaram uma parte das terras dos Bororo.

A notícia de queimadas incontroladas na Terra Indígena Tadarimana vem agora seguida da notícia de que eles estavam vendendo madeira da pequena floresta que lá existe. Se for verdade, é lamentável.

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Bororos acusados de vender madeira

THIAGO ITACARAMBY
Da Reportagem/Rondonópolis

De acordo com denúncias feitas à Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) de Rondonópolis, há indícios de que os índios bororos da aldeia Tadarimana, que teve parte da vegetação consumida por um incêndio, estariam extraindo de forma ilegal madeiras da reserva. Segundo o fiscal da Semma, Lindomar Alves, que recebeu a denúncia, uma carga de aproximadamente 10 caminhões de madeira aroeira teria sido retirada da aldeia.

O fiscal da Semma disse ainda que repassou a denúncia no mesmo dia para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). A reportagem entrou em contato com o escritório regional do Ibama, mas não obteve contato. Em Brasília, por telefone, o superintendente do Ibama, Paulo Maier, informou que não estava sabendo sobre o caso. Ele participava de uma reunião e pediu que entrasse em contato em Cuiabá, de fato, não conseguiu falar.

Ainda segundo o fiscal da Semma, produtores rurais da Gleba Dom Bosco também confirmaram a procedência da carga irregular. O transporte, segundo o fiscal, era feito pela MT-270, saindo em estradas clandestinas. No entanto, "há indícios de que a queimada possa ser de fato para intervir no combate do desmatamento de madeira nobre."

CONTROLE - De acordo com o major bombeiro Vanderlei Bonoto, ontem mesmo o fogo na aldeia Tadarimana estava controlado. Foi realizada uma "operação cirúrgica", que durou em torno de quatro horas, com brigadistas do 3º Batalhão de Bombeiros Militar de Rondonópolis, que estiveram na segunda-feira na reserva dos índios bororo.

A equipe, composta pela Defesa Civil e Corpo de Bombeiros, sobrevoou a região, que é estimada em 9,3 mil hectares, onde combateram o fogo nos pontos considerados críticos.

O major Bonoto disse que o Corpo de Bombeiros tomou as devidas providências, em razão das más condições do ar. Bonoto comentou que a fumaça que cobre a cidade é resultante de vários focos na região. Ainda segundo o major, essa onda de fumaça continuará caso não haja chuvas nos próximos dias ou ventos fortes para dissipar o ar da atmosfera. Em relação à quantidade de fumaça resultante, o major Bonoto disse que se deve à mata estar verde, proporcionando uma quantidade relevante de fumaça.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Tadarimana em chamas! Literalmente!

Até as terras indígenas estão em chamas. Desta vez é Tadarimana, uma terra de 9.300 hectares dos índios Bororo.

O fogo parece ter se alastrado pelo lado da floresta que ainda tem nessa terra indígena. Nenhuma providência maior vem sendo feita, nem os bombeiros apareceram alegando "ter medo dos índios".

Era só o que faltava. E a Funai, não está lá, por acaso?

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Área indígena em chamas há 20 dias

THIAGO ITACARAMBY
Da Reportagem/Rondonópolis-Diário de Cuiabá

Há mais de vinte dias, índios da aldeia Tadarimana, na região de Rondonópolis, sofrem com o incêndio que devasta toda a área indígena estimada em 9,3 mil hectares. Conforme o cacique Moacir Coguiepa, logo no início dos primeiros focos, no dia 17 do mês passado, a equipe do Corpo de Bombeiros da cidade foi acionada para combater o fogo. A reserva indígena tem cerca de 450 habitantes

De acordo com o cacique, "os bombeiros disseram ter medo do índio". Coguiepa disse que há dois anos atrás, no mesmo período, houve desentendimento entre eles. Na ocasião, houve boatos de que o povo indígena havia confinado os brigadistas por terem entrado sem autorização na reserva indígena. O cacique afirmou que não houve nenhuma violência contra eles. Ontem, equipes da Polícia Federal, Polícia Florestal, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros tentaram apagar o fogo. Conforme a Defesa Civil, 90% da fumaça que cobre a cidade é proveniente da aldeia Tadarimana.

Logo no início da aldeia, nas proximidades da MT-270, sentido Guiratinga, já se vê os primeiros indícios da queimada. O cacique contou que o fogo começou nas proximidades da sede da aldeia. A região é cercada por dois rios, Tadarimana, que leva o nome da aldeia, e Jurigue. O cacique informou que na região existem inúmeros pescadores e caçadores. Ele disse que muito deles, a fim de espantar o mosquito, acabam fazendo fogueiras. "Provavelmente o homem branco ateou fogo, o índio não bota fogo".
 
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